Ciúme ou medo? Fantasias negativas no relacionamento. Emoções dolorosas que podemos vivenciar.
O ciúme é uma das emoções mais dolorosas que podemos vivenciar. Ele pode ser obsessivo e implacável. E pode levar a sensação de estar totalmente fora de controle. O medo de perder alguém de quem dependemos pode ser apavorante. As pessoas que são ciumentas estão de fato em guerra com um inimigo imaginário, que pode roubar-lhe o amor.
No caso extremo, o ciúme é semelhantemente a paranóia. As dicas aparecem em todos lugares. Cada palavra ou gesto assume um sentido assustador. Quando não está resolvido definitivamente, o ciúme pode estragar um relacionamento. Mesmo que a vítima dos ciúmes não se afaste fisicamente, ele recolhe as emoções. Amor e confiança não podem florescer numa atmosfera de suspeita e ressentimento.
O ciúme, em geral, pode ter motivos verdadeiros e imaginários.
Como respondemos ao ciúme é um assunto muito pessoal, porque envolve os nossos próprios níveis de confiança em nosso valor e capacidade de ser humano. Quando nos sentimos íntegros e valiosos, não somos atormentados por acessos de ciúme e suspeitas. Ser ciumento é sentir-se inseguro, inadequado e sem valor. Mesmo que um pouco de ciúme possa ser normal em um relacionamento, pode sair do controle e se tornar destrutivo quando alimentado por falta de confiança em si mesmo.
O ciúme pode magoar, além do objeto do nosso sentimento, a nós mesmos, porque corrói nosso sentido de ser. Se você se encontrar batalhando com o ciúme, tente usar esses sentimentos tortuosos para começar a se ajudar. Primeiro de tudo: tenha a certeza de que não está exagerando os sentimentos negativos e desvalorizando os positivos. Ao se permitir ser tomado por esses sentimentos, cedendo a eles, você está se fazendo sentir pior do que deveria. Você pode parar este movimento, em direção negativa, ao apontar o verdadeiro problema, a auto-estima.
O primeiro passo é conter o ciúme. Fale sobre ele. Se ficar se preocupando com ele ou cedendo as suas atitudes suspeitas só vai servir para avivar as fantasias negativas a respeito do seu amante. Expressando o ciúme através de suspeitas e acusações, não apenas aumenta o poder que este tem sobre você, como também afasta seu parceiro.
Comece a canalizar a energia gasta em preocupações para se sentir melhor com você mesmo. Tente escrever todas as coisas que gosta em você. Confie nessas afirmativas pense nelas e se lembre delas. Pense também o que precisa melhorar em você. É útil tentar imaginar o que seu parceiro gostaria em outra pessoa, pois provavelmente serão qualidades que você acha que não tem. Não tente ser como esta outra pessoa, mas deve ter alguns aspectos de sua personalidade que você queira trabalhar e talvez mudar. Explore esses aspectos não por medo e nem para a pessoa com quem você vive, mas pra você mesma.
Fonte:
Melvyn Kinder e Connell Cowan são Doutores em Psicologia, conferencistas e autores de diversos livros.
Extraído do livro Maridos e Mulheres
#Filhos: Os pais não têm como acompanhar o tempo todo, mas é necessário que se tome muito cuidado.
Na puberdade e adolescência, os jovens começam a questionar os conceitos, padrões e idéias que seus pais lhes mostraram durante toda a infância. Essa indagação é recheada de atitudes inesperadas, sentimentos contraditórios, agressividade e, todo tipo de exagero que os novos comportamentos são capazes de desencadear.
Não é simples para os pais terem filhos lhes desafiando dia e noite, respondendo não a todas as todas as perguntas, contrariando quase todas as idéias por simples exercício psicoemocional e intelectual, sem muito respaldo ou convicção.
Nesse momento, as células de convívio são uma prioridade para os jovens e a escolha de com qual grupo ele irá se relacionar depende e passa pela identificação entre seus integrantes, mais que pela ideologia do grupo.
Estar com os amigos é muito importante, independente do que se faça ou se queira, sabendo que essa convivência reedita comportamentos observados durante toda vida até ali. Posturas, palavreados, modos, comportamentos, conceitos, valores, são trocados e demonstrados muito para realinhar o crescimento do indivíduo.
Neste ponto surge, com forca devastadora, o LÍDER.
Amado e copiado, o líder ocupa o lugar do que falta nas formações, com poucas influências e cuidados.
É sabido que os pais já não dispõem do tempo que gostariam para estar com seus filhos. Pais e mães passaram a compor a renda da família e o período de trabalho aumentou muito nestes últimos anos.
Com os pais mais ausentes, a TV, a escola, os amigos, a internet, são as grandes companhias dos jovens e crianças. Sem condições de avaliar tanto o conteúdo como qualidades das informações contidas nesses veículos esses indivíduos estão expostos a toda sorte de absurdos e influências.
É interessante como os pais insistem em minimizar o efeito que os meios de comunicação têm sobre as cabeças de seus filhos como se alguém tivesse condições de distribuir somente programas com conteúdos revisados e oportunos para as mais diferentes idades.
Os pais não têm como acompanhar os seus filhos o tempo todo, de saber o que estão fazendo ou assistindo, mas é necessário que se tome muito cuidado.
Existem programas apropriados para rastrear a vida virtual das crianças e jovens, tempos reduzidos de exposição a TV são sempre bem-vindos, saber com quem os filhos andam e o que fazem no tempo livre é absolutamente necessário.
Invasão de privacidade?
Não. Cuidado.
Os jovens, como dissemos, tem condições de avaliar somente parte da influência a que estão expostos e isto os torna uma presa fácil de ser conduzida.
A educação é norteada pelos padrões, crenças, conceitos, hábitos, local de moradia, condições sociais e tantos outros aspectos que somados transformam cada família em um mundo muito particular.
Para os pequenos os pais ainda são mais atenciosos, pois estão certos que são ingênuos e indefesos. No entanto, basta que entrem na puberdade e os pais respiram aliviados que seus filhos “já sabem” se virar e escolher o que é melhor. Não sabem.
Os pais precisam dessa constatação para poderem sossegar. Mas, ainda é cedo para os pais descansarem. Os jovens precisam de muita conversa, de muito cuidado e orientação para que no futuro bem próximo se tornem adultos saudáveis.
Fonte: Silvani Martani é Psicóloga e Professora em São Paulo. Autora de artigos para revistas, jornais e do livro Uma Viagem para a Puberdade e Manual Teen, para orientação dos jovens.
Comente e compartilhe com os amigosFantasias e moções a dois. Veja aqui!
Estar à procura de um amor não é uma tarefa fácil, pois para a execução dessa tarefa precisamos de um punhado de intuição, de muito esforço e, principalmente, determinação.
Quando se fala de amor, cada um tem suas fantasias, seus sonhos e até aquele indivíduo mais cético é capaz de se arriscar a uma teoria bem fundamentada para encobrir suas emoções mais intensas.
Existe um grande esforço emocional e um mar de expectativas quando as pessoas saem de casa para se divertir com amigos e, quem sabe, conhecer alguém que seja interessante e que se consiga chamar a atenção. Para homens e mulheres as expectativas são as mesmas, mas como são criados de forma diferente e entendem o mundo de maneira diversa, homens e mulheres se esbarram pelo mundo afora dando nomes diferentes a gestos, palavras e sentimentos.
As mulheres mais sensíveis e atentas interpretam com muita facilidade a linguagem corporal e subliminar dos homens. Estes, mais concretos, não têm tanta facilidade para esse tipo de leitura e, por conta disso, preferem não interpretar ações ou sentimentos e acreditam que perguntar seja uma boa saída para as coisas que precisam saber ou querem entender. Não que mulher não goste de perguntar as coisas, mas como os homens não gostam muito de responder e num primeiro encontro algumas perguntas são viáveis outras não, a maioria prefere interpretar lançando mão de suas competências.
Essa capacidade feminina é um grande facilitador na hora da conquista, mas pode ser um grande dificultador da avaliação do interesse masculino. O que queremos deixar claro é que devemos interpretar o outro quando já o conhecemos pelo menos um pouco e, para os que acabamos de conhecer, valem as atitudes como materiais para a avaliação do quanto o outro está interessado.
A maioria das pessoas reage de maneira muito simples quando estão interessadas e são capazes de milhões de artimanhas quando não estão ou quando querem se livrar de alguém. A frase “eu te ligo amanhã…”, depois do primeiro encontro é um bom exemplo; se o indivíduo ligar, há uma grande chance do relacionamento evoluir, mas se não ligar, e o que ficou esperando não se conformar com o desdém e partir para o ataque ligando, provavelmente alguma coisa vai acontecer, mas nada muito importante ou que coincida com as intenções de quem ficou na espera.
Quem está interessado corre atrás, cumpre as promessas, não faz o outro esperar, não some, atende ao telefone, não diz que anda muito ocupado, não fica trabalhando de sexta-feira á noite, não está cansado para sair e faz tudo para estar com o outro, além de cumprir o que promete.
É muito difícil aceitar de pronto que o interesse do outro durou apenas algumas horas ou que não é amor e sim algum outro sentimento que norteou aquele encontro. Quando entendemos que as atitudes nos mostram muito ou tudo daquele que queremos conhecer ou nos interessamos, nossa vida fica mais fácil.
Parar de desculpar o outro ou ficar encontrando soluções para seus problemas pode ser um ótimo começo para quem quer conhecer alguém especial e ser feliz. Não estamos, de forma nenhuma, dizendo que não devemos ser compreensivos ou bondosos com os outros, mas que devemos economizar compreensão e nos LIBERTAR rapidamente daquela atração e continuarmos o nosso caminho. Afinal, temos um objetivo e ele precisa ser alcançado em um tempo viável para satisfazer as nossas expectativas e não temos todo o tempo.
As emoções de uma noite podem durar dias, mas as atitudes dos dias é que constroem um relacionamento onde todos ganham.
Pessoas que fazem as outras sofrerem, que sempre estão cheias de problemas e não podem se dedicar e ficam sempre em dúvida se querem ou não namorar, prefere “ficar”. Não estão disponíveis para levar nenhum compromisso adiante e quem insiste perde tempo, auto-estima, respeito por si próprio e dignidade.
Encarar a realidade de frente pode ser muito difícil principalmente quando estamos encantados por alguém, mas sem dúvida nenhuma economiza investimento afetivo e liberta o nosso olhar para os próximos da fila.
Fonte: www.sexoaberto.com || Silvani Martani é Psicóloga e Professora em São Paulo. Amiga e colaboradora do Cada Dia. Autora de artigos para revistas, jornais e do livro Uma Viagem para a Puberdade e Manual Teen, para orientação dos jovens.
Comente e compartilhe com os amigosFamiliar deprimido? O que fazer? Veja!
É muito importante entendermos a depressão para também entendermos o que uma pessoa que passa por um período depressivo sente. Desta forma, procure, assim que possível, saber mais sobre este transtorno do humor.
Essencial, também, é que o familiar com depressão receba o apoio e a compreensão de pessoas próximas! Porém, muitas pessoas deprimidas sentem-se constrangidas em falar sobre os seus sofrimentos para outras pessoas porque julgam atrapalhar a vida do outro com os seus próprios problemas e, portanto, tendem a se fechar mais ainda.
Procure não utilizar, com o deprimido, frases como: “Pare de pensar coisas ruins!”, “Você tem que ficar animado”, ou “Pare de reclamar da vida” para fazer com que ele se anime. Talvez até a sua intenção em usar estas frases sejam boas e tenham o objetivo de ajudá-lo a se reerguer e se animar, mas para a pessoa que está em depressão é muito difícil conseguir usar a razão e deixar que ela domine os sentimentos, que estão muito pesados, muito sofridos. E quando a pessoa ouve frases como estas, ela pode se sentir mais incapaz ainda por ouvi-las, querer mudar, mas não conseguir fazer o que estão dizendo a ela naquele momento.
Em vez de usar estas frases (mesmo que elas sejam ditas de boa vontade), use frases compreensivas, como “Estes sentimentos são muito ruins mesmo.”, ou “Eu posso imaginar a sua dor. Você quer falar mais sobre o que está sentindo?” (e deixe a pessoa falar…), ou “Pode parecer que não, mas esta é uma fase, e ela vai passar.
Enquanto isso, estarei do seu lado”. Frases assim não “obrigam” o paciente a se animar AGORA, JÁ, o que é muito difícil para ele, e não o culpam pelo que está sentindo, oferecendo a compreensão e o apoio enquanto esta fase não passa.Outra coisa que você e sua família podem fazer pelo familiar deprimido é encorajá-lo a caminhar! Normalmente a pessoa que está com depressão, pela falta de energia física e emocional (e não por “frescura”), não quer sair do quarto ou de casa ou até mesmo da cama! Mas o exercício físico poderá ajudá-lo na depressão porque quando caminhamos produzimos substâncias como a serotonina e a adrenalina.
Quando alguém está deprimido, o nível de serotonina no cérebro está muito baixo e a caminhada ajudará, então, a aumentar a produção desta substância e, portanto, ajudará na cura da depressão. Se possível, caminhe junto com ele!A família também deve encorajar o familiar deprimido a seguir as orientações médicas. Pode acontecer que, devido à depressão, o próprio paciente não tenha vontade de tomar os medicamentos, ir à terapia, e seguir com o que foi orientado pelo profissional médico ou psicólogo.
Assim, também é papel da família estar ao lado do deprimido animando-o a seguir com tais procedimentos porque eles farão efeito!Também é importante prestar atenção se o seu familiar tem idéias suicidas. Se ele fala em se matar, em morrer, é importante que vocês, família, informem isto para o médico psiquiatra que está cuidando de seu parente para que medidas possam ser tomadas para a prevenção de um suicídio: aumentar o medicamento talvez (de acordo com a orientação devida do médico responsável), mudá-lo, colocar pessoas para ficarem 24hs com a pessoa deprimida e outros procedimentos.
Todas estas ajudas serão muito bem-vindas e servirão como auxílio na recuperação da saúde do seu familiar, juntamente com os tratamentos médicos ou psicológicos que sejam necessários.
Dr. César Vasconcelos de Souza – Psiquiatra
portalnatural.com.br
Você tem uma casa ou um lar?
Qual a base de uma família nos tempos atuais? É uma mera união entre duas pessoas, movidas por uma paixão que pode ser apenas passageira? Uma das grandes questões que se deve levar em conta, quando se fala de formação de famílias, é qual o alicerce usado. As pessoas talvez estejam construindo muitas casas, porém não lares.
Essa realidade é expressa, infelizmente, através de estatísticas. Nos Estados Unidos, país que costuma medir todas as ações de sua sociedade, uma pesquisa demonstrou que 43% dos primeiros casamentos terminam em 15 anos. Isso significa que mais de dois quintos dos primeiros casamentos dos norte-americanos terminam em divórcio ou separação em no máximo 15 anos, de acordo com um estudo conduzido pelo próprio governo. Um de cada três primeiros casamentos norte-americanos se encerra em menos de 10 anos e um em cada cinco se dissolve em cinco anos.
Essa constatação não é gratuita. Acontece porque o casamento e a estruturação de uma família têm sido tratados com irresponsabilidade. Muitos jovens se unem, cada vez mais, por diversos interesses menos o de constituir um lar. São aspirações financeiras, paixões incontroláveis e motivos até banais que unem um homem e uma mulher. Os filhos surgem posteriormente e cria-se, muitas vezes, um ambiente de aparências onde o divórcio é apenas uma questão de tempo.
Pela Bíblia, é possível perceber que a vida não se desenvolve somente através de aspectos materiais. Ganhar dinheiro, adquirir bens, ter uma boa profissão, concluir uma graduação, mestrado ou doutorado são metas legítimas e importantes. O jovem, no entanto, não deve se restringir a essa busca e elevar sua mente a Deus. E esse relacionamento com o Pai Celeste vale, também, em relação à constituição de uma família.
Valoroso jovem, nos relacionamentos vale a percepção de onde se quer chegar. Ninguém namora sem finalidades específicas e, no caso de jovens cristãos, o casamento é um objetivo nobre e que precisa ser tratado com toda a atenção possível. É melhor orar a Deus e pensar bem do que amargar um divórcio depois e engrossar as estatísticas de separações precoces.
Fonte: www.sexoaberto.com || Felipe Diemer de Lemos trabalha com assessoria de imprensa.
Comente e compartilhe com os amigosDicas para casar com a pessoa certa.
Com a taxa de divórcio acima de 50%, aparentemente pessoas demais estão cometendo um grave erro ao decidir com quem pretendem passar o resto de sua vida. Para evitar tornar-se uma estatística, tente interiorizar estes dez pontos a fim de não entrar em uma fria.
1. Você escolhe a pessoa errada porque espera que ele/ela mude depois do casamento.
O erro clássico. Nunca despose um potencial. A regra de ouro é: Se você não pode ser feliz com a pessoa como ela é agora, não se case. Como disse, muito sabiamente, um colega meu: “Na verdade, pode-se esperar que alguém mude depois de casado… para pior!”
Portanto, quando se trata da espiritualidade, caráter, higiene pessoal, habilidade de se comunicar e hábitos pessoais de outra pessoa, assegure-se de que pode viver com estes como são agora.
2. Você escolhe a pessoa errada porque se preocupa mais com a química que com o caráter.
A química acende o fogo, mas o bom caráter o mantém aceso. Esteja consciente da síndrome “Estar apaixonado”. “Estou apaixonado” freqüentemente significa “Sinto atração física.” A atração está lá, mas você averiguou cuidadosamente o caráter dessa pessoa?
Aqui estão quatro traços de personalidade para serem definitivamente testados:
Humildade: Esta pessoa acredita que “fazer a coisa certa” é mais importante que o conforto pessoal?
Bondade: Esta pessoa gosta de dar prazer aos outros? Como ela trata as pessoas com as quais não tem de ser agradável? Ela faz algum trabalho voluntário? Faz caridade?
Responsabilidade: Posso confiar que esta pessoa fará aquilo que diz que fará?
Felicidade: Esta pessoa gosta de si mesma? Ela aprecia a vida? É emocionalmente estável?
Pergunte-se: Eu desejo ser como esta pessoa? Quero ter um filho com esta pessoa? Gostaria que meu filho se parecesse com ela?
3. Você fica com a pessoa errada porque o homem não entende aquilo que a mulher mais precisa.
Homens e mulheres têm necessidades emocionais específicas, e quase sempre, é o homem que simplesmente “não consegue.” A tradição judaica coloca sobre o homem o ônus de entender as necessidades emocionais de uma mulher, e de satisfazê-las.
Para a mulher, o mais importante é ser amada – sentir que é a pessoa mais importante na vida do marido. O marido precisa dar-lhe atenção consistente e verdadeira.
Isso fica mais evidente na atitude do judaísmo para com a intimidade sexual. A Torá obriga o marido a satisfazer as necessidades sexuais da mulher. A intimidade sexual é sempre colocada em termos femininos. Os homens são orientados para um objetivo, principalmente quando se trata desta área. Como disse certa vez uma mulher inteligente: “O homem tem duas velocidades: ligado e desligado.” As mulheres são orientadas pela experiência. Quando um homem é capaz de trocar as marchas e torna-se mais orientado pela experiência, descobrirá o que faz sua esposa muito feliz. Quando o homem se esquece de suas próprias necessidades e se concentra em dar prazer à mulher, coisas fantásticas acontecem.
4. Você escolhe a pessoa errada porque vocês não partilham metas de vida em comum e prioridades.
Existem três maneiras básicas de nos conectarmos com outra pessoa:
- Química e compatibilidade.
- Partilhar interesses em comum.
- Compartilhar o mesmo objetivo de vida.
Assegure-se de que você compartilha o profundo nível de conexão que objetivos de vida em comum proporcionam. Após o casamento, os dois crescerão juntos ou crescerão separados. Para evitar crescer separado, você deve entender para que “está vivendo” enquanto é solteiro – e então encontrar alguém que tenha chegado à mesma conclusão que você.
Esta é a verdadeira definição de “alma gêmea.” Uma alma gêmea tem o mesmo objetivo – duas pessoas que em última instância compartilham o mesmo entendimento ou propósito de vida, e portanto possuem as mesmas prioridades, valores e objetivos.
5. Você escolhe a pessoa errada porque logo se envolve sexualmente.
O envolvimento sexual antes do compromisso de casamento pode ser um grande problema, porque muitas vezes impede uma completa exploração honesta de aspectos importantes. O envolvimento sexual tende a nublar a mente da pessoa. E uma mente nublada não está inclinada a tomar decisões corretas.
Não é necessário fazer um “test drive” para descobrir se um casal é sexualmente compatível. Se você faz a sua parte e tem certeza que é intelectual e emocionalmente compatível, não precisa se preocupar sobre compatibilidade sexual. De todos os estudos feitos sobre o divórcio, a incompatibilidade sexual jamais foi citada como o principal motivo para as pessoas se divorciarem.
6. Você fica com a pessoa errada porque não tem uma profunda conexão emocional com esta pessoa.
Para avaliar se você tem ou não uma profunda conexão emocional, pergunte: “Respeito e admiro esta pessoa?”
Isso não significa: “Estou impressionado por esta pessoa?” Nós ficamos impressionados por um Mercedes. Não respeitamos alguém porque tem um Mercedes. Você deveria ficar impressionado pelas qualidades de criatividade, lealdade, determinação, etc.
Pergunte também: “Confio nesta pessoa?” Isso também significa: “Ele ou ela é emocionalmente estável? Sinto que posso confiar nele/nela?”
7. Você se envolve com a pessoa errada porque escolhe alguém com quem não se sente emocionalmente seguro.
Faça a si mesmo as seguintes perguntas: Sinto-me calmo, relaxado e em paz com esta pessoa? Posso ser inteiramente eu mesmo com ela? Esta pessoa faz-me sentir bem comigo mesmo? Você tem um amigo realmente íntimo que o faz sentir assim? Assegure-se que a pessoa com quem vai se casar faz você sentir-se da mesma forma!
De alguma maneira, você tem medo desta pessoa? Você não deveria sentir que é preciso monitorar aquilo que diz porque tem medo da reação da outra pessoa. Se você tem receio de expressar abertamente seus sentimentos e opiniões, então há um problema com o relacionamento.
Um outro aspecto de sentir-se seguro é que você não sente que a outra pessoa está tentando controlá-lo. Controlar comportamentos é sinal de uma pessoa abusiva. Esteja atento para alguém que está sempre tentando modificá-lo. Há uma grande diferença entre “controlar” e “fazer sugestões.” Uma sugestão é feita para seu benefício; uma declaração de controle é feita para o benefício de outra pessoa.
8. Você fica com a pessoa errada porque você não põe todas as cartas na mesa.
Tudo aquilo que o aborrece no relacionamento deve ser trazido à baila para discussão. Falar sobre aquilo que incomoda é a única forma de avaliar o quão positivamente vocês se 0comunicam, negociam e trabalham juntos. No decorrer de toda a vida, as dificuldades inevitavelmente surgirão. Você precisa saber agora, antes de assumir um compromisso: Vocês conseguem resolver suas diferenças e fazer concessões que sejam boas para ambas as partes?
Nunca tenha receio de deixar a pessoa saber aquilo que o incomoda. Esta é também uma maneira para você testar o quanto pode ficar vulnerável perante esta pessoa. Se você não pode ser vulnerável, então não pode ser íntimo. Os dois caminham juntos.
9. Você escolhe a pessoa errada porque usa o relacionamento para escapar de problemas pessoais e da infelicidade.
Se você é infeliz e solteiro, provavelmente será infeliz e casado, também. O casamento não conserta problemas pessoais, psicológicos e emocionais. Na melhor das hipóteses, o casamento apenas os exacerbará.
Se você não está feliz consigo mesmo e com sua vida, aceite a responsabilidade de consertá-la agora, enquanto está solteiro. Você se sentirá melhor, e seu futuro cônjuge lhe agradecerá.
10. Você escolhe a pessoa errada porque ele/ela está envolvido em um triângulo.
Estar “triangulado” significa que a pessoa é emocionalmente dependente de alguém ou de algo, ao mesmo tempo em que tenta desenvolver um outro relacionamento. Uma pessoa que não se separou de seus pais é o exemplo clássico de triangulação. As pessoas também podem estar trianguladas com objetos, tais como o trabalho, drogas, a Internet, passatempos, esportes ou dinheiro.
Assegure-se de que você e seu parceiro estejam livres de triângulos. A pessoa apanhada em um triângulo não pode estar emocionalmente disponível por completo para você. Você não será a prioridade número um. E isso não é base para um casamento.
Fonte: www.sexoaberto.com || Rabino Dov Heller
Comente e compartilhe com os amigosSalve seu relacionamento!
Restaurar o casamento, recomeçar, voltar ao primeiro amor. Há pessoas dispostas a darem tudo que tem para ver seu casamento nascer de novo. Há pessoas sofrendo terrivelmente com a dor de ver uma história de amor morrendo. Mas o Senhor tem um milagre pra realizar; Ele quer fazer vinho novo, no final da festa, quando tudo parece ter acabado.
Antes de tudo importa saber que a cada dia estamos mais longe da árvore da vida e, por isso, certamente, temos adoecido. Nossa alma, nossa mente, nossos sentimentos então doentes… o amor de muitos de nós está frio. Não é de nos admirarmos que alguém que prometeu amar para sempre deixe de amar de repente. Toda cabeça está enferma, todos estão carentes do milagre, do resgate.
Resgate exige plano, estratégia, sacrifício, conhecimento, esforço em nome da vida. E a palavra de Deus nos diz que para o resgate de Deus há um só caminho que devemos seguir o caminho da porta estreita.
“porque larga é aporta e espaçoso o caminho que conduz à perdição, e muitos são os que entram por ela; e porque estreita é a porta e apertado o caminho que leva à vida, e poucos há que a encontrem” (Mateus 7:13-14).
O caminho da porta estreita é o caminho que também é estreito, apertado, difícil…
Poucos irão andar por ele, poucos estão dispostos a viver esse sacrifício, mesmo sabendo que ao final dele há a recompensa. A vida moderna tem nos ensinado que nós não podemos nos permitir sofrer, que importa o que eu quero, o que eu penso, o que eu sinto, o que eu sou… tudo eu!
Mas essa forma de viver baseado no eu não me permite enxergar que esse eu precisa seguir a voz que diz: “Esse é o caminho andai por ele.”
Que caminho?
O caminho da porta estreita. O caminho da dificuldade, da prova, da renúncia do eu.
Isso é uma decisão racional. Escolher o caminho a seguir. Aliás escolher é a prova mais dificil que o Senhor nos oferece por que Ele nos deixa livres. E essa nossa liberdade nos prende mais do que liberta. Ela nos prende a nossos desejos mais humanos e isso significa dizer que são eles que nos distanciam da experiência divina de escolher o que é correto muito mais do que escolher o que fácil.
A proposta do Senhor é:
“Os céus e a terra tomo hoje por testemunhas contra vós, de que te tenho
proposto a vida e a morte, a bênção e a maldição; escolhe pois a vida, para que vivas, tu e a tua descendência, amando ao Senhor teu Deus, dando ouvidos à Sua voz, e achegando-te a Ele; pois Ele é a tua vida, e o prolongamento dos teus dias…” (Deuteronômio 30:19-20).
Escolher viver é escolher obedecer. Deus propõe bênção e maldição e parece impossível que alguém escolha a maldição, mas escolhe. Há milhares e milhares de pessoas escolhendo a maldição. Já pensou nisso? Escolhe a maldição quando escolhe desobedecer a Deus, quando escolhe fazer a própria vontade, quando escolhe ouvir os desejos da carne em vez de ouvir a voz do Espírito. Escolhe maldição quando escolhe abandonar a fé no Deus do impossível, a família, o casamento, o amor que prometera ser eterno.
Mas Deus é grande em misericórdia. As misericórdias do Senhor se renovam a cada manhã e duram para sempre. E para você que está vivendo um tempo de sombra em seu casamento lembre-se que o Bom Pastor anda no vale da sombra da morte para dar alento a ovelha cansada. Enquanto atravessa esse vale não tenha medo, não pense em desistir, não creia na derrota, mas creia na palavra que diz:
“Tudo coopera para o bem daqueles que amam a Deus e que são chamados segundo o Seu propósito.” (Romanos 8:28).
É necessário amar a Deus para que tudo coopere para seu bem. A questão que estamos interessados que tudo coopere para me fazer bem, mas não me dou conta que essa promessa é para os que amam a Deus.
Quero te perguntar: Você ama a Deus e anda conforme o chamado dEle para sua vida? Há devoção pessoal? Há busca do poder de Deus? Você teme ao Senhor e obedece a Sua palavra? Há busca pelo poder do Espírito Santo?
Sim. Na hora da provação, seja ela qual for: no casamento, na igreja, no trabalho, na família… o que importa é se achegar ao Senhor.
Seu casamento está ruindo? Busque ao Senhor. Seu marido não lhe dá o afeto que você precisa? Apegue-se ao Senhor. Ele é Deus forte e suficiente para suprir tuas necessidades e cooperar para o teu bem.
Aconteça o que acontecer, se você ama ao Senhor, a tua aflição será para o teu bem.
Não pergunte como. Apenas viva a experiência do deserto e espere atravessar o mar sob o comando poderoso do Senhor.
Se Deus, no Egito, houvesse perguntado a Moisés se ele queria ir ao deserto para viver 40 anos se preparando para aprender a conviver naquele ambiente inóspito com a missão de depois retornar ficar mais outros 40 anos acompanhando o povo hebreu, é certo que ele diria: não Senhor. Não posso. Não tenho condições de suportar…
Mas, Moisés conseguiu viver no deserto, aprender a viver sob circunstancias difíceis, e adquiriu experiência para ser o chefe, o líder na libertação do povo.
As provas nos tornam experientes, nos tornam fortes, quando enfrentadas e vencidas nos fazem melhores.
Esse deserto é, também, a sua aflição. É o seu casamento sem vida, sem água, sem amor.
O sábio Salomão diz que “com a tristeza no rosto se faz melhor o coração.”
“Em que vós grandemente vos alegrais, ainda que agora importa, sendo necessário, que estejais por um pouco contristados com várias tentações, para que a prova da vossa fé, muito mais preciosa do que o ouro que perece e é provado pelo
fogo, se ache em louvor, e honra, e glória” (1 Pedro 1:6-7).
Casamento é coisa séria e sagrada. É plano de Deus. Projeto que saiu das mãos do Criador.
“Deixará o homem pai e mãe e se unirá a sua mulher, e serão dois numa só carne”. Assim não são mais dois, mas uma só carne.
“E Jesus confirma o que foi dito no principio e acrescenta: Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem” (Mateus 19:5-6).
E enquanto muitos casam crendo que se não der certo separa e está tudo certo a palavra declara o contrário:
“Porque o Senhor, o Deus de Israel, diz que odeia o divórcio, (…) portanto guardai-vos em vosso espírito e não sejais desleais” (Malaquias 2:16).
Há alguém interessado em que seu casamento acabe no cartório. Ele é o Diabo, Satanás. É ele quem planta a discórdia. É ele quem insinua que assim como está não dá, que é melhor separar, que não tem jeito, não tem amor que resista…
Ele é “o ladrão que vem para roubar, matar, e destruir. Já o Senhor Jesus veio para dar vida com abundância” (João 10:10).
Seu casamento foi feito na presença de Deus, com testemunhas, com festa, com aliança… não permita que as flechas inflamadas do diabo queime seus sonhos.
Não permita que ele roube os sonhos dos seus filhos, da sua família, dos seus amigos… que ele envergonhe a aliança que fora feita com Deus.
“Resisti ao Diabo e ele fugirá de vós.”
Temos nos esquecido que o Senhor nos deu a chave da vitória sobre as ciladas do mal: resistir. Resistir e não desistir. Crer no impossível.
Parece impossível que seu casamento mude. Parece, mas em nome de Jesus tudo é possível para o que crê.
O mais difícil é que você pode estar tentando sozinho (a), só você quer recomeçar, só você quer tentar novamente e restaurar seu casamento. Sim é difícil, mas creia:
Deus é o Deus do impossível.
Esta é a vitória que vence o mundo – nossa fé” (1 João 5:4) “Quanto ao Senhor, Seus olhos passam por toda a terra, para mostrar-se forte para com aqueles cujo coração é perfeito para com Ele.” (2 Crônicas 16:9).
“Pedi e dar-se-vos-á; buscai e encontrareis…” (Mateus 7:7).
Obrigado pela visita.
Para ver mais artigos de Darleide Alves:
www.novotempo.com/consultoriodefamilia
Fim do casamento e os filhos. Terrível.
_Todos os anos, mais de 1 milhão de crianças e adolescentes são envolvidos em casos de divórcio nos Estados Unidos, segundo o censo americano. No Brasil, as estatísticas falam em 120.000 filhos atingidos pela separação dos pais. Contando os casos não oficializados, estima-se que sejam 400.000 crianças por ano. Para o homem e a mulher, o impacto da separação é grande, mas os dois lados conhecem a fundo as razões que sustentam a decisão. ***
Desempenho Sexual? Veja mais aqui.
Bom desempenho sexual é uma preocupação para muitas pessoas. Mas os que elas pensam que é isso? As expectativas sexuais são estabelecidas por anunciantes, casos retratados em novela, literatura escandalosa, filmes, teatro e televisão. Muitos desses padrões são cheios de fantasia, falsidade e infidelidade. Elas não conduzem a um sexo significativo, apropriado.
Mesmo as informações sobre sexo que se vêm dos assim chamados especialistas são baseadas frequentemente em relato de pessoas com experiências insatisfatórias, casamentos problemáticos relações ilícitas.
Esta ênfase sobre o lado negativo desvia a atenção do que é necessário para que uma relação sexual tem sentido real, prazer e plenitude. Se a relação sexual tiver de ser realizada com prazer e propósito e ser tudo o que Deus proclama que tem de ser, o foco prioritário deve sempre ser sobre ter uma relação amoroso em outros aspectos da vida.
Em seu belo livro Whom God Halth Joirned (Quem Deus ajuntou), David R. Mace escreve: “falamos frequentemente sobre relação sexual como ‘fazer amor’. Estritamente falando isto não é verdadeiro. O encontro de dois corpos não pode fazer amor. Ele pode somente expressar e enriquecer um amor que já está lá.
E a qualidade da experiência vai depender da qualidade de amor que se expressa.”
Quando as coisas vão mal no sexo, geralmente o problema não é o sexo. Os problemas com sexo com muita freqüência vêm quando os cônjuges têm outros problemas que precisam de atenção.
O sexo é importante no casamento. Parceiros amorosos no casamento fazem sexo e significativo. Evidente que as pessoas podem se envolver em sexo sem amar um ao outro. Mas a riqueza que mescla tanto o espírito quanto o corpo e que solda duas pessoas na maior união pode ser alcançada somente como resultado de confiança, respeito, admiração e liberdade profundos – todos característicos do verdadeiro amor.
As Escrituras consideram a comunhão sexual um símbolo profundamente significativo do compartilhar da vida em muitos níveis. Os problemas sexuais são geralmente sintomas de transtorno em algum aspecto do casamento. Fazer um ajustamento sexual satisfatório não é, via de regra, difícil para um casal que esta ansioso para agradar um ao outro. Normalmente surge uma solução satisfatória quando há compreensão compassiva.
John L. Thomas, S. J. um célebre sociólogo que tem escrito amplamente sobre a questão do casamento, diz a respeito de sexo e casamento saudáveis: “mas é com a realidade total que as pessoas devem se preocupar, não apenas com uma pequena parte, especialmente ao tratar com os relacionamentos humanos. Se uma pessoa não tem sido capaz de chegar a um bom entendimento com a vida, ou descobrir sentido ou significado nela de modo geral, é improvável que os encontre em qualquer parte dela. Tudo então, incluindo o sexo, parecerá monótono e banal.”.
A realização sexual não significa igualar-se ao que lemos em um livro ou alguma experiência que vimos retratada em um filme. Ele emerge do ardor e liberdade de nossos sentimentos para com o nosso cônjuge. Ela significa ambos poderem desfrutar um ao outro como pessoas e alegremente satisfazem as necessidades recíprocas em cada aspecto da vida. O nível em que provamos satisfação em comum corresponde ao nível em que estamos comunicando, se interessando, sendo sinceros, desfrutando e experimentando liberdade nas muitas partes da relação no casamento.
Fonte:
John M. Drescher é Professor, Pastor, Escritor, e conferencista.
Desejo sexual e prazer. Veja agora!
1. Homens e mulheres têm desejo de maneira igual ou diferente?
Dra Olga Tessari: O desejo sexual está presente da mesma forma em homens e mulheres, mas, as mulheres, em geral, não despertam para toda a intensidade do desejo sexual, seja porque não são estimuladas de forma adequada por seus parceiros ou mesmo por crenças errôneas a respeito do que seja o desejo sexual devido à cultura, sociedade e religião. Os homens são capazes de separar sexo de afeto, enquanto a maioria das mulheres não o é.
2. Por que o desejo esfria com o tempo no relacionamento duradouro?
Dra Olga Tessari: O desejo esfria com o tempo justamente porque se entra numa rotina estressante: dá-se prioridade para as coisas do dia a dia em detrimento do cultivo ao relacionamento, ou seja, muitas vezes, o excesso de trabalho, os horários diferentes, a falta de diálogo, a não aceitação do outro como ele é e não como gostaríamos que ele fosse, a falta de tempo, tudo isso pode levar o casal ao afastamento e, conseqüentemente à diminuição do desejo sexual; seria importante, para manter o mesmo nível de desejo sexual, que o casal tentasse preservar o clima do namoro: encontros fora de casa, jantares, passeios, motéis, muito diálogo, etc…e, principalmente quando se tem filhos, ter momentos a sós!
3. Por que o desejo muda durante e depois da gravidez?
Dra Olga Tessari: O desejo sexual não se altera na gravidez, nem depois dela… o que ocorre é que o casal vê a esposa como mãe e não mulher e tem medo de machucá-la e/ou ao bebê. Outro fator que colabora para a alteração do desejo seria a visão religiosa de que o sexo é algo imoral e pecaminoso e a maternidade algo divino, portanto ambos não poderiam acontecer ao mesmo tempo.
4. Querer ter relações mais de uma vez por noite é normal? Quando o querer demais vira doença?
Dra Olga Tessari: Normal é tudo aquilo que for acordado entre o casal. Portanto, o número de vezes em que se tem relações numa noite e a periodicidade das mesmas devem ser de comum acordo entre o casal. Não sei o que você quer dizer com querer demais… penso que só pensar em sexo significa que outros prazeres na/da vida estão sendo deixados de lado. O bom da vida é buscar o equilíbrio: sexo é bom, mas também é muito bom ter uma infinidade de outros prazeres acontecendo em sua vida!
5. Qual a época em que a mulher está com seu desejo aumentado? (de acordo com as alterações hormonais)
Dra Olga Tessari: Não há período definido para o desejo sexual elevar-se… na verdade, tudo depende muito mais do estado emocional o qual, por sua vez, pode provocar alterações hormonais que podem gerar mudanças na intensidade do desejo.
6. É normal ter relações e dormir? Por que muitos homens fazem isso?
Dra Olga Tessari: Quando atingimos o orgasmo, temos um relaxamento profundo que pode levar ao sono. Isso é normal e natural. Ocorre que, como muitas mulheres não atingem o orgasmo ou mesmo não tem o mesmo desgaste físico que o homem tem na relação sexual, elas podem não se cansar tanto e assim, não sentirem sono o suficiente para dormir logo após o orgasmo, mas sentirem apenas uma preguicinha gostosa naquele momento: assim, incomodam-se com o sono dos parceiros, considerando esta atitude como um descaso ou falta de afeto.
7. Qual a importâncias das preliminares no sexo?
Dra Olga Tessari: Fundamentais porque elas estimulam a produção da lubrificação vaginal, o que permitirá uma penetração melhor sem dor: acariciar o corpo ou ser acariciado constitui um ingrediente básico para uma relação sexual satisfatória.
8. Quais as principais zonas erógenas da mulher?
Dra Olga Tessari: Qualquer região do corpo pode ser considerada erógena e pode ser estimulada através das preliminares no sexo. A pele é o principal órgão sexual depois dos genitais e explorá-la leva à descoberta de uma fonte inesgotável de zonas erógenas, permitindo um maior prazer sexual.
9. O tamanho do pênis faz diferença para o prazer da mulher?
Dra Olga Tessari: Não, o importante é que ela seja bem estimulada nas preliminares.
Fonte: Olga Inês Tessari é Psicóloga e Psicoterapeutaa
Comente e compartilhe com os amigos














