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Se ninguém é uma ilha, por que tô só?

Autor: Darleide Alves & J.Washington
Como ficar só?

Se ninguém é uma ilha, por que estou só?

Costumamos pensar que só ama, de fato e de direito, quem está com alguém, namorando, casado ou encaixado dentro de qualquer outra relação que inclua o outro, necessariamente. No entanto, estar só também pode ser um jeito de amar, de relacionar-se, mesmo que temporariamente.

Todos nós, em algum momento da vida, já nos encontramos indisponíveis, mesmo que não comprometidos. Seria como dizer que estamos em posição de espera; e a espera pode ser um exercício divino, que inclui paciência, consciência e, fundamentalmente, presença de si mesmo! Então, ama-se só a si mesmo, enquanto se espera para estar pronto. Ama-se só para um período de revisão, de recauchutagem, de reforma interior. Ama-se só para resgatar em si valores perdidos, defasados, esquecidos, para voltar a acreditar em algo que se esvaiu numa decepção, para reformular a alegria, a vontade de viver, o desejo de compartilhar.

Porque engatar uma relação na outra para fugir deste amor só, de si consigo mesmo, é o que muitas pessoas fazem… é o que todos nós, provavelmente, já fizemos alguma vez. Entretanto, se em algum momento decidirmos nos olhar com acolhimento e respeito, certamente perceberemos que ninguém pode curar uma ferida que é nossa. E até para que alguém nos ajude nesta difícil recuperação, precisamos estar prontos, conectados com o que há de mais íntimo em nossas almas. Isto é, amar-se só.

Por outro lado, também existe quem fica continuadamente sozinho, enclausurado em seu próprio medo a fim de evitar a reincidência da dor, para descartar a possibilidade de perder novamente. E esta escolha, da mesma forma, também não nos remete à evolução, não nos possibilita uma atualização preciosa para que o amor compartilhado aconteça. Neste sentido, estar só pode deixar de ser incapacidade ou incompetência para se transformar em ‘expertise’; você pode não se comprometer com o outro – seja por decisão pessoal ou circunstancial – para estar melhor, mais inteiro, mais atraente e consciente do amor que quer compartilhar, para que quando o outro chegue, você possa recepcioná-lo à altura do que tem para oferecer. Creio que esteja mais do que na hora de pararmos de impor uma relação direta entre estar junto e feliz e estar só e abandonado. Ou seja, estar junto nem sempre significa estar feliz, assim como estar só pode não ser sinônimo de abandono.
A referência é interna e pessoal. O centro é o coração de cada um e, por isso mesmo, a decisão de ficar ou de ir, de fechar-se ou de se abrir deve estar baseada na percepção que você tem de si mesmo, no amor que sabe de si, que reconhece seu momento, e que escolhe, a despeito das pressões sociais, se compartilha amor ou se o singulariza temporariamente.

Sinto que vale esclarecer que não estou defendendo o não-amor, até porque vocês sabem – não acredito nisso. Pessoas que insistem em justificar sua solidão em nome da não necessidade do outro estão, a meu ver, tentando encobrir uma carência inconsciente, latente, gritante e muito mais visível do que imaginam. Todos nós precisamos do outro, não porque sejamos insuficientes a nós mesmos, mas porque é no ato de compartilhar vidas que nos tornamos mais inteiros, mais felizes, mais humanos.

Quando defendo o amor só – veja! – não deixei de falar de amor. Falo do amor primeiro, do essencial, do amor por si. E, sobretudo, falo de um período e não de uma decisão irrefutável, como crenças limitantes que não nos levam a nenhum ganho. De qualquer maneira, continuo, então, defendendo o amor compartilhado, com o outro, mesmo que seja somente depois de um tempo de amor singular!
Muitas vezes, pensamos que o outro é nossa alma gêmea e, na verdade, o que fizemos foi inventá-lo ao nosso gosto. Todas as pessoas deveriam ficar sozinhas de vez em quando, para estabelecer um diálogo interno e descobrir sua força pessoal. Na solidão, o indivíduo entende que a harmonia e a paz de espírito só podem ser encontradas dentro dele mesmo, e não a partir do outro. Ao perceber isso, ele se torna menos crítico e mais compreensivo quanto às diferenças, respeitando a maneira de ser de cada um.

O amor de duas pessoas inteiras é bem mais saudável. Nesse tipo de ligação, há o aconchego, o prazer da companhia e o respeito pelo ser amado.

Fonte: www.sexoaberto.com || CadaDia.net

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Ciúme ou medo? Fantasias negativas no relacionamento. Emoções dolorosas que podemos vivenciar.

Autor: Darleide Alves & J.Washington

O ciúme é uma das emoções mais dolorosas que podemos vivenciar. Ele pode ser obsessivo e implacável. E pode levar a sensação de estar totalmente fora de controle. O medo de perder alguém de quem dependemos pode ser apavorante. As pessoas que são ciumentas estão de fato em guerra com um inimigo imaginário, que pode roubar-lhe o amor.

No caso extremo, o ciúme é semelhantemente a paranóia. As dicas aparecem em todos lugares. Cada palavra ou gesto assume um sentido assustador. Quando não está resolvido definitivamente, o ciúme pode estragar um relacionamento. Mesmo que a vítima dos ciúmes não se afaste fisicamente, ele recolhe as emoções. Amor e confiança não podem florescer numa atmosfera de suspeita e ressentimento.

O ciúme, em geral, pode ter motivos verdadeiros e imaginários.

Como respondemos ao ciúme é um assunto muito pessoal, porque envolve os nossos próprios níveis de confiança em nosso valor e capacidade de ser humano. Quando nos sentimos íntegros e valiosos, não somos atormentados por acessos de ciúme e suspeitas. Ser ciumento é sentir-se inseguro, inadequado e sem valor. Mesmo que um pouco de ciúme possa ser normal em um relacionamento, pode sair do controle e se tornar destrutivo quando alimentado por falta de confiança em si mesmo.

Quando o ciúme atrapalha o relacionamento.

O ciúme pode magoar, além do objeto do nosso sentimento, a nós mesmos, porque corrói nosso sentido de ser. Se você se encontrar batalhando com o ciúme, tente usar esses sentimentos tortuosos para começar a se ajudar. Primeiro de tudo: tenha a certeza de que não está exagerando os sentimentos negativos e desvalorizando os positivos. Ao se permitir ser tomado por esses sentimentos, cedendo a eles, você está se fazendo sentir pior do que deveria. Você pode parar este movimento, em direção negativa, ao apontar o verdadeiro problema, a auto-estima.

O primeiro passo é conter o ciúme. Fale sobre ele. Se ficar se preocupando com ele ou cedendo as suas atitudes suspeitas só vai servir para avivar as fantasias negativas a respeito do seu amante. Expressando o ciúme através de suspeitas e acusações, não apenas aumenta o poder que este tem sobre você, como também afasta seu parceiro.

Comece a canalizar a energia gasta em preocupações para se sentir melhor com você mesmo. Tente escrever todas as coisas que gosta em você. Confie nessas afirmativas pense nelas e se lembre delas. Pense também o que precisa melhorar em você. É útil tentar imaginar o que seu parceiro gostaria em outra pessoa, pois provavelmente serão qualidades que você acha que não tem. Não tente ser como esta outra pessoa, mas deve ter alguns aspectos de sua personalidade que você queira trabalhar e talvez mudar. Explore esses aspectos não por medo e nem para a pessoa com quem você vive, mas pra você mesma.

Fonte:
Melvyn Kinder e Connell Cowan são Doutores em Psicologia, conferencistas e autores de diversos livros.
Extraído do livro Maridos e Mulheres

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#Filhos: Os pais não têm como acompanhar o tempo todo, mas é necessário que se tome muito cuidado.

Autor: Darleide Alves & J.Washington
Filhos seguem o exemplo dos pais

Quem os filhos estão imitando?

Na puberdade e adolescência, os jovens começam a questionar os conceitos, padrões e idéias que seus pais lhes mostraram durante toda a infância. Essa indagação é recheada de atitudes inesperadas, sentimentos contraditórios, agressividade e, todo tipo de exagero que os novos comportamentos são capazes de desencadear.

Não é simples para os pais terem filhos lhes desafiando dia e noite, respondendo não a todas as todas as perguntas, contrariando quase todas as idéias por simples exercício psicoemocional e intelectual, sem muito respaldo ou convicção.

Nesse momento, as células de convívio são uma prioridade para os jovens e a escolha de com qual grupo ele irá se relacionar depende e passa pela identificação entre seus integrantes, mais que pela ideologia do grupo.

Estar com os amigos é muito importante, independente do que se faça ou se queira, sabendo que essa convivência reedita comportamentos observados durante toda vida até ali. Posturas, palavreados, modos, comportamentos, conceitos, valores, são trocados e demonstrados muito para realinhar o crescimento do indivíduo.

Neste ponto surge, com forca devastadora, o LÍDER.
Amado e copiado, o líder ocupa o lugar do que falta nas formações, com poucas influências e cuidados.

É sabido que os pais já não dispõem do tempo que gostariam para estar com seus filhos. Pais e mães passaram a compor a renda da família e o período de trabalho aumentou muito nestes últimos anos.

Com os pais mais ausentes, a TV, a escola, os amigos, a internet, são as grandes companhias dos jovens e crianças. Sem condições de avaliar tanto o conteúdo como qualidades das informações contidas nesses veículos esses indivíduos estão expostos a toda sorte de absurdos e influências.

É interessante como os pais insistem em minimizar o efeito que os meios de comunicação têm sobre as cabeças de seus filhos como se alguém tivesse condições de distribuir somente programas com conteúdos revisados e oportunos para as mais diferentes idades.

Os pais não têm como acompanhar os seus filhos o tempo todo, de saber o que estão fazendo ou assistindo, mas é necessário que se tome muito cuidado.

Existem programas apropriados para rastrear a vida virtual das crianças e jovens, tempos reduzidos de exposição a TV são sempre bem-vindos, saber com quem os filhos andam e o que fazem no tempo livre é absolutamente necessário.

Invasão de privacidade?
Não. Cuidado.
Os jovens, como dissemos, tem condições de avaliar somente  parte da influência a que estão expostos e isto os torna uma presa fácil de ser conduzida.

A educação é norteada pelos padrões, crenças, conceitos, hábitos, local de moradia, condições sociais e tantos outros aspectos que somados transformam cada família em um mundo muito particular.

Para os pequenos os pais ainda são mais atenciosos, pois estão certos que são ingênuos e indefesos. No entanto, basta que entrem na puberdade e os pais respiram aliviados que seus filhos “já sabem” se virar e escolher o que é melhor.  Não sabem.

Os pais precisam dessa constatação para poderem sossegar. Mas, ainda é cedo para os pais descansarem. Os jovens precisam de muita conversa, de muito cuidado e orientação para que no futuro bem próximo se tornem adultos saudáveis.

Fonte: Silvani Martani é Psicóloga e Professora em São Paulo. Autora de artigos para revistas, jornais e do livro Uma Viagem para a Puberdade e Manual Teen, para orientação dos jovens.

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Fantasias e moções a dois. Veja aqui!

Autor: Darleide Alves & J.Washington
Amor verdadeiro

Fantasias entre homem e mulher.

Estar à procura de um amor não é uma tarefa fácil, pois para a execução dessa tarefa precisamos de um punhado de intuição, de muito esforço e, principalmente, determinação.

Quando se fala de amor, cada um tem suas fantasias, seus sonhos e até aquele indivíduo mais cético é capaz de se arriscar a uma teoria bem fundamentada para encobrir suas emoções mais intensas.

Existe um grande esforço emocional e um mar de expectativas quando as pessoas saem de casa para se divertir com amigos e, quem sabe, conhecer alguém que seja interessante e que se consiga chamar a atenção. Para homens e mulheres as expectativas são as mesmas, mas como são criados de forma diferente e entendem o mundo de maneira diversa, homens e mulheres se esbarram pelo mundo afora dando nomes diferentes a gestos, palavras e sentimentos.

As mulheres mais sensíveis e atentas interpretam com muita facilidade a linguagem corporal e subliminar dos homens. Estes, mais concretos, não têm tanta facilidade para esse tipo de leitura e, por conta disso, preferem não interpretar ações ou sentimentos e acreditam que perguntar seja uma boa saída para as coisas que precisam saber ou querem entender. Não que mulher não goste de perguntar as coisas, mas como os homens não gostam muito de responder e num primeiro encontro algumas perguntas são viáveis outras não, a maioria prefere interpretar lançando mão de suas competências.

Essa capacidade feminina é um grande facilitador na hora da conquista, mas pode ser um grande dificultador da avaliação do interesse masculino. O que queremos deixar claro é que devemos interpretar o outro quando já o conhecemos pelo menos um pouco e, para os que acabamos de conhecer, valem as atitudes como materiais para a avaliação do quanto o outro está interessado.

A maioria das pessoas reage de maneira muito simples quando estão interessadas e são capazes de milhões de artimanhas quando não estão ou quando querem se livrar de alguém. A frase “eu te ligo amanhã…”, depois do primeiro encontro é um bom exemplo; se o indivíduo ligar, há uma grande chance do relacionamento evoluir, mas se não ligar, e o que ficou esperando não se conformar com o desdém e partir para o ataque ligando, provavelmente alguma coisa vai acontecer, mas nada muito importante ou que coincida com as intenções de quem ficou na espera.

Quem está interessado corre atrás, cumpre as promessas, não faz o outro esperar, não some, atende ao telefone, não diz que anda muito ocupado, não fica trabalhando de sexta-feira á noite, não está cansado para sair e faz tudo para estar com o outro, além de cumprir o que promete.

É muito difícil aceitar de pronto que o interesse do outro durou apenas algumas horas ou que não é amor e sim algum outro sentimento que norteou aquele encontro. Quando entendemos que as atitudes nos mostram muito ou tudo daquele que queremos conhecer ou nos interessamos, nossa vida fica mais fácil.

Parar de desculpar o outro ou ficar encontrando soluções para seus problemas pode ser um ótimo começo para quem quer conhecer alguém especial e ser feliz. Não estamos, de forma nenhuma, dizendo que não devemos ser compreensivos ou bondosos com os outros, mas que devemos economizar compreensão e nos LIBERTAR rapidamente daquela atração e continuarmos o nosso caminho. Afinal, temos um objetivo e ele precisa ser alcançado em um tempo viável para satisfazer as nossas expectativas e não temos todo o tempo.

As emoções de uma noite podem durar dias, mas as atitudes dos dias é que constroem um relacionamento onde todos ganham.

Pessoas que fazem as outras sofrerem, que sempre estão cheias de problemas e não podem se dedicar e ficam sempre em dúvida se querem ou não namorar, prefere “ficar”. Não estão disponíveis para levar nenhum compromisso adiante e quem insiste perde tempo, auto-estima, respeito por si próprio e dignidade.

Encarar a realidade de frente pode ser muito difícil principalmente quando estamos encantados por alguém, mas sem dúvida nenhuma economiza investimento afetivo e liberta o nosso olhar para os próximos da fila.

Fonte: www.sexoaberto.com ||  Silvani Martani é Psicóloga e Professora em São Paulo. Amiga e colaboradora do Cada Dia. Autora de artigos para revistas, jornais e do livro Uma Viagem para a Puberdade e Manual Teen, para orientação dos jovens.

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Familiar deprimido? O que fazer? Veja!

Autor: Darleide Alves & J.Washington
Quando um familiar está deprimido.

Quando um familiar entra em depressão.

É muito importante entendermos a depressão para também entendermos o que uma pessoa que passa por um período depressivo sente. Desta forma, procure, assim que possível, saber mais sobre este transtorno do humor. 

Essencial, também, é que o familiar com depressão receba o apoio e a compreensão de pessoas próximas! Porém, muitas pessoas deprimidas sentem-se constrangidas em falar sobre os seus sofrimentos para outras pessoas porque julgam atrapalhar a vida do outro com os seus próprios problemas e, portanto, tendem a se fechar mais ainda. 

Procure não utilizar, com o deprimido, frases como: “Pare de pensar coisas ruins!”, “Você tem que ficar animado”, ou “Pare de reclamar da vida” para fazer com que ele se anime. Talvez até a sua intenção em usar estas frases sejam boas e tenham o objetivo de ajudá-lo a se reerguer e se animar, mas para a pessoa que está em depressão é muito difícil conseguir usar a razão e deixar que ela domine os sentimentos, que estão muito pesados, muito sofridos. E quando a pessoa ouve frases como estas, ela pode se sentir mais incapaz ainda por ouvi-las, querer mudar, mas não conseguir fazer o que estão dizendo a ela naquele momento. 

 Em vez de usar estas frases (mesmo que elas sejam ditas de boa vontade), use frases compreensivas, como “Estes sentimentos são muito ruins mesmo.”, ou “Eu posso imaginar a sua dor. Você quer falar mais sobre o que está sentindo?” (e deixe a pessoa falar…), ou “Pode parecer que não, mas esta é uma fase, e ela vai passar. 

Enquanto isso, estarei do seu lado”. Frases assim não “obrigam” o paciente a se animar AGORA, JÁ, o que é muito difícil para ele, e não o culpam pelo que está sentindo, oferecendo a compreensão e o apoio enquanto esta fase não passa.Outra coisa que você e sua família podem fazer pelo familiar deprimido é encorajá-lo a caminhar! Normalmente a pessoa que está com depressão, pela falta de energia física e emocional (e não por “frescura”), não quer sair do quarto ou de casa ou até mesmo da cama! Mas o exercício físico poderá ajudá-lo na depressão porque quando caminhamos produzimos substâncias como a serotonina e a adrenalina. 

Quando alguém está deprimido, o nível de serotonina no cérebro está muito baixo e a caminhada ajudará, então, a aumentar a produção desta substância e, portanto, ajudará na cura da depressão. Se possível, caminhe junto com ele!A família também deve encorajar o familiar deprimido a seguir as orientações médicas. Pode acontecer que, devido à depressão, o próprio paciente não tenha vontade de tomar os medicamentos, ir à terapia, e seguir com o que foi orientado pelo profissional médico ou psicólogo. 

Assim, também é papel da família estar ao lado do deprimido animando-o a seguir com tais procedimentos porque eles farão efeito!Também é importante prestar atenção se o seu familiar tem idéias suicidas. Se ele fala em se matar, em morrer, é importante que vocês, família, informem isto para o médico psiquiatra que está cuidando de seu parente para que medidas possam ser tomadas para a prevenção de um suicídio: aumentar o medicamento talvez (de acordo com a orientação devida do médico responsável), mudá-lo, colocar pessoas para ficarem 24hs com a pessoa deprimida e outros procedimentos. 

Todas estas ajudas serão muito bem-vindas e servirão como auxílio na recuperação da saúde do seu familiar, juntamente com os tratamentos médicos ou psicológicos que sejam necessários. 

Dr. César Vasconcelos de Souza – Psiquiatra
portalnatural.com.br

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Amor, fantasias e sonhos. Quer?

Autor: Darleide Alves & J.Washington
Procurando um amor

Para quem procura o amor verdadeiro.

Estar à procura de um amor não é uma tarefa fácil, pois para a execução dessa tarefa precisamos de um punhado de intuição, de muito esforço e, principalmente, determinação.

Quando se fala de amor, cada um tem suas fantasias, seus sonhos e até aquele indivíduo mais cético é capaz de se arriscar a uma teoria bem fundamentada para encobrir suas emoções mais intensas.

Existe um grande esforço emocional e um mar de expectativas quando as pessoas saem de casa para se divertir com amigos e, quem sabe, conhecer alguém que seja interessante e que se consiga chamar a atenção. Para homens e mulheres as expectativas são as mesmas, mas como são criados de forma diferente e entendem o mundo de maneira diversa, homens e mulheres se esbarram pelo mundo afora dando nomes diferentes a gestos, palavras e sentimentos.

As mulheres mais sensíveis e atentas interpretam com muita facilidade a linguagem corporal e subliminar dos homens. Estes, mais concretos, não têm tanta facilidade para esse tipo de leitura e, por conta disso, preferem não interpretar ações ou sentimentos e acreditam que perguntar seja uma boa saída para as coisas que precisam saber ou querem entender. Não que mulher não goste de perguntar as coisas, mas como os homens não gostam muito de responder e num primeiro encontro algumas perguntas são viáveis outras não, a maioria prefere interpretar lançando mão de suas competências.

Essa capacidade feminina é um grande facilitador na hora da conquista, mas pode ser um grande dificultador da avaliação do interesse masculino. O que queremos deixar claro é que devemos interpretar o outro quando já o conhecemos pelo menos um pouco e, para os que acabamos de conhecer, valem as atitudes como materiais para a avaliação do quanto o outro está interessado.

A maioria das pessoas reage de maneira muito simples quando estão interessadas e são capazes de milhões de artimanhas quando não estão ou quando querem se livrar de alguém. A frase “eu te ligo amanhã…”, depois do primeiro encontro é um bom exemplo; se o indivíduo ligar, há uma grande chance do relacionamento evoluir, mas se não ligar, e o que ficou esperando não se conformar com o desdém e partir para o ataque ligando, provavelmente alguma coisa vai acontecer, mas nada muito importante ou que coincida com as intenções de quem ficou na espera.

 

Quem está interessado corre atrás, cumpre as promessas, não faz o outro esperar, não some, atende ao telefone, não diz que anda muito ocupado, não fica trabalhando de sexta-feira á noite, não está cansado para sair e faz tudo para estar com o outro, além de cumprir o que promete.

É muito difícil aceitar de pronto que o interesse do outro durou apenas algumas horas ou que não é amor e sim algum outro sentimento que norteou aquele encontro. Quando entendemos que as atitudes nos mostram muito ou tudo daquele que queremos conhecer ou nos interessamos, nossa vida fica mais fácil.

Parar de desculpar o outro ou ficar encontrando soluções para seus problemas pode ser um ótimo começo para quem quer conhecer alguém especial e ser feliz. Não estamos, de forma nenhuma, dizendo que não devemos ser compreensivos ou bondosos com os outros, mas que devemos economizar compreensão e nos LIBERTAR rapidamente daquela atração e continuarmos o nosso caminho. Afinal, temos um objetivo e ele precisa ser alcançado em um tempo viável para satisfazer as nossas expectativas e não temos todo o tempo.

As emoções de uma noite podem durar dias, mas as atitudes dos dias é que constroem um relacionamento onde todos ganham.

Pessoas que fazem as outras sofrerem, que sempre estão cheias de problemas e não podem se dedicar e ficam sempre em dúvida se querem ou não namorar, prefere “ficar”. Não estão disponíveis para levar nenhum compromisso adiante e quem insiste perde tempo, auto-estima, respeito por si próprio e dignidade.

Encarar a realidade de frente pode ser muito difícil principalmente quando estamos encantados por alguém, mas sem dúvida nenhuma economiza investimento afetivo e liberta o nosso olhar para os próximos da fila.

Fonte:  www.sexoaberto.com || Silvani Martani é Psicóloga e Professora em São Paulo.  Autora de artigos para revistas, jornais e do livro Uma Viagem para a Puberdade e Manual Teen, para orientação dos jovens.

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Conflitos: Como conviver com a sogra!

Autor: Darleide Alves & J.Washington
A relação com a sogra.

Como conviver com a sogra.

É claro que você encontra sogras que demonstram muito bom senso, que evitam tomar partido nas brigas ou atritos do jovem casal. Algumas se dão tão bem com o genro que demonstram admiração por ele ou agem de forma sedutora que tem como finalidade apenas agradá-lo com o intuito de proteger a própria filha no casamento.

 

Os casos mais complicados são aqueles em que a relação do filho com a mãe é de extrema dependência. Para essas mães, nenhuma nora irá merecer integralmente o seu filho, que para ela é perfeito (inteligente, trabalhador, o homem que toda mulher gostaria de ter como marido).

Nessas condições de forma clara ou velada tem início uma guerrilha entre sogra e nora. Muitas vezes o relacionamento entre elas parece razoável, mas se esconde atrás de falsidades ou partem definitivamente para claras hostilidades.

Esse homem que sempre teve uma relação de dependência e simbiose com a mãe, naturalmente vai agir como um marido-filho da sua parceira. Ele reproduz no casamento atitudes semelhantes que tinha com a mãe. É importante observar que sogras e noras têm muita coisa em comum. Podem ter traços autoritários, dar palpite em tudo e demonstram habilidade em conseguir tudo aquilo que desejam.

É importante para a sobrevivência e manutenção desse modelo de casamento uma conversa franca que reafirme os laços de confiança entre o casal e que consigam delimitar o espaço próprio onde a privacidade e intimidade deles sejam respeitadas.

É necessário negociar acordos para evitar a obrigação dos tradicionais almoços de domingo na casa da sogra, e um passeio… a três. A nora deve colocar limites com habilidade para não gerar desconforto, mas marcar de forma clara a sua posição.

Quando o jogo de sedução não funciona mais com o filho, o próximo alvo serão os netos, aonde afeto e sedução irão se confundir.

Esses conflitos quando não resolvidos podem ser motivo de ressentimento, de discórdias que vão sendo escondidas embaixo do tapete. A conseqüência é que o relacionamento conjugal vai se fragilizando e, a partir daí, se agrava e o casal passa a falar de separação.

Essa situação pode interferir, é claro, na sexualidade. Quando você tem alguém sempre dando palpite no cotidiano do relacionamento, o interesse e o entusiasmo entre o casal diminuem muito. Por isso, é necessário que haja muita transparência e sinceridade: deve-se conversar com a sogra, para que ela também possa canalizar sua energia para os seus próprios projetos, compartilhando com o filho e nora um relacionamento de respeito e admiração.

Fonte:
Moacir Costa Médico psicoterapeuta. Autor do livro Quando o sexo é mais rápido que o prazer – Prestígio Editorial

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Você tem uma casa ou um lar?

Autor: Darleide Alves & J.Washington
Uma casa ou um lar

Construindo um lar ou uma casa?

Qual a base de uma família nos tempos atuais? É uma mera união entre duas pessoas, movidas por uma paixão que pode ser apenas passageira? Uma das grandes questões que se deve levar em conta, quando se fala de formação de famílias, é qual o alicerce usado. As pessoas talvez estejam construindo muitas casas, porém não lares.

Essa realidade é expressa, infelizmente, através de estatísticas. Nos Estados Unidos, país que costuma medir todas as ações de sua sociedade, uma pesquisa demonstrou que 43% dos primeiros casamentos terminam em 15 anos. Isso significa que mais de dois quintos dos primeiros casamentos dos norte-americanos terminam em divórcio ou separação em no máximo 15 anos, de acordo com um estudo conduzido pelo próprio governo. Um de cada três primeiros casamentos norte-americanos se encerra em menos de 10 anos e um em cada cinco se dissolve em cinco anos.

Essa constatação não é gratuita. Acontece porque o casamento e a estruturação de uma família têm sido tratados com irresponsabilidade. Muitos jovens se unem, cada vez mais, por diversos interesses menos o de constituir um lar. São aspirações financeiras, paixões incontroláveis e motivos até banais que unem um homem e uma mulher. Os filhos surgem posteriormente e cria-se, muitas vezes, um ambiente de aparências onde o divórcio é apenas uma questão de tempo.

Pela Bíblia, é possível perceber que a vida não se desenvolve somente através de aspectos materiais. Ganhar dinheiro, adquirir bens, ter uma boa profissão, concluir uma graduação, mestrado ou doutorado são metas legítimas e importantes. O jovem, no entanto, não deve se restringir a essa busca e elevar sua mente a Deus. E esse relacionamento com o Pai Celeste vale, também, em relação à constituição de uma família.

Valoroso jovem, nos relacionamentos vale a percepção de onde se quer chegar. Ninguém namora sem finalidades específicas e, no caso de jovens cristãos, o casamento é um objetivo nobre e que precisa ser tratado com toda a atenção possível. É melhor orar a Deus e pensar bem do que amargar um divórcio depois e engrossar as estatísticas de separações precoces. 

Fonte: www.sexoaberto.com || Felipe Diemer de Lemos trabalha com assessoria de imprensa.

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Dicas para casar com a pessoa certa.

Autor: Darleide Alves & J.Washington

 

Dicas para casar bem

10 dicas para não errar

Com a taxa de divórcio acima de 50%, aparentemente pessoas demais estão cometendo um grave erro ao decidir com quem pretendem passar o resto de sua vida. Para evitar tornar-se uma estatística, tente interiorizar estes dez pontos a fim de não entrar em uma fria.

1. Você escolhe a pessoa errada porque espera que ele/ela mude depois do casamento.

O erro clássico. Nunca despose um potencial. A regra de ouro é: Se você não pode ser feliz com a pessoa como ela é agora, não se case. Como disse, muito sabiamente, um colega meu: “Na verdade, pode-se esperar que alguém mude depois de casado… para pior!”

Portanto, quando se trata da espiritualidade, caráter, higiene pessoal, habilidade de se comunicar e hábitos pessoais de outra pessoa, assegure-se de que pode viver com estes como são agora.

2. Você escolhe a pessoa errada porque se preocupa mais com a química que com o caráter.

A química acende o fogo, mas o bom caráter o mantém aceso. Esteja consciente da síndrome “Estar apaixonado”. “Estou apaixonado” freqüentemente significa “Sinto atração física.” A atração está lá, mas você averiguou cuidadosamente o caráter dessa pessoa?

Aqui estão quatro traços de personalidade para serem definitivamente testados:

Humildade: Esta pessoa acredita que “fazer a coisa certa” é mais importante que o conforto pessoal?

Bondade: Esta pessoa gosta de dar prazer aos outros? Como ela trata as pessoas com as quais não tem de ser agradável? Ela faz algum trabalho voluntário? Faz caridade?

Responsabilidade: Posso confiar que esta pessoa fará aquilo que diz que fará?

Felicidade: Esta pessoa gosta de si mesma? Ela aprecia a vida? É emocionalmente estável?

Pergunte-se: Eu desejo ser como esta pessoa? Quero ter um filho com esta pessoa? Gostaria que meu filho se parecesse com ela?

3. Você fica com a pessoa errada porque o homem não entende aquilo que a mulher mais precisa.

Homens e mulheres têm necessidades emocionais específicas, e quase sempre, é o homem que simplesmente “não consegue.” A tradição judaica coloca sobre o homem o ônus de entender as necessidades emocionais de uma mulher, e de satisfazê-las.

Para a mulher, o mais importante é ser amada – sentir que é a pessoa mais importante na vida do marido. O marido precisa dar-lhe atenção consistente e verdadeira.

Isso fica mais evidente na atitude do judaísmo para com a intimidade sexual. A Torá obriga o marido a satisfazer as necessidades sexuais da mulher. A intimidade sexual é sempre colocada em termos femininos. Os homens são orientados para um objetivo, principalmente quando se trata desta área. Como disse certa vez uma mulher inteligente: “O homem tem duas velocidades: ligado e desligado.” As mulheres são orientadas pela experiência. Quando um homem é capaz de trocar as marchas e torna-se mais orientado pela experiência, descobrirá o que faz sua esposa muito feliz. Quando o homem se esquece de suas próprias necessidades e se concentra em dar prazer à mulher, coisas fantásticas acontecem.

4. Você escolhe a pessoa errada porque vocês não partilham metas de vida em comum e prioridades.

Existem três maneiras básicas de nos conectarmos com outra pessoa:

  1. Química e compatibilidade.
  2. Partilhar interesses em comum.
  3. Compartilhar o mesmo objetivo de vida.

Assegure-se de que você compartilha o profundo nível de conexão que objetivos de vida em comum proporcionam. Após o casamento, os dois crescerão juntos ou crescerão separados. Para evitar crescer separado, você deve entender para que “está vivendo” enquanto é solteiro – e então encontrar alguém que tenha chegado à mesma conclusão que você.

Esta é a verdadeira definição de “alma gêmea.” Uma alma gêmea tem o mesmo objetivo – duas pessoas que em última instância compartilham o mesmo entendimento ou propósito de vida, e portanto possuem as mesmas prioridades, valores e objetivos.

5. Você escolhe a pessoa errada porque logo se envolve sexualmente.

O envolvimento sexual antes do compromisso de casamento pode ser um grande problema, porque muitas vezes impede uma completa exploração honesta de aspectos importantes. O envolvimento sexual tende a nublar a mente da pessoa. E uma mente nublada não está inclinada a tomar decisões corretas.

Não é necessário fazer um “test drive” para descobrir se um casal é sexualmente compatível. Se você faz a sua parte e tem certeza que é intelectual e emocionalmente compatível, não precisa se preocupar sobre compatibilidade sexual. De todos os estudos feitos sobre o divórcio, a incompatibilidade sexual jamais foi citada como o principal motivo para as pessoas se divorciarem.

6. Você fica com a pessoa errada porque não tem uma profunda conexão emocional com esta pessoa.

Para avaliar se você tem ou não uma profunda conexão emocional, pergunte: “Respeito e admiro esta pessoa?”

Isso não significa: “Estou impressionado por esta pessoa?” Nós ficamos impressionados por um Mercedes. Não respeitamos alguém porque tem um Mercedes. Você deveria ficar impressionado pelas qualidades de criatividade, lealdade, determinação, etc.

Pergunte também: “Confio nesta pessoa?” Isso também significa: “Ele ou ela é emocionalmente estável? Sinto que posso confiar nele/nela?”

7. Você se envolve com a pessoa errada porque escolhe alguém com quem não se sente emocionalmente seguro.

Faça a si mesmo as seguintes perguntas: Sinto-me calmo, relaxado e em paz com esta pessoa? Posso ser inteiramente eu mesmo com ela? Esta pessoa faz-me sentir bem comigo mesmo? Você tem um amigo realmente íntimo que o faz sentir assim? Assegure-se que a pessoa com quem vai se casar faz você sentir-se da mesma forma!

De alguma maneira, você tem medo desta pessoa? Você não deveria sentir que é preciso monitorar aquilo que diz porque tem medo da reação da outra pessoa. Se você tem receio de expressar abertamente seus sentimentos e opiniões, então há um problema com o relacionamento.

Um outro aspecto de sentir-se seguro é que você não sente que a outra pessoa está tentando controlá-lo. Controlar comportamentos é sinal de uma pessoa abusiva. Esteja atento para alguém que está sempre tentando modificá-lo. Há uma grande diferença entre “controlar” e “fazer sugestões.” Uma sugestão é feita para seu benefício; uma declaração de controle é feita para o benefício de outra pessoa.

8. Você fica com a pessoa errada porque você não põe todas as cartas na mesa.

Tudo aquilo que o aborrece no relacionamento deve ser trazido à baila para discussão. Falar sobre aquilo que incomoda é a única forma de avaliar o quão positivamente vocês se 0comunicam, negociam e trabalham juntos. No decorrer de toda a vida, as dificuldades inevitavelmente surgirão. Você precisa saber agora, antes de assumir um compromisso: Vocês conseguem resolver suas diferenças e fazer concessões que sejam boas para ambas as partes?

Nunca tenha receio de deixar a pessoa saber aquilo que o incomoda. Esta é também uma maneira para você testar o quanto pode ficar vulnerável perante esta pessoa. Se você não pode ser vulnerável, então não pode ser íntimo. Os dois caminham juntos.

9. Você escolhe a pessoa errada porque usa o relacionamento para escapar de problemas pessoais e da infelicidade.

Se você é infeliz e solteiro, provavelmente será infeliz e casado, também. O casamento não conserta problemas pessoais, psicológicos e emocionais. Na melhor das hipóteses, o casamento apenas os exacerbará.

Se você não está feliz consigo mesmo e com sua vida, aceite a responsabilidade de consertá-la agora, enquanto está solteiro. Você se sentirá melhor, e seu futuro cônjuge lhe agradecerá.

10. Você escolhe a pessoa errada porque ele/ela está envolvido em um triângulo.

Estar “triangulado” significa que a pessoa é emocionalmente dependente de alguém ou de algo, ao mesmo tempo em que tenta desenvolver um outro relacionamento. Uma pessoa que não se separou de seus pais é o exemplo clássico de triangulação. As pessoas também podem estar trianguladas com objetos, tais como o trabalho, drogas, a Internet, passatempos, esportes ou dinheiro.

Assegure-se de que você e seu parceiro estejam livres de triângulos. A pessoa apanhada em um triângulo não pode estar emocionalmente disponível por completo para você. Você não será a prioridade número um. E isso não é base para um casamento.

Fonte: www.sexoaberto.com || Rabino Dov Heller

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Tá dificil a relação no trabalho? Veja!

Autor: Darleide Alves & J.Washington

Muita gente não sabe, mas relacionar-se bem com os colegas de trabalho é um dos principais fatores de sucesso. Pois é, de nada adianta você ser um profissional competente se não sabe trabalhar em equipe e criar harmonia no ambiente de trabalho.

Um estudo da Harvard mostra que 2/3 das demissões nas empresas são causadas por dificuldades de relacionamento com os colegas. Isso explica porque pessoas altamente profissionais e competentes no que fazem acabam sendo demitidas de suas empresas e outras – nem tão competentes assim permanecem, atingindo promoções e melhores oportunidades de carreira. Logo, podemos concluir que competência técnica não é tudo e que aquelas pessoas que não têm uma boa habilidade para criar relacionamentos acabam tendo menores chances de sucesso.

Trabalhar com pessoas difícieis.

A tarefa de se relacionar no trabalho.

Existem diversas causas para a dificuldade nos relacionamentos humanos: rabugice, antipatia, arrogância, timidez etc. mas a causa mais comum é o despreparo. A grande maioria das pessoas não sabe que cuidar das relações não é apenas uma questão de sociabilidade, mas de progresso profissional.

As relações humanas são baseadas numa palavrinha: comportamento. Com isso,as pessoas que têm um bom comportamento, automaticamente, cuidam melhor de suas relações humanas. Essa é uma das competências relacionadas à inteligência emocional (QE – Quociente Emocional), que há muito tempo vem sendo valorizada demais nas empresas.

De nada adianta um profissional possuir um QI (Quociente de Inteligência) alto se o seu QE for baixo. Ele estará fadado a ter sérios problemas na carreira e na vida particular.

O marketing interpessoal é uma ótima ferramenta de orientação na busca por um comportamento adequado para o sucesso, sendo desenvolvido tanto para uma melhor produtividade do indivíduo como de toda uma equipe, produzindo, conseqüentemente, melhores resultados para as empresas.

Aqui vão 10 regras básicas para se fazer um bom marketing interpessoal. Utilize-as e sinta a diferença:

1) Respeite os outros, não fazendo com eles o que você não quer que eles façam com você. Isso é ter empatia (colocar-se no lugar do outro).

2) Cultive amizades. Mantenha contato com as pessoas sempre que puder (dentro e fora do ambiente de trabalho) e não somente quando precisar delas. Mostre que você se importa realmente com elas. Faça seu Networking (Rede de Relacionamentos) ficar cada vez maior.

3) Aprenda a ouvir mais do que falar. Não é a toa que temos dois ouvidos e uma boca!

4) Seja sempre educado e evite ser rude. Cumprimente a todos, mesmo aquelas pessoas que você não conhece direito.

5) Faça elogios verdadeiros às pessoas. Aprenda a enxergar os pontos positivos de cada um e enalteça-os. Mas lembre-se que elogiar não é bajular!

6) Não seja teimoso. Saiba mudar sua opinião se outra pessoa lhe mostrar argumentos concretos e críveis.

7) Não entre em choque direto com os outros. Tenha paciência e saiba conduzir uma conversa de forma tranqüila e amigável, mostrando seus argumentos com exemplos práticos. Assim, você conseguirá convencer de maneira simpática e eficiente.

8) Procure sorrir mais e contagiar as pessoas com positivismo. Torne sua presença agradável.

9) Esteja sempre à disposição para ajudar. Evite o isso não é comigo e procure soluções para seus colegas, mesmo quando o assunto não lhe diz respeito.

10) Procure se informar sobre diferentes culturas e seus respectivos tipos de comportamento. Isso demonstra conhecimento e ajuda a evitar gafes desagradáveis.

Fonte:
Nelson Botter Junior é escritor e especialista em marketing de serviços pela FGV e international business pela ILSC – Canadá. Atua como consultor da Botter & Associados, diretor do portal de saúde Brasil medicina e administra os cursos da área de saúde da Manager Online.

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