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Sexo: quem começa primeiro?

Autor: Darleide Alves & J.Washington
Quem começa?

Inicitivas na relação sexual

Seja honesto. Em seu relacionamento conjugal, quem usualmente inicia o sexo? Você? Seu cônjuge? Ou ambos se revezam?

Sua resposta pode estar ligada a quão sexualmente satisfeito você está, de acordo com um estudo de Susan Sprecher, PhD, professora de sociologia na Illinois State University. A satisfação sexual, segundo os estudos de Sprecher, foi maior em relacionamentos nos quais os cônjuges, igualmente, ou nos quais as mulheres, algumas vezes, iniciavam o sexo.

Sprecher acompanhou casais casados, com educação de nível superior, com idade na faixa dos vinte aos trinta anos, por um período de quatro anos, perguntando a cada cônjuge no início e depois a cada ano seguinte: Quem inicia a atividade sexual no seu relacionamento? E quão sexualmente satisfatório é o relacionamento para você? Através do estudo, as respostas dos parceiros à primeira pergunta concordaram em um nível elevado, sugerindo que ambos estavam sendo sinceros em suas respostas.

Em mais de 60% dos casais, os homens iniciavam mais freqüentemente que as mulheres; em 30% dos casais, o início era igualmente dividido entre ambos; e os 20% restantes, as mulheres iniciavam mais freqüentemente.

Quaisquer que fossem os padrões de início reportados em um ano naquele estudo, eles geralmente se mantinham os mesmos após três ou quatro anos.

A informação sobre o início foi então comparada com como os casais atribuíam notas para sua satisfação sexual. Parceiros que reportaram padrão de início igual e de início pela mulher também tendiam a reportar maior satisfação sexual para ambos os parceiros. Esta constatação, de acordo com Sprecher, é também consistente com outros estudos que sugerem que relacionamentos com o maior equilíbrio são os que mais satisfazem.

Por que, então, muitos casais caem no padrão de ser o homem o único a sugerir o sexo? Sprecher e outros pesquisadores do sexo especulam que as normas da sociedade sugerem que os homens devem iniciar o contato e as mulheres serem procuradas. O resultado pode ser que as mulheres tendem a ficar menos à vontade para iniciar o sexo. Ou pode ser que as mulheres tendam a usar dicas sutis, indiretas que podem não ser conscientemente percebidas para iniciar a atividade sexual, enquanto os homens usam solicitações verbais mais diretas e outras ações.

“Mulheres que também tomam a iniciativa estão muito mais satisfeitas sexualmente”, acredita Sprecher, “e isto as permite ter mais facilidade de expressar seus desejos sexuais”, conclui. Uma mulher que toma iniciativa no sexo também estimula os impulsos de seu parceiro e seu desejo por ela, o que ajuda a direcionar este padrão inteiro. Diversos estudos constataram que muitos homens gostam quando suas parceiras também iniciam o sexo. “Embora os resultados sugerissem que o início pela mulher fosse sempre um sinal saudável num relacionamento, não é sempre assim”, alerta Sprecher. Ela cita outro estudo que sugere que em relacionamentos de longa duração onde a mulher iniciava o sexo mais freqüentemente que seus parceiros, ambos, o homem e a mulher, experimentavam menos satisfação.

“Neste caso, o melhor mesmo é o equilíbrio nas iniciativas. Uma dica para os casais é conversarem sobre o assunto e dar liberdade para ambos, marido e mulher, tomarem a iniciativa”, conclui Sprecher.

Fonte:  www.sexoaberto.com  | Julie Walsh

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Mitos: “tamanho do pênis”, “vagina larga” e “quantidade de relações”.

Autor: Darleide Alves & J.Washington
Desvendado os mitos sexuais

Desvendado os mitos sexuais.

Através dos tempos muito se ouviu falar dos “mitos sexuais”. E são tantos que, pelo menos alguns de nós, se não passamos por uma situação delicada de alguns desses mitos, ao menos, já ouvimos falar de alguém que tenha vivenciado tal situação. A sexualidade, por ser uma das mais importantes atividades instintivas do ser humano, tem sido fonte de inúmeros preconceitos e fantasias que, muitas vezes ,criam grandes obstáculos para o exercício saudável do sexo.

Um dos mais comuns é o que diz respeito ao “tamanho do pênis”. A idéia de que a masculinidade estaria ligada ao número de centímetros do órgão sexual, já fez muita gente sofrer ou morrer de vergonha. O tamanho do pênis, ao contrário do que se pensa, nada tem a ver com virilidade. Ter isso em mente pode poupar muito sofrimento, tanto para eles que se julgam por suas medidas, como para elas que costumam acreditar nessa estória. E, muitas vezes, sabendo que isso é um ponto fraco da identidade masculina, usam esse argumento para ferir o ego do homem.

As mulheres têm a sua contrapartida no mito da “vagina larga”, associado à idéia de que o número de relações sexuais com o tempo provocaria um alargamento da vagina e, conseqüentemente, impediria um prazer maior do homem durante a relação com a “portadora” deste mal. Nada mais falso. Poderia parecer que tudo não passa de uma vingança entre os sexos. A verdade é que a vagina se contrai ou se dilata em função do volume de secreção produzido durante o período de excitação sexual.

Outro mito polêmico diz respeito à freqüência de relações sexuais mantidas entre os casais. Existem aqueles que adoram alardear aos quatro ventos o número espantoso de relações sexuais que praticam por dia, mexendo com a auto-estima de quem nem chega perto de tal desempenho. Nada de se impressionar ou cometer o erro de querer estabelecer comparações. Sexo não é competição e o importante é que a freqüência das relações sexuais satisfaça a ambos os parceiros.

A associação da beleza ao desempenho sexual costuma deixar muita gente angustiada. Principalmente as mulheres que se acham na obrigação de atender aos padrões de beleza anunciados em outdoors, anúncios de revistas e novelas de tevê. O fato é que quando o homem chama a mulher de “gostosa” está se referindo ao que ela desperta nele na cama. Não estamos nos referindo ao desempenho sexual, isso sim, mais um mito a cair por terra. A questão do desempenho sexual está ligada à uma idéia de “avaliação” na cama, o que seria um absurdo, uma vez que o sexo não é um esporte sujeito a regras e a treinamento.

O que conta é a química entre os parceiros, o que um desperta no outro e a possibilidade da entrega. Não se pode avaliar um parceiro, é necessário que haja cumplicidade, desejo ardente e não apenas a vontade de ir para a cama. E o orgasmo? Difícil encontrar outro mito tão discutido, controvertido e destacado quanto esse. Por conta disso, mulheres fingem orgasmos, sofrem em silêncio a falta deles, invejam aquelas que julgam melhor equipadas para chegar a eles. Na verdade, o melhor caminho para um bom orgasmo está na conversa franca, no conhecimento do próprio corpo e na disposição para experimentar as sensações e descobertas do sexo.

O reverso da medalha faz com que os homens sofram por acreditarem que gozar e ejacular é uma só coisa. Uma preocupação inútil, uma vez que o orgasmo masculino não está atrelado ao momento da ejaculação. A própria idéia do sexo tântrico parte deste princípio, ensinando aos homens um modo de gozar sem ter ejaculação.

O que, obviamente, comprova que uma coisa não tem, necessariamente, a ver com outra. Os mitos multiplicam-se, proporcionalmente, ao desconhecimento, ao medo e às inibições que levam tantas pessoas a sofrerem desnecessariamente.

Isso sem mencionar aqueles mitos fabricados no interior de cada um e que refletem temores e inseguranças pessoais que terminam por arrastarem-se por toda a vida, impedindo a plena realização sexual. Informação, cabeça aberta e sinceridade são os melhores antídotos para se lidar com esses fantasmas e recuperar a capacidade de ser feliz.

Fonte: www.sexoaberto.com | Eduardo Ferreira Santos é psicoterapeuta, escritor e médico supervisor do Serviço de Psicoterapia do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo e professor-supervisor do Colégio Diretor da Sociedade Paulistana de Psicodrama.

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Fantasias e moções a dois. Veja aqui!

Autor: Darleide Alves & J.Washington
Amor verdadeiro

Fantasias entre homem e mulher.

Estar à procura de um amor não é uma tarefa fácil, pois para a execução dessa tarefa precisamos de um punhado de intuição, de muito esforço e, principalmente, determinação.

Quando se fala de amor, cada um tem suas fantasias, seus sonhos e até aquele indivíduo mais cético é capaz de se arriscar a uma teoria bem fundamentada para encobrir suas emoções mais intensas.

Existe um grande esforço emocional e um mar de expectativas quando as pessoas saem de casa para se divertir com amigos e, quem sabe, conhecer alguém que seja interessante e que se consiga chamar a atenção. Para homens e mulheres as expectativas são as mesmas, mas como são criados de forma diferente e entendem o mundo de maneira diversa, homens e mulheres se esbarram pelo mundo afora dando nomes diferentes a gestos, palavras e sentimentos.

As mulheres mais sensíveis e atentas interpretam com muita facilidade a linguagem corporal e subliminar dos homens. Estes, mais concretos, não têm tanta facilidade para esse tipo de leitura e, por conta disso, preferem não interpretar ações ou sentimentos e acreditam que perguntar seja uma boa saída para as coisas que precisam saber ou querem entender. Não que mulher não goste de perguntar as coisas, mas como os homens não gostam muito de responder e num primeiro encontro algumas perguntas são viáveis outras não, a maioria prefere interpretar lançando mão de suas competências.

Essa capacidade feminina é um grande facilitador na hora da conquista, mas pode ser um grande dificultador da avaliação do interesse masculino. O que queremos deixar claro é que devemos interpretar o outro quando já o conhecemos pelo menos um pouco e, para os que acabamos de conhecer, valem as atitudes como materiais para a avaliação do quanto o outro está interessado.

A maioria das pessoas reage de maneira muito simples quando estão interessadas e são capazes de milhões de artimanhas quando não estão ou quando querem se livrar de alguém. A frase “eu te ligo amanhã…”, depois do primeiro encontro é um bom exemplo; se o indivíduo ligar, há uma grande chance do relacionamento evoluir, mas se não ligar, e o que ficou esperando não se conformar com o desdém e partir para o ataque ligando, provavelmente alguma coisa vai acontecer, mas nada muito importante ou que coincida com as intenções de quem ficou na espera.

Quem está interessado corre atrás, cumpre as promessas, não faz o outro esperar, não some, atende ao telefone, não diz que anda muito ocupado, não fica trabalhando de sexta-feira á noite, não está cansado para sair e faz tudo para estar com o outro, além de cumprir o que promete.

É muito difícil aceitar de pronto que o interesse do outro durou apenas algumas horas ou que não é amor e sim algum outro sentimento que norteou aquele encontro. Quando entendemos que as atitudes nos mostram muito ou tudo daquele que queremos conhecer ou nos interessamos, nossa vida fica mais fácil.

Parar de desculpar o outro ou ficar encontrando soluções para seus problemas pode ser um ótimo começo para quem quer conhecer alguém especial e ser feliz. Não estamos, de forma nenhuma, dizendo que não devemos ser compreensivos ou bondosos com os outros, mas que devemos economizar compreensão e nos LIBERTAR rapidamente daquela atração e continuarmos o nosso caminho. Afinal, temos um objetivo e ele precisa ser alcançado em um tempo viável para satisfazer as nossas expectativas e não temos todo o tempo.

As emoções de uma noite podem durar dias, mas as atitudes dos dias é que constroem um relacionamento onde todos ganham.

Pessoas que fazem as outras sofrerem, que sempre estão cheias de problemas e não podem se dedicar e ficam sempre em dúvida se querem ou não namorar, prefere “ficar”. Não estão disponíveis para levar nenhum compromisso adiante e quem insiste perde tempo, auto-estima, respeito por si próprio e dignidade.

Encarar a realidade de frente pode ser muito difícil principalmente quando estamos encantados por alguém, mas sem dúvida nenhuma economiza investimento afetivo e liberta o nosso olhar para os próximos da fila.

Fonte: www.sexoaberto.com ||  Silvani Martani é Psicóloga e Professora em São Paulo. Amiga e colaboradora do Cada Dia. Autora de artigos para revistas, jornais e do livro Uma Viagem para a Puberdade e Manual Teen, para orientação dos jovens.

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Você tem uma casa ou um lar?

Autor: Darleide Alves & J.Washington
Uma casa ou um lar

Construindo um lar ou uma casa?

Qual a base de uma família nos tempos atuais? É uma mera união entre duas pessoas, movidas por uma paixão que pode ser apenas passageira? Uma das grandes questões que se deve levar em conta, quando se fala de formação de famílias, é qual o alicerce usado. As pessoas talvez estejam construindo muitas casas, porém não lares.

Essa realidade é expressa, infelizmente, através de estatísticas. Nos Estados Unidos, país que costuma medir todas as ações de sua sociedade, uma pesquisa demonstrou que 43% dos primeiros casamentos terminam em 15 anos. Isso significa que mais de dois quintos dos primeiros casamentos dos norte-americanos terminam em divórcio ou separação em no máximo 15 anos, de acordo com um estudo conduzido pelo próprio governo. Um de cada três primeiros casamentos norte-americanos se encerra em menos de 10 anos e um em cada cinco se dissolve em cinco anos.

Essa constatação não é gratuita. Acontece porque o casamento e a estruturação de uma família têm sido tratados com irresponsabilidade. Muitos jovens se unem, cada vez mais, por diversos interesses menos o de constituir um lar. São aspirações financeiras, paixões incontroláveis e motivos até banais que unem um homem e uma mulher. Os filhos surgem posteriormente e cria-se, muitas vezes, um ambiente de aparências onde o divórcio é apenas uma questão de tempo.

Pela Bíblia, é possível perceber que a vida não se desenvolve somente através de aspectos materiais. Ganhar dinheiro, adquirir bens, ter uma boa profissão, concluir uma graduação, mestrado ou doutorado são metas legítimas e importantes. O jovem, no entanto, não deve se restringir a essa busca e elevar sua mente a Deus. E esse relacionamento com o Pai Celeste vale, também, em relação à constituição de uma família.

Valoroso jovem, nos relacionamentos vale a percepção de onde se quer chegar. Ninguém namora sem finalidades específicas e, no caso de jovens cristãos, o casamento é um objetivo nobre e que precisa ser tratado com toda a atenção possível. É melhor orar a Deus e pensar bem do que amargar um divórcio depois e engrossar as estatísticas de separações precoces. 

Fonte: www.sexoaberto.com || Felipe Diemer de Lemos trabalha com assessoria de imprensa.

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Dicas para casar com a pessoa certa.

Autor: Darleide Alves & J.Washington

 

Dicas para casar bem

10 dicas para não errar

Com a taxa de divórcio acima de 50%, aparentemente pessoas demais estão cometendo um grave erro ao decidir com quem pretendem passar o resto de sua vida. Para evitar tornar-se uma estatística, tente interiorizar estes dez pontos a fim de não entrar em uma fria.

1. Você escolhe a pessoa errada porque espera que ele/ela mude depois do casamento.

O erro clássico. Nunca despose um potencial. A regra de ouro é: Se você não pode ser feliz com a pessoa como ela é agora, não se case. Como disse, muito sabiamente, um colega meu: “Na verdade, pode-se esperar que alguém mude depois de casado… para pior!”

Portanto, quando se trata da espiritualidade, caráter, higiene pessoal, habilidade de se comunicar e hábitos pessoais de outra pessoa, assegure-se de que pode viver com estes como são agora.

2. Você escolhe a pessoa errada porque se preocupa mais com a química que com o caráter.

A química acende o fogo, mas o bom caráter o mantém aceso. Esteja consciente da síndrome “Estar apaixonado”. “Estou apaixonado” freqüentemente significa “Sinto atração física.” A atração está lá, mas você averiguou cuidadosamente o caráter dessa pessoa?

Aqui estão quatro traços de personalidade para serem definitivamente testados:

Humildade: Esta pessoa acredita que “fazer a coisa certa” é mais importante que o conforto pessoal?

Bondade: Esta pessoa gosta de dar prazer aos outros? Como ela trata as pessoas com as quais não tem de ser agradável? Ela faz algum trabalho voluntário? Faz caridade?

Responsabilidade: Posso confiar que esta pessoa fará aquilo que diz que fará?

Felicidade: Esta pessoa gosta de si mesma? Ela aprecia a vida? É emocionalmente estável?

Pergunte-se: Eu desejo ser como esta pessoa? Quero ter um filho com esta pessoa? Gostaria que meu filho se parecesse com ela?

3. Você fica com a pessoa errada porque o homem não entende aquilo que a mulher mais precisa.

Homens e mulheres têm necessidades emocionais específicas, e quase sempre, é o homem que simplesmente “não consegue.” A tradição judaica coloca sobre o homem o ônus de entender as necessidades emocionais de uma mulher, e de satisfazê-las.

Para a mulher, o mais importante é ser amada – sentir que é a pessoa mais importante na vida do marido. O marido precisa dar-lhe atenção consistente e verdadeira.

Isso fica mais evidente na atitude do judaísmo para com a intimidade sexual. A Torá obriga o marido a satisfazer as necessidades sexuais da mulher. A intimidade sexual é sempre colocada em termos femininos. Os homens são orientados para um objetivo, principalmente quando se trata desta área. Como disse certa vez uma mulher inteligente: “O homem tem duas velocidades: ligado e desligado.” As mulheres são orientadas pela experiência. Quando um homem é capaz de trocar as marchas e torna-se mais orientado pela experiência, descobrirá o que faz sua esposa muito feliz. Quando o homem se esquece de suas próprias necessidades e se concentra em dar prazer à mulher, coisas fantásticas acontecem.

4. Você escolhe a pessoa errada porque vocês não partilham metas de vida em comum e prioridades.

Existem três maneiras básicas de nos conectarmos com outra pessoa:

  1. Química e compatibilidade.
  2. Partilhar interesses em comum.
  3. Compartilhar o mesmo objetivo de vida.

Assegure-se de que você compartilha o profundo nível de conexão que objetivos de vida em comum proporcionam. Após o casamento, os dois crescerão juntos ou crescerão separados. Para evitar crescer separado, você deve entender para que “está vivendo” enquanto é solteiro – e então encontrar alguém que tenha chegado à mesma conclusão que você.

Esta é a verdadeira definição de “alma gêmea.” Uma alma gêmea tem o mesmo objetivo – duas pessoas que em última instância compartilham o mesmo entendimento ou propósito de vida, e portanto possuem as mesmas prioridades, valores e objetivos.

5. Você escolhe a pessoa errada porque logo se envolve sexualmente.

O envolvimento sexual antes do compromisso de casamento pode ser um grande problema, porque muitas vezes impede uma completa exploração honesta de aspectos importantes. O envolvimento sexual tende a nublar a mente da pessoa. E uma mente nublada não está inclinada a tomar decisões corretas.

Não é necessário fazer um “test drive” para descobrir se um casal é sexualmente compatível. Se você faz a sua parte e tem certeza que é intelectual e emocionalmente compatível, não precisa se preocupar sobre compatibilidade sexual. De todos os estudos feitos sobre o divórcio, a incompatibilidade sexual jamais foi citada como o principal motivo para as pessoas se divorciarem.

6. Você fica com a pessoa errada porque não tem uma profunda conexão emocional com esta pessoa.

Para avaliar se você tem ou não uma profunda conexão emocional, pergunte: “Respeito e admiro esta pessoa?”

Isso não significa: “Estou impressionado por esta pessoa?” Nós ficamos impressionados por um Mercedes. Não respeitamos alguém porque tem um Mercedes. Você deveria ficar impressionado pelas qualidades de criatividade, lealdade, determinação, etc.

Pergunte também: “Confio nesta pessoa?” Isso também significa: “Ele ou ela é emocionalmente estável? Sinto que posso confiar nele/nela?”

7. Você se envolve com a pessoa errada porque escolhe alguém com quem não se sente emocionalmente seguro.

Faça a si mesmo as seguintes perguntas: Sinto-me calmo, relaxado e em paz com esta pessoa? Posso ser inteiramente eu mesmo com ela? Esta pessoa faz-me sentir bem comigo mesmo? Você tem um amigo realmente íntimo que o faz sentir assim? Assegure-se que a pessoa com quem vai se casar faz você sentir-se da mesma forma!

De alguma maneira, você tem medo desta pessoa? Você não deveria sentir que é preciso monitorar aquilo que diz porque tem medo da reação da outra pessoa. Se você tem receio de expressar abertamente seus sentimentos e opiniões, então há um problema com o relacionamento.

Um outro aspecto de sentir-se seguro é que você não sente que a outra pessoa está tentando controlá-lo. Controlar comportamentos é sinal de uma pessoa abusiva. Esteja atento para alguém que está sempre tentando modificá-lo. Há uma grande diferença entre “controlar” e “fazer sugestões.” Uma sugestão é feita para seu benefício; uma declaração de controle é feita para o benefício de outra pessoa.

8. Você fica com a pessoa errada porque você não põe todas as cartas na mesa.

Tudo aquilo que o aborrece no relacionamento deve ser trazido à baila para discussão. Falar sobre aquilo que incomoda é a única forma de avaliar o quão positivamente vocês se 0comunicam, negociam e trabalham juntos. No decorrer de toda a vida, as dificuldades inevitavelmente surgirão. Você precisa saber agora, antes de assumir um compromisso: Vocês conseguem resolver suas diferenças e fazer concessões que sejam boas para ambas as partes?

Nunca tenha receio de deixar a pessoa saber aquilo que o incomoda. Esta é também uma maneira para você testar o quanto pode ficar vulnerável perante esta pessoa. Se você não pode ser vulnerável, então não pode ser íntimo. Os dois caminham juntos.

9. Você escolhe a pessoa errada porque usa o relacionamento para escapar de problemas pessoais e da infelicidade.

Se você é infeliz e solteiro, provavelmente será infeliz e casado, também. O casamento não conserta problemas pessoais, psicológicos e emocionais. Na melhor das hipóteses, o casamento apenas os exacerbará.

Se você não está feliz consigo mesmo e com sua vida, aceite a responsabilidade de consertá-la agora, enquanto está solteiro. Você se sentirá melhor, e seu futuro cônjuge lhe agradecerá.

10. Você escolhe a pessoa errada porque ele/ela está envolvido em um triângulo.

Estar “triangulado” significa que a pessoa é emocionalmente dependente de alguém ou de algo, ao mesmo tempo em que tenta desenvolver um outro relacionamento. Uma pessoa que não se separou de seus pais é o exemplo clássico de triangulação. As pessoas também podem estar trianguladas com objetos, tais como o trabalho, drogas, a Internet, passatempos, esportes ou dinheiro.

Assegure-se de que você e seu parceiro estejam livres de triângulos. A pessoa apanhada em um triângulo não pode estar emocionalmente disponível por completo para você. Você não será a prioridade número um. E isso não é base para um casamento.

Fonte: www.sexoaberto.com || Rabino Dov Heller

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Os noivos devem saber. Veja agora!

Autor: Darleide Alves & J.Washington
Para noivos

Os noivos devem ficar sabendo.

Em breve Sra., com seu lar, filhos afazeres novos, nova maneira de lidar com a agenda de trabalho, emoções, enfim, muita coisa vai mudar. Mas antes que tudo isso venha a acontecer, você deve construir este castelo de fantasias que irá povoar suas lembranças: um bordado em sua vida.

Seu álbum de casamento para exibir para os filhos. Sempre vai acontecer de filho perguntar aborrecido – Por que eu não estou na foto, mamãe? – Prepare-se para a resposta simples, aparentemente. Esse momento mágico da cerimônia de casamento não termina, jamais.

Uma tradição na cerimônia de casamento que acontece fora do Brasil, mas que é muito interessante.

Os melhores amigos que forem escolhidos para padrinhos podem fazer parte do cerimonial. Consiste em os padrinhos receberem os convidados na porta da Igreja e os acompanharem até seus lugares.

É uma delicadeza imensa para com os convidados, ao invés de a equipe do cerimonial cuidar como tarefa. É claro que se pressupõe que esta delicada formalidade só se aplique aos convidados que atenderem ao horário estabelecido. Pois na hora em que a noiva se posicionar para entrar na Igreja, os padrinhos deverão estar em seus lugares.

Outra sugestão é não se preocupar em ser tão atual. Por que não o modelo do vestido da mãe ou da avó. Um toque antigo, foge ao comum dos padrões dos vestidos de noiva. No gênero bordado nos ombros descendo pelas mangas, por exemplo.

As alianças levadas pelos pagens, colocadas em arranjos com uma vela para cada um.

Sugestão para presentes:
Se você não pertence às classes mais abastadas e/ou tem amigos não tão abastados, facilite a vida daqueles que desejam presenteá-la com um presente de valor, mas que não está ao alcance do padrão financeiro.

Escolha o seu serviço de cristal e divida em serviços de seis peças de cada. Assim feito, você poderá distribuir, na relação deixada nas lojas, o mesmo para várias pessoas e terá um serviço de 24 ou mais peças.

O mesmo procedimento servirá para outros. Baixelas de prata e etc.

Feliz Bodas e uma vida conjugal plena de harmonia.

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Cenas picantes na hora do almoço.

Autor: Darleide Alves & J.Washington
Banalização do sexo

Quando o sexo deixa de ser belo.

Uma adolescente seduz um homem mais velho e casado; uma repórter pergunta a um pedestre – sem constrangimento – se o tamanho, no caso do pênis, é documento; uma personagem, só de biquíni, dança sensualmente para excitar os rapazes. Não. Não se trata de um canal erótico. Diariamente, é possível ver e ouvir sobre sexo – sem qualquer restrição quanto à abordagem ou ao horário – em todo canal de TV ou meio de comunicação. A sexualidade há muito, deixou de ser um assunto tratado a sete chaves. Muitas vezes, as cenas picantes estão no ar na hora do almoço.

Sexualidade e Ibope

Nos últimos anos, a sexualidade ganhou a mídia e deu ibope, garantindo um espaço cada vez maior. Médicos, sexólogos, terapeutas, psicólogos e psicanalistas vêem a questão com ressalvas. A informação é o caminho da aprendizagem. O detalhe que observamos é que faltam critérios para sua difusão. Poucos programas divulgam informações realmente científicas, alerta a terapeuta sexual Mary de Sá. A terapeuta acredita que a possibilidade de discutir o assunto na mídia é um bom sinal, que enterrou a repressão com que o tema era tratado anteriormente. Mas falta bom senso, já que o sexo está sendo cada vez mais banalizado. A mídia tem sido um estímulo para que crianças e adolescentes cheguem ao sexo sem estarem preparados. Para os adolescentes, faltam referências, lembra a terapeuta. Nas novelas, uma das grandes fontes de entretenimento dos brasileiros, as cenas são baseadas na realidade, mas com desfechos bem diferentes dos vividos todos os dias pelas pessoas comuns. A gravidez precoce e a prostituição parecem bem mais suaves e menos problemáticas. O corpo é mostrado como uma forma de ganho. Sou favorável às discussões apresentadas pela TV, mas acho que o conteúdo e a forma como elas são colocadas são assustadores. Poucos programas têm uma abordagem educativa do assunto, afirma Mary de Sá. Uma das esperanças da terapeuta é que o passar dos anos aperfeiçoe os modos de abordar a sexualidade.

Opinião Pública

A menina na novela transa com o namorado e logo aparece grávida. O fato de estar apaixonada é mais importante do que todos os outros fatores. Como a TV tem um papel importante na formação da opinião pública, esse episódio deveria ser usado como uma forma de reforçar a importância da camisinha e da prevenção da AIDS e da gravidez. Entretanto, os critérios usados para tratar o assunto são contraditórios e trazem confusão. Quem é virgem, por exemplo, entra em um conflito ao assistir cada capítulo, lembra.

O Bom Senso foi Esquecido

A psicóloga e psicanalista Sônia Cury acredita que a sexualidade está sendo tratada na mídia de uma forma vulgar. A questão não está apenas nas novelas, filmes e revistas, chegou também aos programas de entrevista. Até certo ponto, a mídia contribuiu para o assunto ser tratado sem repressão. O detalhe é que os programas passam a qualquer hora. As crianças vêem e não entendem, critica a psicanalista. O resultado deste contato precoce com o assunto traz conseqüências. Não é incomum que os pais cheguem aos consultórios com muitas dúvidas. A criança quer dar um beijo de língua na boca e pede isso à avó. Os pais ficam sem saber como resolver a questão, exemplifica. Como a criança fantasia muito, o sexo pode ser encarado de forma desvirtuada. Não existe preocupação em informar. O conteúdo apresentado na mídia é meramente apelativo, lembra. As personagens eróticas dos programas dirigidos aos jovens chamam atenção para outro tipo de sexualidade: a que não valoriza a pessoa integralmente, mas apenas partes do seu corpo – seios e nádegas é que contam. Para os adolescentes, o estímulo da mídia não gera apenas vontades, mas leva às ações. A cada dia, os jovens transam mais cedo, sem atentar para os riscos de doenças e da gravidez. A censura não resolve, mas é necessário ter mais bom senso, sugere Cury.

Fonte: www.sexoaberto.com | Artigo publicado em www.bibliomed.com.br

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Desempenho Sexual? Veja mais aqui.

Autor: Darleide Alves & J.Washington

Bom desempenho sexual é uma preocupação para muitas pessoas. Mas os que elas pensam que é isso? As expectativas sexuais são estabelecidas por anunciantes, casos retratados em novela, literatura escandalosa, filmes, teatro e televisão. Muitos desses padrões são cheios de fantasia, falsidade e infidelidade. Elas não conduzem a um sexo significativo, apropriado.

Mesmo as informações sobre sexo que se vêm dos assim chamados especialistas são baseadas frequentemente em relato de pessoas com experiências insatisfatórias, casamentos problemáticos relações ilícitas.

Segredos e soluções sobre sexo.
Sexo sem preconceito. Como está o desempenho?

Dica Faz Bem. Clique e ouça!

Esta ênfase sobre o lado negativo desvia a atenção do que é necessário para que uma relação sexual tem sentido real, prazer e plenitude. Se a relação sexual tiver de ser realizada com prazer e propósito e ser tudo o que Deus proclama que tem de ser, o foco prioritário deve sempre ser sobre ter uma relação amoroso em outros aspectos da vida.

Em seu belo livro Whom God Halth Joirned (Quem Deus ajuntou), David R. Mace escreve: “falamos frequentemente sobre relação sexual como ‘fazer amor’. Estritamente falando isto não é verdadeiro. O encontro de dois corpos não pode fazer amor. Ele pode somente expressar e enriquecer um amor que já está lá.

E a qualidade da experiência vai depender da qualidade de amor que se expressa.”

 

Quando as coisas vão mal no sexo, geralmente o problema não é o sexo. Os problemas com sexo com muita freqüência vêm quando os cônjuges têm outros problemas que precisam de atenção.

 

O sexo é importante no casamento. Parceiros amorosos no casamento fazem sexo e significativo. Evidente que as pessoas podem se envolver em sexo sem amar um ao outro. Mas a riqueza que mescla tanto o espírito quanto o corpo e que solda duas pessoas na maior união pode ser alcançada somente como resultado de confiança, respeito, admiração e liberdade profundos – todos característicos do verdadeiro amor.

 

As Escrituras consideram a comunhão sexual um símbolo profundamente significativo do compartilhar da vida em muitos níveis. Os problemas sexuais são geralmente sintomas de transtorno em algum aspecto do casamento. Fazer um ajustamento sexual satisfatório não é, via de regra, difícil para um casal que esta ansioso para agradar um ao outro. Normalmente surge uma solução satisfatória quando há compreensão compassiva.

 

John L. Thomas, S. J. um célebre sociólogo que tem escrito amplamente sobre a questão do casamento, diz a respeito de sexo e casamento saudáveis: “mas é com a realidade total que as pessoas devem se preocupar, não apenas com uma pequena parte, especialmente ao tratar com os relacionamentos humanos. Se uma pessoa não tem sido capaz de chegar a um bom entendimento com a vida, ou descobrir sentido ou significado nela de modo geral, é improvável que os encontre em qualquer parte dela. Tudo então, incluindo o sexo, parecerá monótono e banal.”.

 

A realização sexual não significa igualar-se ao que lemos em um livro ou alguma experiência que vimos retratada em um filme. Ele emerge do ardor e liberdade de nossos sentimentos para com o nosso cônjuge. Ela significa ambos poderem desfrutar um ao outro como pessoas e alegremente satisfazem as necessidades recíprocas em cada aspecto da vida. O nível em que provamos satisfação em comum corresponde ao nível em que estamos comunicando, se interessando, sendo sinceros, desfrutando e experimentando liberdade nas muitas partes da relação no casamento.

Fonte:
John M. Drescher é Professor, Pastor, Escritor, e conferencista.

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Sexo: tem gente que não gosta. Veja!

Autor: Darleide Alves & J.Washington
Casal não quer fazer sexo

Sexo é bom. Você gosta?

Aversão persistente ao sexo; asco e repugnância extrema diante das relações sexuais. Este é um problema que pode afetar tanto homens quanto mulheres. A aversão ao contato sexual pode chegar a se constituir numa fobia, quer dizer, um medo irracional que leva a pessoa a evitar ou a fugir de qualquer situação erótica para não cair em um estado de ansiedade que pode ser acompanhada por tremor, suor intenso, palpitações, falta de ar ou até mesmo em um estado psicológico próprio de uma pessoa aterrorizada, durante o qual é evidentemente impossível o prazer ainda que, em algumas situações, se consiga vencer o estado de pânico inicial, e se comportar com certa naturalidade durante a relação sexual.

As causas podem ser de diversos tipos, entre eles: episódios anteriores de violência sexual e/ou experiências sexuais traumáticas; situações de conflitos conjugais graves; (por exemplo: quando existe uma terceira pessoa) uma educação restritiva e/ou que transmite idéias errôneas ou sobrevalorizadas a respeito da sexualidade (ex: dor, imoralidade, perigo de ficar doente etc.). Em alguns casos se torna difícil identificar de forma clara qualquer dessas causas citadas acima, e a manifestação desta aversão podem até criar uma grande confusão no (a) companheiro (a), que pode não compreender a situação sentindo-se rechaçado, chegando, em ocasiões, a pedir a separação. Da mesma forma que em todas as disfunções sexuais, ambos os membros do casal se vêm afetados, porém o distúrbio sexual que resulta é mais difícil de compreender e compromete seriamente a relação do casal. (Lilian Aldeia)

Características Diagnósticas
A característica essencial do Transtorno de Aversão Sexual é a aversão e esquiva ativa do contato sexual genital com um parceiro sexual (Critério A). A perturbação deve causar acentuado sofrimento ou dificuldade interpessoal (Critério B). A disfunção não é melhor explicada por outro transtorno do Eixo I (exceto outra Disfunção Sexual) (Critério C).

O indivíduo relata ansiedade, medo ou repulsa ao se defrontar com uma oportunidade sexual com um parceiro. A aversão ao contato genital pode concentrar-se em um determinado aspecto da experiência sexual (por ex., secreções genitais, penetração vaginal).

Alguns indivíduos experimentam repulsa generalizada a quaisquer estímulos sexuais, inclusive beijos e toques. A intensidade da reação do indivíduo quando exposto aos estímulos aversivos pode variar desde uma ansiedade moderada e falta de prazer, até um extremo sofrimento psicológico.

Subtipos
Os subtipos são oferecidos para indicar início (Ao Longo da Vida versus Adquirido), contexto (Generalizado versus Situacional) e fatores etiológicos (Devido a Fatores Psicológicos, Devido a Fatores Combinados), para o Transtorno de Aversão Sexual

Características e Transtornos Associados
Ao se defrontarem com uma situação sexual, alguns indivíduos com Transtorno de Aversão Sexual severo podem experimentar Ataques de Pânico, com extrema ansiedade, sensações de terror, desmaio, náusea, palpitações, tonturas e dificuldades respiratórias. Pode haver um acentuado prejuízo nas relações interpessoais (por ex., insatisfação conjugal).

Os indivíduos podem evitar situações sexuais ou parceiros sexuais em potencial mediante estratégias veladas (por ex., dormir cedo, viajar, negligenciar a aparência pessoal, usar substâncias ou envolver-se com atividades de trabalho, sociais ou familiares).

Diagnóstico Diferencial
O Transtorno de Aversão Sexual também pode ocorrer junto com outras Disfunções Sexuais (por ex., Dispareunia). Neste caso, devem ser anotadas ambas as condições. Um diagnóstico adicional de Transtorno de Aversão Sexual geralmente não é feito se a aversão sexual é melhor explicada por outro transtorno do Eixo I (por ex., Transtorno Depressivo Maior, Transtorno Obsessivo-Compulsivo, Transtorno de Estresse Pós-Traumático).

O diagnóstico adicional pode ser feito quando a aversão precede o transtorno do Eixo I ou é um foco de atenção clínica independente. Embora a aversão sexual possa satisfazer, tecnicamente, os critérios para Fobia Específica, este diagnóstico adicional não é dado. Uma aversão sexual ocasional que não é persistente ou recorrente ou não se acompanha de acentuado sofrimento ou dificuldade interpessoal não é considerada um Transtorno de Aversão Sexual.

Critérios Diagnósticos para F52.10 – 302.79 Transtorno de Aversão Sexual
A. Extrema aversão ou esquiva persistente ou recorrente de todo (ou quase todo) contato sexual genital com um parceiro sexual.
B. A perturbação causa acentuado sofrimento ou dificuldade interpessoal.
C. A disfunção sexual não é melhor explicada por outro transtorno do Eixo I (exceto outra Disfunção Sexual).
Especificar tipo:
1. Tipo Ao Longo da Vida
2. Tipo Adquirido
Especificar tipo:
3. Tipo Generalizado
4. Tipo Situacional
Especificar:
Devido a Fatores Psicológicos
Devido a Fatores Combinados

A pessoa que sofre este tipo de transtorno além da ajuda médica especializada, necessariamente deverá tratar-se com psicólogo para que as barreiras emocionais e psíquicas sejam resolvidas.

Fonte: SexoAberto.com || VirgílioNascimento.blogspot.com

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