Se ninguém é uma ilha, por que tô só?
Costumamos pensar que só ama, de fato e de direito, quem está com alguém, namorando, casado ou encaixado dentro de qualquer outra relação que inclua o outro, necessariamente. No entanto, estar só também pode ser um jeito de amar, de relacionar-se, mesmo que temporariamente.
Todos nós, em algum momento da vida, já nos encontramos indisponíveis, mesmo que não comprometidos. Seria como dizer que estamos em posição de espera; e a espera pode ser um exercício divino, que inclui paciência, consciência e, fundamentalmente, presença de si mesmo! Então, ama-se só a si mesmo, enquanto se espera para estar pronto. Ama-se só para um período de revisão, de recauchutagem, de reforma interior. Ama-se só para resgatar em si valores perdidos, defasados, esquecidos, para voltar a acreditar em algo que se esvaiu numa decepção, para reformular a alegria, a vontade de viver, o desejo de compartilhar.
Porque engatar uma relação na outra para fugir deste amor só, de si consigo mesmo, é o que muitas pessoas fazem… é o que todos nós, provavelmente, já fizemos alguma vez. Entretanto, se em algum momento decidirmos nos olhar com acolhimento e respeito, certamente perceberemos que ninguém pode curar uma ferida que é nossa. E até para que alguém nos ajude nesta difícil recuperação, precisamos estar prontos, conectados com o que há de mais íntimo em nossas almas. Isto é, amar-se só.
Por outro lado, também existe quem fica continuadamente sozinho, enclausurado em seu próprio medo a fim de evitar a reincidência da dor, para descartar a possibilidade de perder novamente. E esta escolha, da mesma forma, também não nos remete à evolução, não nos possibilita uma atualização preciosa para que o amor compartilhado aconteça. Neste sentido, estar só pode deixar de ser incapacidade ou incompetência para se transformar em ‘expertise’; você pode não se comprometer com o outro – seja por decisão pessoal ou circunstancial – para estar melhor, mais inteiro, mais atraente e consciente do amor que quer compartilhar, para que quando o outro chegue, você possa recepcioná-lo à altura do que tem para oferecer. Creio que esteja mais do que na hora de pararmos de impor uma relação direta entre estar junto e feliz e estar só e abandonado. Ou seja, estar junto nem sempre significa estar feliz, assim como estar só pode não ser sinônimo de abandono.
A referência é interna e pessoal. O centro é o coração de cada um e, por isso mesmo, a decisão de ficar ou de ir, de fechar-se ou de se abrir deve estar baseada na percepção que você tem de si mesmo, no amor que sabe de si, que reconhece seu momento, e que escolhe, a despeito das pressões sociais, se compartilha amor ou se o singulariza temporariamente.
Sinto que vale esclarecer que não estou defendendo o não-amor, até porque vocês sabem – não acredito nisso. Pessoas que insistem em justificar sua solidão em nome da não necessidade do outro estão, a meu ver, tentando encobrir uma carência inconsciente, latente, gritante e muito mais visível do que imaginam. Todos nós precisamos do outro, não porque sejamos insuficientes a nós mesmos, mas porque é no ato de compartilhar vidas que nos tornamos mais inteiros, mais felizes, mais humanos.
Quando defendo o amor só – veja! – não deixei de falar de amor. Falo do amor primeiro, do essencial, do amor por si. E, sobretudo, falo de um período e não de uma decisão irrefutável, como crenças limitantes que não nos levam a nenhum ganho. De qualquer maneira, continuo, então, defendendo o amor compartilhado, com o outro, mesmo que seja somente depois de um tempo de amor singular!
Muitas vezes, pensamos que o outro é nossa alma gêmea e, na verdade, o que fizemos foi inventá-lo ao nosso gosto. Todas as pessoas deveriam ficar sozinhas de vez em quando, para estabelecer um diálogo interno e descobrir sua força pessoal. Na solidão, o indivíduo entende que a harmonia e a paz de espírito só podem ser encontradas dentro dele mesmo, e não a partir do outro. Ao perceber isso, ele se torna menos crítico e mais compreensivo quanto às diferenças, respeitando a maneira de ser de cada um.
O amor de duas pessoas inteiras é bem mais saudável. Nesse tipo de ligação, há o aconchego, o prazer da companhia e o respeito pelo ser amado.
Fonte: www.sexoaberto.com || CadaDia.net
Comente e compartilhe com os amigosA grávida deve comer por dois?
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Há sete meses, minha vida tem mudado completamente. A espera do Daniel, meu primeiro filho, está mexendo com minha cabeça. E não é só isso: mexe com toda a estrutura física também! E nesta fase, ouve-se muitos conselhos dos amigos, pais, tios, cunhadas, vizinhas, etc. O primeiro deles, desde o início da gestação e que ainda permanece é “você precisa comer por dois”.
Mas será que isso está certo? Embora respeite e reconheça o carinho de cada um destes meus “conselheiros”, ao me aconselhar, essa é uma sugestão que não sigo, afinal, sempre gostei de cuidar da alimentação. É lógico que não sigo para o extremo de não comer. Passei a me alimentar mais vezes durante o dia. Mas lendo sobre os cuidados da alimentação no período da gravidez, descobri que a felicidade da criança será afetada pelos hábitos da mãe.
A influência da mãe sobre o bebê é algo que deve ser considerado com muita seriedade. Por isso, durante a gestação, a mãe deve se alimentar regida por princípios e não por desejos, apenas. Não há dúvidas de que as necessidades e os desejos da mãe devam ser considerados com carinho, pois dela dependem duas vidas, mas neste período, mais que em qualquer outro, a mãe deve evitar qualquer coisa que possa enfraquecer suas forças físicas e mentais.
Os hábitos que a mãe tem no tempo que antecede o nascimento da criança ajudarão a formar o caráter deste novo ser. Portanto, se você é uma futura mãe, lembre-se: muito mais importante que “comer por dois” é ter em mente você deve ingerir alimentos com capacidade de “nutrir” dois.Fátima S. Silva
Fontes: Conselhos Sobre o Regime Alimentar, pág. 217-220;
carolvaznutricionista.com.br
comerapressado
Casamento civil: O que usar?
O casamento civil deve ser levado tão a sério quanto o casamento religioso. Por isso, um toque de elegância na hora de escolher o figurino dá charme para cerimônia.
Se o casamento for realizado no próprio cartório, durante o dia, evite um visual carregado. Aliás, o melhor a fazer é evitar uma produção exagerada.
Um vestido leve, tipo “longuete”, e em tom pastel, é ótima opção. O modelo além de elegante é ideal para ocasião. Vale lembrar que a escolha da cor e do modelo precisa estar de acordo com o horário do casamento.
Evite o uso de peças muito decotadas. Além de deselegantes, elas podem trazer uma sensação de desconforto na hora da cerimônia, lembre-se: “menos é mais” e o melhor sinônimo de elegância é equilíbrio.
Use um belo par de sandálias. Seja qual for o modelo, é importante que elas estejam bem confortáveis, porque é o fim do mundo passar o casamento com dor nos pés.
Para as noivas que irão se casar no inverno, o “tailleur” é a escolha mais acertada. Além de bonito, dá um toque de sofisticação no visual da noiva. Para acompanhar, use sapatos de modelos scarpin ou chanel, são os mais apropriados para ocasião.
A maquiagem deve ter tom suave e natural. A função dela é reforçar os pontos fortes do seu rosto e suavizar olheiras e manchas. Aqui também vale a máxima menos é mais.
Quanto ao penteado, o segredo é escolher os que combinam com o formato do seu rosto. Podem ser soltos ou presos. Uma dica: se você colore os cabelos, o ideal é fazer o retoque 05 dias antes do casamento. É tempo suficiente para repousar a cor e dar uma aparência mais natural.
O vestuário masculino é bem mais simples do que o feminino. Por isso, um terno preto é opção para os noivos. Para casamentos realizados de manhã ou à tarde, tonalidades de cinza grafite também são bem-vindas.
Para um casamento informal, “blazer” preto e calça cáqui caem superbem.
As camisas devem sempre ser em tons claros. Branco e azul-claro são ótimas alternativas. Uma dica: A camisa deve fazer parte do conjunto. Portanto, não deve aparecer mais do que o figurino.
Cuidado na hora de escolher a gravata. Ela é um instrumento muito importante na composição do visual e um dos poucos acessórios que permitem criatividade na composição da roupa do noivo.
Dê preferência a sapatos de couro preto, meias e cintos da mesma cor.
Uma cor imprópria e um acessório mal escolhido podem trazer constrangimentos para o casal na hora da cerimônia. Uma sugestão é usar do bom senso. No final, tudo sairá como manda o figurino. Então, não custa nada caprichar no visual.
Fonte: www.bemsex.com || Marcia Possik é diretora da Marriages Assessoria (marriages.com.br), empresa especializada em organização de casamentos. Criadora do Clube das Noivas, maior grupo de discussão com foco em casamento da América Latina.
Comente e compartilhe com os amigosSaúde: Seis regras de ouro para você.
Muita gente costuma defender a Medicina Alternativa com a famosa frase “se é natural, não faz mal”. Eu costumo responder que veneno de cobra é uma substância completamente natural – e pode fazer um estrago danado. Para não comprar gato por lebre e ser capaz de escolher um tratamento alternativo que funcione, verifique sempre estas 6 regras de ouro:
TENHA UM DIAGNÓSTICO
Você tem que saber O QUÊ pretende tratar. Não confie em tratamentos alternativos que propõem curar, com uma só ‘garrafada’, desde unha encravada à espinhela caída, queda de cabelo, inchaços, dores, ansiedade e etc. Remédios naturais ainda são remédios, não milagres. E possuem indicações, limitações e efeitos colaterais.
NÃO SE AUTO-MEDIQUE
Nunca, em hipótese alguma, abandone por conta própria um tratamento tradicional por uma terapia complementar. E não caia na armadilha de que, se um tratamento alternativo foi bom para uma determinada pessoa, ele certamente será para você também. Não sei se você sabe, mas as pessoas não foram feitas em formas: somos diferentes uns dos outros. E a solução para o seu problema pode não ser exatamente a mesma do seu vizinho.
CONVERSE COM SEU MÉDICO
Se ele tiver uma mente aberta e estiver disposto a ampliar seus conhecimentos, será uma ajuda bem vinda. Porém, a maioria dos médicos prefere perder o paciente e arder no mármore da ignorância a se envolver com práticas pouco convencionais. Ele poderá dizer que você está perdendo o seu tempo, ressaltando a possibilidade de possíveis (e em geral terríveis) efeitos colaterais.
Se for este o caso, procure saber até onde a posição do seu médico se baseia em uma compreensão detalhada da terapia que você escolheu, ou se ele está apenas refletindo posições conservadoras impregnadas durante a sua formação profissional. Em outras palavras: se for puro preconceito, bom… paciência, ninguém é perfeito. Vá para a próxima regra.
NADA DE “AVENTUREIROS ALTERNATIVOS”
Então você saiu à caça de um tratamento alternativo. Cuidado: não se deixe seduzir pela aparente simplicidade de alguns medicamentos e técnicas complementares, pois as interações com outros remédios podem causar problemas. É sempre recomendável que seu terapeuta alternativo tenha uma boa formação biomédica para saber o que fazer se alguma coisa correr errado. E lembre-se: a recomendação de um amigo pode ser a melhor referência, mas não deixe que seja a única.
ATENÇÃO COM A QUALIDADE
Ao comprar ingredientes naturais, avalie se a embalagem está em boas condições e se o vendedor é digno de confiança. Se você mesmo estiver cultivando ou colhendo ervas medicinais, não colete plantas em locais onde se usa agrotóxico, à beira de rios poluídos ou junto a estradas.
Plantas medicinais devem ser cultivadas com cuidado e em locais limpos, e os chás e infusões devem ser preparados preferencialmente em utensílios de louça, esmalte, porcelana ou vidro. Evite usar panelas e chaleiras de alumínio ou cobre, fazendo o chá na quantidade certa: a maioria dos chás medicinais perde boa parte do seu efeito nas primeiras 24h após o preparo, mesmo se conservado na geladeira.
CUIDADO COM A INTERNET
Só porque algo apareceu na Internet não quer dizer que é verdade. A Internet tem de tudo um pouco. Sites com informações sobre Medicina Alternativa e que oferecem um determinado produto para venda devem ser colocados imediatamente na categoria “sob suspeita”. Lembre-se: muitos sites medicinais que oferecem produtos não têm a intenção de informar. Querem apenas lhe convencer a gastar algum dinheiro.
Fonte: Alessandro Loiola é médico , escritor e palestrante, autor dos livros “Vida e Saúde da Criança” e “Crianças em forma: saúde na balança”.
A cura pelo mamão! Conheça o poder.
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O mamão é uma das melhores frutas do mundo, tanto pelo seu valor nutritivo, como pelo seu poder medicinal. Um dos seus mais importantes princípios é a papaína, uma enzima reconhecida como superior à pepsina e muito usada para prestar alívio nos casos de indigestão aguda.
Também tem efeitos benéficos sobre os tecidos vivos.
Uso Medicinal
Observando ao microscópio, o mamão revela possuir grandes glóbulos de gordura.
O exame microscópico mostra também que o mamão encerra um fermento solúvel, a papaína, mais abundante no fruto verde do que no maduro. Daí a prática, aliás muito comum, de riscar o fruto longitudinalmente, para apressar-lhe a maturação, pois as incisões eliminam grande porção do látex nele contido. Deitando-se um mamão maduro na água, de modo a desfazer-se, se obtém uma solução mucilaginosa, a qual, filtrada, precipita uma substância que produz uma goma amarela, sem gosto e sem cheiro especial e que, em presença dos ácidos diluídos, se transforma em glicose.
Fruto
O mamão maduro é digestivo, diurético, emoliente, laxante, refrescante, etc.O Bureau of Plant Industry, do Departamento de Agricultura dos Estado Unidos, publicou: “O mamão possui peculiares e valiosas propriedades digestivas que o tornam de grande valor na dieta.”Alguns médicos ensinam que:“O mamão maduro, esfregado sobre a pele, ajuda a eliminar as manchas, suaviza a cútis áspera e evita as rugas produzidas pela idade. As mulheres nativas consideravam o suco de mamão como seu melhor cosmético.”
Látex: O “leite” que se obtém ao cortar o mamão, é tido como excelente altelmíntico (combate vermes), tendo também outras aplicações.
Flores do Mamoeiro Macho: As flores têm grande aplicação como remédio para combater a rouquidão, a tosse, a bronquite, a traqueíte, a laringite. Coloca-se um punhado de flores, com um pouco de mel, numa panela ou vasilha resistente à água fervente. Deita-se por cima um copo de água a ferver. Tapa-se bem. Deixa-se esfriar. Toma-se às colheradas, de hora em hora.
Sementes: Muitos sabem que a semente do mamão é um bom vermífugo, mas ignoram que ela tem igualmente outras aplicações na medicina doméstica. Afirma-se que as sementes comidas em certa quantidade são recomendadas contra o câncer e proveitosas contra a tuberculose, umas 10 ou 15 sementes frescas, bem mastigadas, favorecem eficazmente a excreção da bile, atuam contra as enfermidades do fígado e ´limpam´ o estômago, as sementes secas e moídas, em cozimento, constituem um bom carminativo, um magnífico emenagogo e um vermífugo de primeira ordem, contra os vermes intestinais emprega-se, de uma só vez, uma colherinha ou mais, de sementes pulverizadas, misturadas com mel de abelha. Repete-se a dose duas ou três vezes ao dia.
Raízes: As raízes do mamoeiro, em decocção, são um tônico para os nervos e um remédio para as hemorragias renais.Também possui propriedades antelmínticas. Cozinha-se um punhado em uma ou duas xícaras de água, adoça-se com mel, e toma-se durante o dia.
Folhas: As folhas do mamoeiro têm aplicação no preparo de um chá digestivo, que pode ser dado livremente às crianças, visto ser inofensivo, não contendo teína ou mateína, como o chá-da-ribeira ou chá-mate.Nos Estados Unidos, as folhas verdes do mamoeiro costumam ser secadas e reduzidas a pó, e empregadas na confecção de remédios digestivos.O suco leitoso extraído das folhas oferece excelentes propriedades vermífugas, e tem também utilidades terapêuticas como digestivo e vulnerário. Em diversos lugares, os nativos o usam para tratar eczemas, verrugas, úlceras, chagas.
Valor Alimentício
O mamão, quando maduro, é uma fruta saborosa e nutritiva.O fruto maduro, se é algo amargo, isto é, se contém doses apreciáveis de papaínas, possui boas qualidades digestivas.O mamão é um alimento aperiente e ideal para o desjejum, pois contribui para satisfazer as exigências nutricionais do organismo, de manhã, e “limpa” o aparelho digestivo. Auxilia, além disso, na manutenção do equilíbrio ácido-alcalino do corpo e, nesta sua função, sobrepuja o próprio melão, que é considerado um dos melhores álcali-formadores.O mamão presta-se para admiráveis combinações com outras frutas – figos, ameixas, uvas – frescas ou secas, podendo ser comido ao natural, ou com mel.
Quando o mamão não é muito doce, ou mesmo, quando é pronunciadamente amargo, não é necessário desprezá-lo; pode-se aproveita-lo para o liquidificador, em mistura com outras frutas e um pouco de mel, no preparo de uma saudável vitamina.O mamão não deve faltar na alimentação diária das crianças, pois que lhes é muito benéfico para a saúde e lhes favorece o crescimento.Na confecção de doces, geléias, compotas, xaropes, ou outras guloseimas, o mamão perde grande parte dos seus sais, das suas vitaminas, e das suas propriedades, pelo que se deve comê-lo, sempre que possível, cru.O mamão verde dá um doce que toda dona de casa já experimentou fazer, mas o que nem todas sabem é que em diversos lugares o mamão verde é usado cozido, com sal, azeite, etc, como abóbora.
O centro meduloso do tronco do mamoeiro, raspado e secado, é uma guloseima semelhante ao coco ralado. Possui boas propriedades nutritivas. Em alguns lugares é aproveitado no preparo de rapaduras.O mamão é rico em vitaminas e minerais, favorecendo quota generosa de vitamina A (pró-vitamina), vitaminas do complexo B e rico teor de vitamina C. Para aumentar o aproveitamento do ferro numa refeição, pode-se comer pão preto (integral de gergelim) com boa quantidade de mamão.
Resumo das Utilidades Medicinais
Acidose: Fazer refeições só de mamão. Mastigar algumas sementes.Anginas: Cataplasma local com a polpa do mamão miúdo e ácido.
Arrotos: Ver flatulência.
Asma: Proceder como indicado em diurese.
Bronquite: Proceder como indicado em rouquidão ou em gripe.
Calos: Aplicar no local o “leite” do mamão, de preferência o “leite” das folhas.
Câncer: Comer em jejum, mastigando, cerca de 15 sementes de mamão. Após as refeições comer cerca de 10 sementes. Além deste, são necessários outros cuidados específicos.
Chagas: Proceder como indicado em feridas.
Constipação intestinal: Ver laxante.
Diabete melito: Com a devida orientação, pode-se incluir mamão na dieta.
Difteria: Além dos cuidados médicos indispensáveis, pingar na garganta, freqüentemente, gotas do látex diluído em um pouco de água; gargarejar com este líquido.
Distúrbios da Digestão: Proceder como indicado em estômago.
Dispepsia: Proceder como indicado em estômago.
Diurese: Recomenda-se fazer refeições exclusivas de mamão ou de suco de mamão. Comer, juntamente, algumas sementes.
Eczemas: Proceder como indicado em feridas.
Eructações: Ver flatulência.
Estresse: Proceder como indicado em nervos, tônico para os.
Doenças do Estômago : Recomenda-se usar mamão maduro em abundância, e fazer, esporadicamente, refeições exclusivas desta fruta. Mastigar umas 10 ou 15 sementes de mamão por dia.
Feridas: Aplicar no local o “leite” extraído das folhas.
Doenças do Fígado: Mastigas umas 10 ou 15 sementes de mamão após o almoço.
Flatulência: Proceder como indicado em estômago. Depois de secas, moer as sementes. Preparar um decoto com o pó, filtrar, e tomar morno meia xícara após as refeições.
Gastrite: Ver estômago.
Gripe: Infusão das flores do mamoeiro-macho com um pouco de mel. Tomar 2 a 3 xícaras por dia, mornas.
Icterícia: Proceder como indicado em diurese.
Inchações dos pés: Ver pés.
Influenza: Ver gripe.
Desordens do Intestino: Proceder como indicado em estômago.
Laringite: Proceder como indicado em rouquidão.
Laxante: Fazer refeições exclusivas de mamão, de preferência no desjejum. Comer, juntamente, algumas sementes.
Tônico para os Nervos: Picar a raiz do mamoeiro e preparar um decoto. Tomar duas ou três vezes ao dia.
Para a beleza, ou manchas e rugas da pele: Massagear diariamente a pele com mamão maduro.
Inchações e inflamações dos Pés: Secar a polpa em um desidratador ou forno. Aplicar, pulverizado e misturado em um pouco de água e sal, na forma de cataplasma, sobre o local.
Prisão de ventre: Proceder como indicado em laxante.
Doenças respiratórias: Proceder como indicado em tosse.
Reumatismo: Secar a polpa em um desidratador ou forno. Pulverizar e preparar um decoto com este pó. Filtrar e tomar 3 a 4 vezes por dia.
Hemorragias dos rinz: Proceder como indicado em nervos.
Rouquidão: Infuso das flores com um pouco de mel. Tomar uma colher de sopa de hora em hora.
Tosse: Picar bem o mamão, misturar com um pouco de mel, levar ao forno. Tomar o xarope que se forma cada vez que a tosse se manifestar. Proceder também como indicado em rouquidão ou em gripe.
Traqueíte: Proceder como indicado em rouquidão.
Tuberculose: Proceder como indicado em tosse. Comer regularmente após o almoço umas dez sementes de mamão.
Úlceras: Proceder como indicado em feridas.
Verminoses: Dissolver 15 gramas (ou uma e meia colher de sopa do suco leitoso do mamão (látex ou “leite”) em meia xícara de água adoçada com mel. O “leite” extraído das folhas é melhor. Meia hora depois, tomar purgante de óleo de rícino com suco de limão. Ou, moer as sementes secas, preparar um chá com este pó e tomar meia xícara em jejum. Ou, misturar as sementes pulverizadas com mel de abelhas e tomar três colheres de sopa ao dia. Ou, preparar um decoto das raízes do mamoeiro, adoçar com mel e tomar três xícaras por dia. Ou, tomar o chá das folhas do mamoeiro. Pode-se experimentar cada um desses procedimentos alternadamente.
Verrugas: Proceder como indicado em calos.
Fonte: Balbach, A, Boarim, D. As Frutas na Medicina Natural. Ed. Missionária, 1992.
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10 dicas para viver mais e com saúde.
1- Faça pelo menos 3 refeições (café da manhã, almoço e jantar) e 2 lanches saudáveis por dia. Não pule as refeições.
2- Inclua diariamente 6 porções do grupo do cereais(arroz, milho, trigo pães e massas), tubérculos como as batatas e raízes como a mandioca/macaxeira/aipim nas refeições. Dê preferência aos grãos integrais e aos alimentos na sua forma mais natural.
3- Coma diariamente pelo menos 3 porções de legumes e verduras como par te das refeições e 3 porções ou mais de frutas nas sobremesas e lanches.
4- Coma feijão com arroz todos os dias ou , pelo menos, 5 vezes por semana. Esse prato brasileiro é uma combinação completa de proteínas e bom para a saúde.
5- Consuma diariamente 3 porções de leite e derivados e 1 porção de carnes, aves, peixes ou ovos. Retirar a gordura aparente das carnes e a pele das aves antes da preparação torna esses alimentos mais saudáveis!
6- Consuma, no máximo, 1 porção por dia de óleos vegetais, azeite, manteiga ou margarina. Fique atento aos rótulos dos alimentos e escolha aqueles com menores quantidades de gorduras trans.
7- Evite refrigerantes e sucos industrializados, bolos, biscoitos doces e recheados, sobremesas doces e outras guloseimas como regra da alimentação.
8- Diminua a quantidade de sal na comida e retire o saleiro da mesa. Evite consumir alimentos industrializados com muito sal (sódio) como hambúrguer , charque, salsicha, lingüiça, presunto, salgadinhos, conservas de vegetais, sopas, molhos e temperos prontos.
9- Beba pelo menos 2 litros (6 a 8 copos) de água por dia. Dê preferência ao consumo de água nos intervalos das refeições.
10-Torne sua vida mais saudável. Pratique pelo menos 30 minutos de atividade física todos os dias e evite as bebidas alcoólicas e o fumo. Mantenha o peso dentro de limites saudáveis.
Fonte: Sistema Conselhos Federal e Regionais de Nutricionistas
Comente e compartilhe com os amigosA tentação de comer entre as refeições
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Comente e compartilhe com os amigosMitos: “tamanho do pênis”, “vagina larga” e “quantidade de relações”.
Através dos tempos muito se ouviu falar dos “mitos sexuais”. E são tantos que, pelo menos alguns de nós, se não passamos por uma situação delicada de alguns desses mitos, ao menos, já ouvimos falar de alguém que tenha vivenciado tal situação. A sexualidade, por ser uma das mais importantes atividades instintivas do ser humano, tem sido fonte de inúmeros preconceitos e fantasias que, muitas vezes ,criam grandes obstáculos para o exercício saudável do sexo.
Um dos mais comuns é o que diz respeito ao “tamanho do pênis”. A idéia de que a masculinidade estaria ligada ao número de centímetros do órgão sexual, já fez muita gente sofrer ou morrer de vergonha. O tamanho do pênis, ao contrário do que se pensa, nada tem a ver com virilidade. Ter isso em mente pode poupar muito sofrimento, tanto para eles que se julgam por suas medidas, como para elas que costumam acreditar nessa estória. E, muitas vezes, sabendo que isso é um ponto fraco da identidade masculina, usam esse argumento para ferir o ego do homem.
As mulheres têm a sua contrapartida no mito da “vagina larga”, associado à idéia de que o número de relações sexuais com o tempo provocaria um alargamento da vagina e, conseqüentemente, impediria um prazer maior do homem durante a relação com a “portadora” deste mal. Nada mais falso. Poderia parecer que tudo não passa de uma vingança entre os sexos. A verdade é que a vagina se contrai ou se dilata em função do volume de secreção produzido durante o período de excitação sexual.
Outro mito polêmico diz respeito à freqüência de relações sexuais mantidas entre os casais. Existem aqueles que adoram alardear aos quatro ventos o número espantoso de relações sexuais que praticam por dia, mexendo com a auto-estima de quem nem chega perto de tal desempenho. Nada de se impressionar ou cometer o erro de querer estabelecer comparações. Sexo não é competição e o importante é que a freqüência das relações sexuais satisfaça a ambos os parceiros.
A associação da beleza ao desempenho sexual costuma deixar muita gente angustiada. Principalmente as mulheres que se acham na obrigação de atender aos padrões de beleza anunciados em outdoors, anúncios de revistas e novelas de tevê. O fato é que quando o homem chama a mulher de “gostosa” está se referindo ao que ela desperta nele na cama. Não estamos nos referindo ao desempenho sexual, isso sim, mais um mito a cair por terra. A questão do desempenho sexual está ligada à uma idéia de “avaliação” na cama, o que seria um absurdo, uma vez que o sexo não é um esporte sujeito a regras e a treinamento.
O que conta é a química entre os parceiros, o que um desperta no outro e a possibilidade da entrega. Não se pode avaliar um parceiro, é necessário que haja cumplicidade, desejo ardente e não apenas a vontade de ir para a cama. E o orgasmo? Difícil encontrar outro mito tão discutido, controvertido e destacado quanto esse. Por conta disso, mulheres fingem orgasmos, sofrem em silêncio a falta deles, invejam aquelas que julgam melhor equipadas para chegar a eles. Na verdade, o melhor caminho para um bom orgasmo está na conversa franca, no conhecimento do próprio corpo e na disposição para experimentar as sensações e descobertas do sexo.
O reverso da medalha faz com que os homens sofram por acreditarem que gozar e ejacular é uma só coisa. Uma preocupação inútil, uma vez que o orgasmo masculino não está atrelado ao momento da ejaculação. A própria idéia do sexo tântrico parte deste princípio, ensinando aos homens um modo de gozar sem ter ejaculação.
O que, obviamente, comprova que uma coisa não tem, necessariamente, a ver com outra. Os mitos multiplicam-se, proporcionalmente, ao desconhecimento, ao medo e às inibições que levam tantas pessoas a sofrerem desnecessariamente.
Isso sem mencionar aqueles mitos fabricados no interior de cada um e que refletem temores e inseguranças pessoais que terminam por arrastarem-se por toda a vida, impedindo a plena realização sexual. Informação, cabeça aberta e sinceridade são os melhores antídotos para se lidar com esses fantasmas e recuperar a capacidade de ser feliz.
Fonte: www.sexoaberto.com | Eduardo Ferreira Santos é psicoterapeuta, escritor e médico supervisor do Serviço de Psicoterapia do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo e professor-supervisor do Colégio Diretor da Sociedade Paulistana de Psicodrama.
Comente e compartilhe com os amigos#Filhos: Os pais não têm como acompanhar o tempo todo, mas é necessário que se tome muito cuidado.
Na puberdade e adolescência, os jovens começam a questionar os conceitos, padrões e idéias que seus pais lhes mostraram durante toda a infância. Essa indagação é recheada de atitudes inesperadas, sentimentos contraditórios, agressividade e, todo tipo de exagero que os novos comportamentos são capazes de desencadear.
Não é simples para os pais terem filhos lhes desafiando dia e noite, respondendo não a todas as todas as perguntas, contrariando quase todas as idéias por simples exercício psicoemocional e intelectual, sem muito respaldo ou convicção.
Nesse momento, as células de convívio são uma prioridade para os jovens e a escolha de com qual grupo ele irá se relacionar depende e passa pela identificação entre seus integrantes, mais que pela ideologia do grupo.
Estar com os amigos é muito importante, independente do que se faça ou se queira, sabendo que essa convivência reedita comportamentos observados durante toda vida até ali. Posturas, palavreados, modos, comportamentos, conceitos, valores, são trocados e demonstrados muito para realinhar o crescimento do indivíduo.
Neste ponto surge, com forca devastadora, o LÍDER.
Amado e copiado, o líder ocupa o lugar do que falta nas formações, com poucas influências e cuidados.
É sabido que os pais já não dispõem do tempo que gostariam para estar com seus filhos. Pais e mães passaram a compor a renda da família e o período de trabalho aumentou muito nestes últimos anos.
Com os pais mais ausentes, a TV, a escola, os amigos, a internet, são as grandes companhias dos jovens e crianças. Sem condições de avaliar tanto o conteúdo como qualidades das informações contidas nesses veículos esses indivíduos estão expostos a toda sorte de absurdos e influências.
É interessante como os pais insistem em minimizar o efeito que os meios de comunicação têm sobre as cabeças de seus filhos como se alguém tivesse condições de distribuir somente programas com conteúdos revisados e oportunos para as mais diferentes idades.
Os pais não têm como acompanhar os seus filhos o tempo todo, de saber o que estão fazendo ou assistindo, mas é necessário que se tome muito cuidado.
Existem programas apropriados para rastrear a vida virtual das crianças e jovens, tempos reduzidos de exposição a TV são sempre bem-vindos, saber com quem os filhos andam e o que fazem no tempo livre é absolutamente necessário.
Invasão de privacidade?
Não. Cuidado.
Os jovens, como dissemos, tem condições de avaliar somente parte da influência a que estão expostos e isto os torna uma presa fácil de ser conduzida.
A educação é norteada pelos padrões, crenças, conceitos, hábitos, local de moradia, condições sociais e tantos outros aspectos que somados transformam cada família em um mundo muito particular.
Para os pequenos os pais ainda são mais atenciosos, pois estão certos que são ingênuos e indefesos. No entanto, basta que entrem na puberdade e os pais respiram aliviados que seus filhos “já sabem” se virar e escolher o que é melhor. Não sabem.
Os pais precisam dessa constatação para poderem sossegar. Mas, ainda é cedo para os pais descansarem. Os jovens precisam de muita conversa, de muito cuidado e orientação para que no futuro bem próximo se tornem adultos saudáveis.
Fonte: Silvani Martani é Psicóloga e Professora em São Paulo. Autora de artigos para revistas, jornais e do livro Uma Viagem para a Puberdade e Manual Teen, para orientação dos jovens.
Comente e compartilhe com os amigosSexo com dor: O que fazer nessa hora.
O que é dispareunia?
A dispareunia é um transtorno sexual caracterizado pela sensação de dor genital durante o ato sexual. Pode ocorrer tanto em homens quanto em mulheres, mas é mais comum entre as mulheres. A dor geralmente é sentida durante o ato sexual, mas pode ocorrer também antes e depois do intercurso. As mulheres podem descrever a dor como uma sensação superficial, ou até mesmo profunda; e a intensidade pode variar de um leve desconforto até uma forte dor aguda. É mais freqüente do que se pensa, podendo atingir até 50% das mulheres com vida sexual ativa.
Para que o distúrbio seja denominado dispareunia, a dor deve provocar sofrimento ou dificuldade nas relações interpessoais e não ser causada exclusivamente pela falta de lubrificação vaginal, por vaginismo (contrações involuntárias dos músculos da vagina), por condições médicas gerais ou pela ação de substâncias ou medicamentos. A dispareunia leva frequentemente à rejeição ao ato sexual, com conseqüências graves para o relacionamento atual e comprometimento dos futuros, diminuindo o desejo sexual em diversos graus.
Quais são os tipos de dispareunia?
Podemos encontrar os seguintes tipos:
_ Primária: quando acontece desde a primeira relação ou tentativa de relação sexual;
_ Secundária: as relações sexuais eram normais e, a partir de determinada época, passaram a causar desconforto/dor;
_ Situacional: a dispareunia ocorre apenas em determinadas ocasiões ou certos parceiros;
_ Generalizada: a mulher é incapaz de conseguir qualquer tipo de penetração, sem que essa se acompanhe de desconforto.
O que causa a dispareunia?
A dispareunia pode ser causada por fatores orgânicos ou psicológicos. Importante destacar que o distúrbio se origina na interação de um conjunto de fatores e não de uma causa isolada. Destacamos os seguintes:
Fatores Orgânicos
_ Infecções genitais, tais como candidíase (monilíase), tricomoníase, etc.
_ Doenças de pele que acometem a região genital: foliculite, pediculose púbica (chato), psoríase;
_ Doenças sexualmente transmissíveis, como cancro mole, granuloma inguinal, etc;
_ Infecção ou irritação do clitóris;
_ Doenças que acometem o ânus;
_ Irritação ou infecção urinária;
_ Nos homens, podemos destacar a fimose, doenças de pele, herpes genital, doenças do testículo e da próstata.
Fatores Psicológicos
_ Dificuldade em compreender e aceitar a sexualidade de uma maneira saudável;
_ Crenças morais e religiosas muito rígidas;
_ Educação repressora;
_ Medos e tabus irracionais quanto ao contexto sexual;
_ Falta de desejo em fazer sexo com o(a) parceiro(a);
_ Medo de machucar o bebê, quando durante a gestação;
_ Falta de informação;
_ Traumas infantis relacionados à sexualidade;
_ Sentimento de culpa na vivência da sexualidade.
Em uma relação sexual onde a mulher está preocupada, triste, assustada, sejam esses motivos desencadeados por fatores internos ou externos, ela não tem condições de se excitar. Para que isso ocorra, ela precisa estar bem, presente naquele momento da relação. Com a excitação ela ficará lubrificada, o que proporcionará conforto durante o ato em si. Por outro lado, a mulher mal estimulada, com sentimentos ruins relacionados ao encontro sexual, não se excitará adequadamente. Sem excitação não haverá boa lubrificação, logo ela sentirá dor ao ser penetrada. Isso tornará a relação empobrecida, desgastada para o casal, e assim, os conflitos na relação se agravarão cada vez mais. A mulher, com medo de sentir dor novamente na relação, vai evitar o encontro sexual. E novamente o conflito poderá aparecer. Isso tenderá a se tornar um ciclo vicioso, no qual a dor gera medo, o medo gera tensão, e esta gera dor ainda maior.
Acho que tenho esse problema, o que devo fazer?
O primeiro passo é consultar um médico. No caso das mulheres, a maioria desses pacientes, o ginecologista é o primeiro profissional a ser consultado. O médico conversará com a paciente e tentará identificar fatores psicológicos e outros que possam estar afetando sua vida sexual. O exame físico completo ajudará na detecção de fatores orgânicos relevantes para o caso. Ele será capaz de fazer o diagnóstico e iniciar o tratamento, podendo encaminhar a pacientes para outros profissionais, caso julgue necessário.
Como é feito o tratamento?
A consulta média é de extrema importância porque ele será capaz de detectar possíveis fatores orgânicos, que poderão ser tratados. A abordagem dos fatores psicológicos pode ser feita por vários profissionais, sendo o mais indicado o terapeuta sexual.
O tratamento inclui a psicoterapia que tem como objetivo um maior conhecimento de si própria, de seu corpo, sua forma de lidar com o mundo. E, em geral, é muito agradável para a mulher. Pra ela se dar conta de como lida com o próprio corpo, alguns exercícios podem ser indicados; os quais podem ser feitos sozinhos mesmo e às vezes é o mais indicado, pois alguns parceiros podem atrapalhar o acompanhamento.
Por ser uma síndrome psicofisiológica – conjunto de problemas físicos e psicológicos -, não adianta olhar a mulher somente como um organismo ou somente como um ser psíquico. Os dois atuam juntos ao mesmo tempo. Assim, uma equipe de vários profissionais (ginecologista, urologista e psicoterapeuta) também se faz, na maioria das vezes, necessária
Fonte: Bibliomed
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