Fim do casamento e os filhos. Terrível.
_Todos os anos, mais de 1 milhão de crianças e adolescentes são envolvidos em casos de divórcio nos Estados Unidos, segundo o censo americano. No Brasil, as estatísticas falam em 120.000 filhos atingidos pela separação dos pais. Contando os casos não oficializados, estima-se que sejam 400.000 crianças por ano. Para o homem e a mulher, o impacto da separação é grande, mas os dois lados conhecem a fundo as razões que sustentam a decisão. ***
Se ninguém é uma ilha, por que tô só?
Costumamos pensar que só ama, de fato e de direito, quem está com alguém, namorando, casado ou encaixado dentro de qualquer outra relação que inclua o outro, necessariamente. No entanto, estar só também pode ser um jeito de amar, de relacionar-se, mesmo que temporariamente.
Todos nós, em algum momento da vida, já nos encontramos indisponíveis, mesmo que não comprometidos. Seria como dizer que estamos em posição de espera; e a espera pode ser um exercício divino, que inclui paciência, consciência e, fundamentalmente, presença de si mesmo! Então, ama-se só a si mesmo, enquanto se espera para estar pronto. Ama-se só para um período de revisão, de recauchutagem, de reforma interior. Ama-se só para resgatar em si valores perdidos, defasados, esquecidos, para voltar a acreditar em algo que se esvaiu numa decepção, para reformular a alegria, a vontade de viver, o desejo de compartilhar.
Porque engatar uma relação na outra para fugir deste amor só, de si consigo mesmo, é o que muitas pessoas fazem… é o que todos nós, provavelmente, já fizemos alguma vez. Entretanto, se em algum momento decidirmos nos olhar com acolhimento e respeito, certamente perceberemos que ninguém pode curar uma ferida que é nossa. E até para que alguém nos ajude nesta difícil recuperação, precisamos estar prontos, conectados com o que há de mais íntimo em nossas almas. Isto é, amar-se só.
Por outro lado, também existe quem fica continuadamente sozinho, enclausurado em seu próprio medo a fim de evitar a reincidência da dor, para descartar a possibilidade de perder novamente. E esta escolha, da mesma forma, também não nos remete à evolução, não nos possibilita uma atualização preciosa para que o amor compartilhado aconteça. Neste sentido, estar só pode deixar de ser incapacidade ou incompetência para se transformar em ‘expertise’; você pode não se comprometer com o outro – seja por decisão pessoal ou circunstancial – para estar melhor, mais inteiro, mais atraente e consciente do amor que quer compartilhar, para que quando o outro chegue, você possa recepcioná-lo à altura do que tem para oferecer. Creio que esteja mais do que na hora de pararmos de impor uma relação direta entre estar junto e feliz e estar só e abandonado. Ou seja, estar junto nem sempre significa estar feliz, assim como estar só pode não ser sinônimo de abandono.
A referência é interna e pessoal. O centro é o coração de cada um e, por isso mesmo, a decisão de ficar ou de ir, de fechar-se ou de se abrir deve estar baseada na percepção que você tem de si mesmo, no amor que sabe de si, que reconhece seu momento, e que escolhe, a despeito das pressões sociais, se compartilha amor ou se o singulariza temporariamente.
Sinto que vale esclarecer que não estou defendendo o não-amor, até porque vocês sabem – não acredito nisso. Pessoas que insistem em justificar sua solidão em nome da não necessidade do outro estão, a meu ver, tentando encobrir uma carência inconsciente, latente, gritante e muito mais visível do que imaginam. Todos nós precisamos do outro, não porque sejamos insuficientes a nós mesmos, mas porque é no ato de compartilhar vidas que nos tornamos mais inteiros, mais felizes, mais humanos.
Quando defendo o amor só – veja! – não deixei de falar de amor. Falo do amor primeiro, do essencial, do amor por si. E, sobretudo, falo de um período e não de uma decisão irrefutável, como crenças limitantes que não nos levam a nenhum ganho. De qualquer maneira, continuo, então, defendendo o amor compartilhado, com o outro, mesmo que seja somente depois de um tempo de amor singular!
Muitas vezes, pensamos que o outro é nossa alma gêmea e, na verdade, o que fizemos foi inventá-lo ao nosso gosto. Todas as pessoas deveriam ficar sozinhas de vez em quando, para estabelecer um diálogo interno e descobrir sua força pessoal. Na solidão, o indivíduo entende que a harmonia e a paz de espírito só podem ser encontradas dentro dele mesmo, e não a partir do outro. Ao perceber isso, ele se torna menos crítico e mais compreensivo quanto às diferenças, respeitando a maneira de ser de cada um.
O amor de duas pessoas inteiras é bem mais saudável. Nesse tipo de ligação, há o aconchego, o prazer da companhia e o respeito pelo ser amado.
Fonte: www.sexoaberto.com || CadaDia.net
Comente e compartilhe com os amigosDicas para casar com a pessoa certa.
Com a taxa de divórcio acima de 50%, aparentemente pessoas demais estão cometendo um grave erro ao decidir com quem pretendem passar o resto de sua vida. Para evitar tornar-se uma estatística, tente interiorizar estes dez pontos a fim de não entrar em uma fria.
1. Você escolhe a pessoa errada porque espera que ele/ela mude depois do casamento.
O erro clássico. Nunca despose um potencial. A regra de ouro é: Se você não pode ser feliz com a pessoa como ela é agora, não se case. Como disse, muito sabiamente, um colega meu: “Na verdade, pode-se esperar que alguém mude depois de casado… para pior!”
Portanto, quando se trata da espiritualidade, caráter, higiene pessoal, habilidade de se comunicar e hábitos pessoais de outra pessoa, assegure-se de que pode viver com estes como são agora.
2. Você escolhe a pessoa errada porque se preocupa mais com a química que com o caráter.
A química acende o fogo, mas o bom caráter o mantém aceso. Esteja consciente da síndrome “Estar apaixonado”. “Estou apaixonado” freqüentemente significa “Sinto atração física.” A atração está lá, mas você averiguou cuidadosamente o caráter dessa pessoa?
Aqui estão quatro traços de personalidade para serem definitivamente testados:
Humildade: Esta pessoa acredita que “fazer a coisa certa” é mais importante que o conforto pessoal?
Bondade: Esta pessoa gosta de dar prazer aos outros? Como ela trata as pessoas com as quais não tem de ser agradável? Ela faz algum trabalho voluntário? Faz caridade?
Responsabilidade: Posso confiar que esta pessoa fará aquilo que diz que fará?
Felicidade: Esta pessoa gosta de si mesma? Ela aprecia a vida? É emocionalmente estável?
Pergunte-se: Eu desejo ser como esta pessoa? Quero ter um filho com esta pessoa? Gostaria que meu filho se parecesse com ela?
3. Você fica com a pessoa errada porque o homem não entende aquilo que a mulher mais precisa.
Homens e mulheres têm necessidades emocionais específicas, e quase sempre, é o homem que simplesmente “não consegue.” A tradição judaica coloca sobre o homem o ônus de entender as necessidades emocionais de uma mulher, e de satisfazê-las.
Para a mulher, o mais importante é ser amada – sentir que é a pessoa mais importante na vida do marido. O marido precisa dar-lhe atenção consistente e verdadeira.
Isso fica mais evidente na atitude do judaísmo para com a intimidade sexual. A Torá obriga o marido a satisfazer as necessidades sexuais da mulher. A intimidade sexual é sempre colocada em termos femininos. Os homens são orientados para um objetivo, principalmente quando se trata desta área. Como disse certa vez uma mulher inteligente: “O homem tem duas velocidades: ligado e desligado.” As mulheres são orientadas pela experiência. Quando um homem é capaz de trocar as marchas e torna-se mais orientado pela experiência, descobrirá o que faz sua esposa muito feliz. Quando o homem se esquece de suas próprias necessidades e se concentra em dar prazer à mulher, coisas fantásticas acontecem.
4. Você escolhe a pessoa errada porque vocês não partilham metas de vida em comum e prioridades.
Existem três maneiras básicas de nos conectarmos com outra pessoa:
- Química e compatibilidade.
- Partilhar interesses em comum.
- Compartilhar o mesmo objetivo de vida.
Assegure-se de que você compartilha o profundo nível de conexão que objetivos de vida em comum proporcionam. Após o casamento, os dois crescerão juntos ou crescerão separados. Para evitar crescer separado, você deve entender para que “está vivendo” enquanto é solteiro – e então encontrar alguém que tenha chegado à mesma conclusão que você.
Esta é a verdadeira definição de “alma gêmea.” Uma alma gêmea tem o mesmo objetivo – duas pessoas que em última instância compartilham o mesmo entendimento ou propósito de vida, e portanto possuem as mesmas prioridades, valores e objetivos.
5. Você escolhe a pessoa errada porque logo se envolve sexualmente.
O envolvimento sexual antes do compromisso de casamento pode ser um grande problema, porque muitas vezes impede uma completa exploração honesta de aspectos importantes. O envolvimento sexual tende a nublar a mente da pessoa. E uma mente nublada não está inclinada a tomar decisões corretas.
Não é necessário fazer um “test drive” para descobrir se um casal é sexualmente compatível. Se você faz a sua parte e tem certeza que é intelectual e emocionalmente compatível, não precisa se preocupar sobre compatibilidade sexual. De todos os estudos feitos sobre o divórcio, a incompatibilidade sexual jamais foi citada como o principal motivo para as pessoas se divorciarem.
6. Você fica com a pessoa errada porque não tem uma profunda conexão emocional com esta pessoa.
Para avaliar se você tem ou não uma profunda conexão emocional, pergunte: “Respeito e admiro esta pessoa?”
Isso não significa: “Estou impressionado por esta pessoa?” Nós ficamos impressionados por um Mercedes. Não respeitamos alguém porque tem um Mercedes. Você deveria ficar impressionado pelas qualidades de criatividade, lealdade, determinação, etc.
Pergunte também: “Confio nesta pessoa?” Isso também significa: “Ele ou ela é emocionalmente estável? Sinto que posso confiar nele/nela?”
7. Você se envolve com a pessoa errada porque escolhe alguém com quem não se sente emocionalmente seguro.
Faça a si mesmo as seguintes perguntas: Sinto-me calmo, relaxado e em paz com esta pessoa? Posso ser inteiramente eu mesmo com ela? Esta pessoa faz-me sentir bem comigo mesmo? Você tem um amigo realmente íntimo que o faz sentir assim? Assegure-se que a pessoa com quem vai se casar faz você sentir-se da mesma forma!
De alguma maneira, você tem medo desta pessoa? Você não deveria sentir que é preciso monitorar aquilo que diz porque tem medo da reação da outra pessoa. Se você tem receio de expressar abertamente seus sentimentos e opiniões, então há um problema com o relacionamento.
Um outro aspecto de sentir-se seguro é que você não sente que a outra pessoa está tentando controlá-lo. Controlar comportamentos é sinal de uma pessoa abusiva. Esteja atento para alguém que está sempre tentando modificá-lo. Há uma grande diferença entre “controlar” e “fazer sugestões.” Uma sugestão é feita para seu benefício; uma declaração de controle é feita para o benefício de outra pessoa.
8. Você fica com a pessoa errada porque você não põe todas as cartas na mesa.
Tudo aquilo que o aborrece no relacionamento deve ser trazido à baila para discussão. Falar sobre aquilo que incomoda é a única forma de avaliar o quão positivamente vocês se 0comunicam, negociam e trabalham juntos. No decorrer de toda a vida, as dificuldades inevitavelmente surgirão. Você precisa saber agora, antes de assumir um compromisso: Vocês conseguem resolver suas diferenças e fazer concessões que sejam boas para ambas as partes?
Nunca tenha receio de deixar a pessoa saber aquilo que o incomoda. Esta é também uma maneira para você testar o quanto pode ficar vulnerável perante esta pessoa. Se você não pode ser vulnerável, então não pode ser íntimo. Os dois caminham juntos.
9. Você escolhe a pessoa errada porque usa o relacionamento para escapar de problemas pessoais e da infelicidade.
Se você é infeliz e solteiro, provavelmente será infeliz e casado, também. O casamento não conserta problemas pessoais, psicológicos e emocionais. Na melhor das hipóteses, o casamento apenas os exacerbará.
Se você não está feliz consigo mesmo e com sua vida, aceite a responsabilidade de consertá-la agora, enquanto está solteiro. Você se sentirá melhor, e seu futuro cônjuge lhe agradecerá.
10. Você escolhe a pessoa errada porque ele/ela está envolvido em um triângulo.
Estar “triangulado” significa que a pessoa é emocionalmente dependente de alguém ou de algo, ao mesmo tempo em que tenta desenvolver um outro relacionamento. Uma pessoa que não se separou de seus pais é o exemplo clássico de triangulação. As pessoas também podem estar trianguladas com objetos, tais como o trabalho, drogas, a Internet, passatempos, esportes ou dinheiro.
Assegure-se de que você e seu parceiro estejam livres de triângulos. A pessoa apanhada em um triângulo não pode estar emocionalmente disponível por completo para você. Você não será a prioridade número um. E isso não é base para um casamento.
Fonte: www.sexoaberto.com || Rabino Dov Heller
Comente e compartilhe com os amigosDesempenho Sexual? Veja mais aqui.
Bom desempenho sexual é uma preocupação para muitas pessoas. Mas os que elas pensam que é isso? As expectativas sexuais são estabelecidas por anunciantes, casos retratados em novela, literatura escandalosa, filmes, teatro e televisão. Muitos desses padrões são cheios de fantasia, falsidade e infidelidade. Elas não conduzem a um sexo significativo, apropriado.
Mesmo as informações sobre sexo que se vêm dos assim chamados especialistas são baseadas frequentemente em relato de pessoas com experiências insatisfatórias, casamentos problemáticos relações ilícitas.
Esta ênfase sobre o lado negativo desvia a atenção do que é necessário para que uma relação sexual tem sentido real, prazer e plenitude. Se a relação sexual tiver de ser realizada com prazer e propósito e ser tudo o que Deus proclama que tem de ser, o foco prioritário deve sempre ser sobre ter uma relação amoroso em outros aspectos da vida.
Em seu belo livro Whom God Halth Joirned (Quem Deus ajuntou), David R. Mace escreve: “falamos frequentemente sobre relação sexual como ‘fazer amor’. Estritamente falando isto não é verdadeiro. O encontro de dois corpos não pode fazer amor. Ele pode somente expressar e enriquecer um amor que já está lá.
E a qualidade da experiência vai depender da qualidade de amor que se expressa.”
Quando as coisas vão mal no sexo, geralmente o problema não é o sexo. Os problemas com sexo com muita freqüência vêm quando os cônjuges têm outros problemas que precisam de atenção.
O sexo é importante no casamento. Parceiros amorosos no casamento fazem sexo e significativo. Evidente que as pessoas podem se envolver em sexo sem amar um ao outro. Mas a riqueza que mescla tanto o espírito quanto o corpo e que solda duas pessoas na maior união pode ser alcançada somente como resultado de confiança, respeito, admiração e liberdade profundos – todos característicos do verdadeiro amor.
As Escrituras consideram a comunhão sexual um símbolo profundamente significativo do compartilhar da vida em muitos níveis. Os problemas sexuais são geralmente sintomas de transtorno em algum aspecto do casamento. Fazer um ajustamento sexual satisfatório não é, via de regra, difícil para um casal que esta ansioso para agradar um ao outro. Normalmente surge uma solução satisfatória quando há compreensão compassiva.
John L. Thomas, S. J. um célebre sociólogo que tem escrito amplamente sobre a questão do casamento, diz a respeito de sexo e casamento saudáveis: “mas é com a realidade total que as pessoas devem se preocupar, não apenas com uma pequena parte, especialmente ao tratar com os relacionamentos humanos. Se uma pessoa não tem sido capaz de chegar a um bom entendimento com a vida, ou descobrir sentido ou significado nela de modo geral, é improvável que os encontre em qualquer parte dela. Tudo então, incluindo o sexo, parecerá monótono e banal.”.
A realização sexual não significa igualar-se ao que lemos em um livro ou alguma experiência que vimos retratada em um filme. Ele emerge do ardor e liberdade de nossos sentimentos para com o nosso cônjuge. Ela significa ambos poderem desfrutar um ao outro como pessoas e alegremente satisfazem as necessidades recíprocas em cada aspecto da vida. O nível em que provamos satisfação em comum corresponde ao nível em que estamos comunicando, se interessando, sendo sinceros, desfrutando e experimentando liberdade nas muitas partes da relação no casamento.
Fonte:
John M. Drescher é Professor, Pastor, Escritor, e conferencista.
Tá dificil a relação no trabalho? Veja!
Muita gente não sabe, mas relacionar-se bem com os colegas de trabalho é um dos principais fatores de sucesso. Pois é, de nada adianta você ser um profissional competente se não sabe trabalhar em equipe e criar harmonia no ambiente de trabalho.
Um estudo da Harvard mostra que 2/3 das demissões nas empresas são causadas por dificuldades de relacionamento com os colegas. Isso explica porque pessoas altamente profissionais e competentes no que fazem acabam sendo demitidas de suas empresas e outras – nem tão competentes assim permanecem, atingindo promoções e melhores oportunidades de carreira. Logo, podemos concluir que competência técnica não é tudo e que aquelas pessoas que não têm uma boa habilidade para criar relacionamentos acabam tendo menores chances de sucesso.
Existem diversas causas para a dificuldade nos relacionamentos humanos: rabugice, antipatia, arrogância, timidez etc. mas a causa mais comum é o despreparo. A grande maioria das pessoas não sabe que cuidar das relações não é apenas uma questão de sociabilidade, mas de progresso profissional.
As relações humanas são baseadas numa palavrinha: comportamento. Com isso,as pessoas que têm um bom comportamento, automaticamente, cuidam melhor de suas relações humanas. Essa é uma das competências relacionadas à inteligência emocional (QE – Quociente Emocional), que há muito tempo vem sendo valorizada demais nas empresas.
De nada adianta um profissional possuir um QI (Quociente de Inteligência) alto se o seu QE for baixo. Ele estará fadado a ter sérios problemas na carreira e na vida particular.
O marketing interpessoal é uma ótima ferramenta de orientação na busca por um comportamento adequado para o sucesso, sendo desenvolvido tanto para uma melhor produtividade do indivíduo como de toda uma equipe, produzindo, conseqüentemente, melhores resultados para as empresas.
Aqui vão 10 regras básicas para se fazer um bom marketing interpessoal. Utilize-as e sinta a diferença:
1) Respeite os outros, não fazendo com eles o que você não quer que eles façam com você. Isso é ter empatia (colocar-se no lugar do outro).
2) Cultive amizades. Mantenha contato com as pessoas sempre que puder (dentro e fora do ambiente de trabalho) e não somente quando precisar delas. Mostre que você se importa realmente com elas. Faça seu Networking (Rede de Relacionamentos) ficar cada vez maior.
3) Aprenda a ouvir mais do que falar. Não é a toa que temos dois ouvidos e uma boca!
4) Seja sempre educado e evite ser rude. Cumprimente a todos, mesmo aquelas pessoas que você não conhece direito.
5) Faça elogios verdadeiros às pessoas. Aprenda a enxergar os pontos positivos de cada um e enalteça-os. Mas lembre-se que elogiar não é bajular!
6) Não seja teimoso. Saiba mudar sua opinião se outra pessoa lhe mostrar argumentos concretos e críveis.
7) Não entre em choque direto com os outros. Tenha paciência e saiba conduzir uma conversa de forma tranqüila e amigável, mostrando seus argumentos com exemplos práticos. Assim, você conseguirá convencer de maneira simpática e eficiente.
Procure sorrir mais e contagiar as pessoas com positivismo. Torne sua presença agradável.
9) Esteja sempre à disposição para ajudar. Evite o isso não é comigo e procure soluções para seus colegas, mesmo quando o assunto não lhe diz respeito.
10) Procure se informar sobre diferentes culturas e seus respectivos tipos de comportamento. Isso demonstra conhecimento e ajuda a evitar gafes desagradáveis.
Fonte:
Nelson Botter Junior é escritor e especialista em marketing de serviços pela FGV e international business pela ILSC – Canadá. Atua como consultor da Botter & Associados, diretor do portal de saúde Brasil medicina e administra os cursos da área de saúde da Manager Online.
Transtorno? Como superar isso. Veja!
Doença mental tem a dupla face de caracteres objetivos e subjetivos, ou seja, aquilo que o paciente apresenta de palpável, inegável e “visível” como um delírio de grandeza (“Sou o Presidente da República”) ou um pensamento automático (“Meu marido não me telefonou. Isto significa que ele não me quer mais.”), e o intrínseco da pessoa, peculiar do indivíduo, não detectável (a não ser por um processo de conhecimento) e complexo.
Transtornos psiquiátricos, como a depressão, apresentam difícil alteração física detectável. Alguns exames sofisticados mostram que, por exemplo, em 18% dos pacientes depressivos que foram vítimas de abuso, comparados com a população de controle, há redução do volume de uma área no cérebro, o hipocampo (“Transtorno do humor e Subjetividade – A Contribuição da Psicanálise”, Sergio Costa de Almeida, Centro de Medicina Psicossomática, Santa Casa de Misericórdia, RJ, Psiquiatria Hoje, ABP, Ano XXX – número 3 – 2008).
No líquor (líquido da “espinha”) de pacientes deprimidos pode ocorrer elevação das taxas do Fator de Liberação da Corticotrofina (CRF) talvez pelo alto estresse destas pessoas. Mas isto pode ocorrer em pessoas com bulimia, transtorno do pânico, transtorno obsessivo-compulsivo, fobia social, etc. também.
Estudos com Ressonância Magnética Computadorizada e PET (tomografia por emissão de pósitrons) revelam anormalidades nos bipolares tipo 1 a hiperintensidades anormais na regiões subcorticais, periventriculares, gânglios da base e tálamo. Ocorre também redução do volume do hipocampo, do núcleo caudado e áreas generalizadas de atrofia em bipolares graves pelos altos níveis de cortisol no sangue. Cortisol é um dos hormônios do estresse.Em pessoas deprimidas há diminuição do metabolismo cerebral anterior mais pronunciado no hemisfério esquerdo (o da razão, pensamento, cognição).
Quando a pessoa passa para uma fase de euforia, essa alteração passa para o lado direito (o da emoção, fantasia, afetividade). O fluxo sanguíneo no cérebro é menor em pacientes deprimidos, daí a importância dos exercícios físicos pois melhoram a circulação. Geneticamente ainda não foram encontradas evidências de genes (gens) alterados em pessoas com enfermidades mentais. Sabe-se que existe uma predisposição ou susceptibilidade herdada geneticamente, ou seja, uma pessoa pode nascer com tendência para esta ou aquela doença emocional, mas não nasce com ela já instalada. O que a ciência pode afirmar hoje é que algumas pessoas nascem com uma maior vulnerabilidade do que outras para certos transtornos mentais.
Pesquisas científicas têm revelado que pacientes com transtornos do humor (depressão, doença bipolar), apresentam esta vulnerabilidade genética que unida à experiência de eventos estressores precoces (geralmente na infância e adolescência), criariam neles, no futuro, uma sensibilidade neurobiológica, ou seja, seriam mais fáceis de terem alterações na bioquímica do cérebro, gerando as doenças mentais.O mais importante, entretanto, é procurar compreender a pessoa que tem a doença. Há uma gama de características naquele indivíduo que são só dele, uma série de coisas que o faz ser diferente de todos os outros.
Do ponto de vista psicológico, e no caso da depressão, estudos têm verificado, por exemplo, que pacientes deprimidos podem estar conscientes de alguma perda que tenham sofrido e podem apontar até quem perderam, mas podem não saber o que perderam neste processo. Podem não saber como é que o que foi perdido relaciona-se com a sua noção de self ou de eu ou da pessoa que é. A queixa objetiva é, por exemplo, “Morreu a pessoa que eu amava. E por isso estou triste!”, enquanto que a subjetiva pode ser algo assim: “Agora eu não sei mais quem sou eu.”Autores diferentes relatam dinâmicas mentais parecidas, mas algo diferentes umas das outras para explicar a depressão do ponto de vista do comportamento.
A idéia mais simples é que a pessoa deprimida entra num tipo de colapso por causa de uma frustração por ter perdido algo muito desejado. Outra é sobre a chamada “distimia”, um tipo de tristeza crônica, que poderia ser uma forma de masoquismo, ou seja, a pessoa ferindo a si mesma o tempo todo, cortando as possibilidades de satisfação na vida.Uma teoria muito provável de estar perto da verdade para deprimidos é que muitos deles parecem ter construído suas vidas pessoais basicamente em função de uma outra pessoa. E quando esta outra pessoa não corresponde às expectativas da pessoa, ou quando desaparece (morre, muda para longe, trai, rompe o relacionamento, etc.) ela entra no processo depressivo, com apatia, desvalor pessoal, desinteresse geral, etc.
Um cientista afirma que o deprimido, através de seu sofrimento, nutre um desejo secreto de vingança em relação a um objeto muito importante em sua história. É como se ele dissesse: “Eu sofro, mas esta outra pessoa que me frustrou, ao me ver sofrer, também irá sofrer.” Pune-se para punir outro indivíduo.Em depressões vemos a presença de baixa auto-estima, agressão voltada contra si, frases típicas como “Sou um peso para os outros”, “Minha vida não tem mais sentido”, “Acho melhor morrer”, etc., geralmente em função da perda já mencionada acima que atinge a sua estrutura de personalidade.
Quando a pessoa sai da fase depressiva e entra numa crise de euforia (chamada de “mania) na doença bipolar, autores sugerem que isto pode ser devido ao fato de que durante a depressão elas teriam estocado tanta energia não usada que, de repente, é liberada e, assim, a pessoa fica acelerada, inquieta, com insônia, nega a doença, se sente onipotente, apresenta comportamentos de risco, irritabilidade se a impedem de fazer algo, fuga de idéias, etc.
Dr. César Vasconcelos de Souza – Psiquiatra.
portalnatural.com.br
Conflitos: Como conviver com a sogra!
É claro que você encontra sogras que demonstram muito bom senso, que evitam tomar partido nas brigas ou atritos do jovem casal. Algumas se dão tão bem com o genro que demonstram admiração por ele ou agem de forma sedutora que tem como finalidade apenas agradá-lo com o intuito de proteger a própria filha no casamento.
Os casos mais complicados são aqueles em que a relação do filho com a mãe é de extrema dependência. Para essas mães, nenhuma nora irá merecer integralmente o seu filho, que para ela é perfeito (inteligente, trabalhador, o homem que toda mulher gostaria de ter como marido).
Nessas condições de forma clara ou velada tem início uma guerrilha entre sogra e nora. Muitas vezes o relacionamento entre elas parece razoável, mas se esconde atrás de falsidades ou partem definitivamente para claras hostilidades.
Esse homem que sempre teve uma relação de dependência e simbiose com a mãe, naturalmente vai agir como um marido-filho da sua parceira. Ele reproduz no casamento atitudes semelhantes que tinha com a mãe. É importante observar que sogras e noras têm muita coisa em comum. Podem ter traços autoritários, dar palpite em tudo e demonstram habilidade em conseguir tudo aquilo que desejam.
É importante para a sobrevivência e manutenção desse modelo de casamento uma conversa franca que reafirme os laços de confiança entre o casal e que consigam delimitar o espaço próprio onde a privacidade e intimidade deles sejam respeitadas.
É necessário negociar acordos para evitar a obrigação dos tradicionais almoços de domingo na casa da sogra, e um passeio… a três. A nora deve colocar limites com habilidade para não gerar desconforto, mas marcar de forma clara a sua posição.
Quando o jogo de sedução não funciona mais com o filho, o próximo alvo serão os netos, aonde afeto e sedução irão se confundir.
Esses conflitos quando não resolvidos podem ser motivo de ressentimento, de discórdias que vão sendo escondidas embaixo do tapete. A conseqüência é que o relacionamento conjugal vai se fragilizando e, a partir daí, se agrava e o casal passa a falar de separação.
Essa situação pode interferir, é claro, na sexualidade. Quando você tem alguém sempre dando palpite no cotidiano do relacionamento, o interesse e o entusiasmo entre o casal diminuem muito. Por isso, é necessário que haja muita transparência e sinceridade: deve-se conversar com a sogra, para que ela também possa canalizar sua energia para os seus próprios projetos, compartilhando com o filho e nora um relacionamento de respeito e admiração.
Fonte:
Moacir Costa Médico psicoterapeuta. Autor do livro Quando o sexo é mais rápido que o prazer – Prestígio Editorial
Amor, fantasias e sonhos. Quer?
Estar à procura de um amor não é uma tarefa fácil, pois para a execução dessa tarefa precisamos de um punhado de intuição, de muito esforço e, principalmente, determinação.
Quando se fala de amor, cada um tem suas fantasias, seus sonhos e até aquele indivíduo mais cético é capaz de se arriscar a uma teoria bem fundamentada para encobrir suas emoções mais intensas.
Existe um grande esforço emocional e um mar de expectativas quando as pessoas saem de casa para se divertir com amigos e, quem sabe, conhecer alguém que seja interessante e que se consiga chamar a atenção. Para homens e mulheres as expectativas são as mesmas, mas como são criados de forma diferente e entendem o mundo de maneira diversa, homens e mulheres se esbarram pelo mundo afora dando nomes diferentes a gestos, palavras e sentimentos.
As mulheres mais sensíveis e atentas interpretam com muita facilidade a linguagem corporal e subliminar dos homens. Estes, mais concretos, não têm tanta facilidade para esse tipo de leitura e, por conta disso, preferem não interpretar ações ou sentimentos e acreditam que perguntar seja uma boa saída para as coisas que precisam saber ou querem entender. Não que mulher não goste de perguntar as coisas, mas como os homens não gostam muito de responder e num primeiro encontro algumas perguntas são viáveis outras não, a maioria prefere interpretar lançando mão de suas competências.
Essa capacidade feminina é um grande facilitador na hora da conquista, mas pode ser um grande dificultador da avaliação do interesse masculino. O que queremos deixar claro é que devemos interpretar o outro quando já o conhecemos pelo menos um pouco e, para os que acabamos de conhecer, valem as atitudes como materiais para a avaliação do quanto o outro está interessado.
A maioria das pessoas reage de maneira muito simples quando estão interessadas e são capazes de milhões de artimanhas quando não estão ou quando querem se livrar de alguém. A frase “eu te ligo amanhã…”, depois do primeiro encontro é um bom exemplo; se o indivíduo ligar, há uma grande chance do relacionamento evoluir, mas se não ligar, e o que ficou esperando não se conformar com o desdém e partir para o ataque ligando, provavelmente alguma coisa vai acontecer, mas nada muito importante ou que coincida com as intenções de quem ficou na espera.
Quem está interessado corre atrás, cumpre as promessas, não faz o outro esperar, não some, atende ao telefone, não diz que anda muito ocupado, não fica trabalhando de sexta-feira á noite, não está cansado para sair e faz tudo para estar com o outro, além de cumprir o que promete.
É muito difícil aceitar de pronto que o interesse do outro durou apenas algumas horas ou que não é amor e sim algum outro sentimento que norteou aquele encontro. Quando entendemos que as atitudes nos mostram muito ou tudo daquele que queremos conhecer ou nos interessamos, nossa vida fica mais fácil.
Parar de desculpar o outro ou ficar encontrando soluções para seus problemas pode ser um ótimo começo para quem quer conhecer alguém especial e ser feliz. Não estamos, de forma nenhuma, dizendo que não devemos ser compreensivos ou bondosos com os outros, mas que devemos economizar compreensão e nos LIBERTAR rapidamente daquela atração e continuarmos o nosso caminho. Afinal, temos um objetivo e ele precisa ser alcançado em um tempo viável para satisfazer as nossas expectativas e não temos todo o tempo.
As emoções de uma noite podem durar dias, mas as atitudes dos dias é que constroem um relacionamento onde todos ganham.
Pessoas que fazem as outras sofrerem, que sempre estão cheias de problemas e não podem se dedicar e ficam sempre em dúvida se querem ou não namorar, prefere “ficar”. Não estão disponíveis para levar nenhum compromisso adiante e quem insiste perde tempo, auto-estima, respeito por si próprio e dignidade.
Encarar a realidade de frente pode ser muito difícil principalmente quando estamos encantados por alguém, mas sem dúvida nenhuma economiza investimento afetivo e liberta o nosso olhar para os próximos da fila.
Fonte: www.sexoaberto.com || Silvani Martani é Psicóloga e Professora em São Paulo. Autora de artigos para revistas, jornais e do livro Uma Viagem para a Puberdade e Manual Teen, para orientação dos jovens.
Comente e compartilhe com os amigosCiúme ou medo? Fantasias negativas no relacionamento. Emoções dolorosas que podemos vivenciar.
O ciúme é uma das emoções mais dolorosas que podemos vivenciar. Ele pode ser obsessivo e implacável. E pode levar a sensação de estar totalmente fora de controle. O medo de perder alguém de quem dependemos pode ser apavorante. As pessoas que são ciumentas estão de fato em guerra com um inimigo imaginário, que pode roubar-lhe o amor.
No caso extremo, o ciúme é semelhantemente a paranóia. As dicas aparecem em todos lugares. Cada palavra ou gesto assume um sentido assustador. Quando não está resolvido definitivamente, o ciúme pode estragar um relacionamento. Mesmo que a vítima dos ciúmes não se afaste fisicamente, ele recolhe as emoções. Amor e confiança não podem florescer numa atmosfera de suspeita e ressentimento.
O ciúme, em geral, pode ter motivos verdadeiros e imaginários.
Como respondemos ao ciúme é um assunto muito pessoal, porque envolve os nossos próprios níveis de confiança em nosso valor e capacidade de ser humano. Quando nos sentimos íntegros e valiosos, não somos atormentados por acessos de ciúme e suspeitas. Ser ciumento é sentir-se inseguro, inadequado e sem valor. Mesmo que um pouco de ciúme possa ser normal em um relacionamento, pode sair do controle e se tornar destrutivo quando alimentado por falta de confiança em si mesmo.
O ciúme pode magoar, além do objeto do nosso sentimento, a nós mesmos, porque corrói nosso sentido de ser. Se você se encontrar batalhando com o ciúme, tente usar esses sentimentos tortuosos para começar a se ajudar. Primeiro de tudo: tenha a certeza de que não está exagerando os sentimentos negativos e desvalorizando os positivos. Ao se permitir ser tomado por esses sentimentos, cedendo a eles, você está se fazendo sentir pior do que deveria. Você pode parar este movimento, em direção negativa, ao apontar o verdadeiro problema, a auto-estima.
O primeiro passo é conter o ciúme. Fale sobre ele. Se ficar se preocupando com ele ou cedendo as suas atitudes suspeitas só vai servir para avivar as fantasias negativas a respeito do seu amante. Expressando o ciúme através de suspeitas e acusações, não apenas aumenta o poder que este tem sobre você, como também afasta seu parceiro.
Comece a canalizar a energia gasta em preocupações para se sentir melhor com você mesmo. Tente escrever todas as coisas que gosta em você. Confie nessas afirmativas pense nelas e se lembre delas. Pense também o que precisa melhorar em você. É útil tentar imaginar o que seu parceiro gostaria em outra pessoa, pois provavelmente serão qualidades que você acha que não tem. Não tente ser como esta outra pessoa, mas deve ter alguns aspectos de sua personalidade que você queira trabalhar e talvez mudar. Explore esses aspectos não por medo e nem para a pessoa com quem você vive, mas pra você mesma.
Fonte:
Melvyn Kinder e Connell Cowan são Doutores em Psicologia, conferencistas e autores de diversos livros.
Extraído do livro Maridos e Mulheres
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Em breve Sra., com seu lar, filhos afazeres novos, nova maneira de lidar com a agenda de trabalho, emoções, enfim, muita coisa vai mudar. Mas antes que tudo isso venha a acontecer, você deve construir este castelo de fantasias que irá povoar suas lembranças: um bordado em sua vida.
Seu álbum de casamento para exibir para os filhos. Sempre vai acontecer de filho perguntar aborrecido – Por que eu não estou na foto, mamãe? – Prepare-se para a resposta simples, aparentemente. Esse momento mágico da cerimônia de casamento não termina, jamais.
Uma tradição na cerimônia de casamento que acontece fora do Brasil, mas que é muito interessante.
Os melhores amigos que forem escolhidos para padrinhos podem fazer parte do cerimonial. Consiste em os padrinhos receberem os convidados na porta da Igreja e os acompanharem até seus lugares.
É uma delicadeza imensa para com os convidados, ao invés de a equipe do cerimonial cuidar como tarefa. É claro que se pressupõe que esta delicada formalidade só se aplique aos convidados que atenderem ao horário estabelecido. Pois na hora em que a noiva se posicionar para entrar na Igreja, os padrinhos deverão estar em seus lugares.
Outra sugestão é não se preocupar em ser tão atual. Por que não o modelo do vestido da mãe ou da avó. Um toque antigo, foge ao comum dos padrões dos vestidos de noiva. No gênero bordado nos ombros descendo pelas mangas, por exemplo.
As alianças levadas pelos pagens, colocadas em arranjos com uma vela para cada um.
Sugestão para presentes:
Se você não pertence às classes mais abastadas e/ou tem amigos não tão abastados, facilite a vida daqueles que desejam presenteá-la com um presente de valor, mas que não está ao alcance do padrão financeiro.
Escolha o seu serviço de cristal e divida em serviços de seis peças de cada. Assim feito, você poderá distribuir, na relação deixada nas lojas, o mesmo para várias pessoas e terá um serviço de 24 ou mais peças.
O mesmo procedimento servirá para outros. Baixelas de prata e etc.
Feliz Bodas e uma vida conjugal plena de harmonia.
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