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Casamento civil: O que usar?

Autor: Darleide Alves & J.Washington
Qual roupa usar

Qual roupa devo usar?

O casamento civil deve ser levado tão a sério quanto o casamento religioso. Por isso, um toque de elegância na hora de escolher o figurino dá charme para cerimônia.

Se o casamento for realizado no próprio cartório, durante o dia, evite um visual carregado. Aliás, o melhor a fazer é evitar uma produção exagerada.

Um vestido leve, tipo “longuete”, e em tom pastel, é ótima opção. O modelo além de elegante é ideal para ocasião. Vale lembrar que a escolha da cor e do modelo precisa estar de acordo com o horário do casamento.

Evite o uso de peças muito decotadas. Além de deselegantes, elas podem trazer uma sensação de desconforto na hora da cerimônia, lembre-se: “menos é mais” e o melhor sinônimo de elegância é equilíbrio.

Use um belo par de sandálias. Seja qual for o modelo, é importante que elas estejam bem confortáveis, porque é o fim do mundo passar o casamento com dor nos pés.

Para as noivas que irão se casar no inverno, o “tailleur” é a escolha mais acertada. Além de bonito, dá um toque de sofisticação no visual da noiva. Para acompanhar, use sapatos de modelos scarpin ou chanel, são os mais apropriados para ocasião.

A maquiagem deve ter tom suave e natural. A função dela é reforçar os pontos fortes do seu rosto e suavizar olheiras e manchas.  Aqui também vale a máxima menos é mais.

Quanto ao penteado, o segredo é escolher os que combinam com o formato do seu rosto. Podem ser soltos ou presos. Uma dica: se você colore os cabelos, o ideal é fazer o retoque  05 dias antes do casamento. É tempo suficiente para repousar a cor e dar uma aparência mais natural.
O vestuário masculino é bem mais simples do que o feminino. Por isso, um terno preto é opção para os noivos. Para casamentos realizados de manhã ou à tarde, tonalidades de cinza  grafite também são bem-vindas.

Para um casamento informal, “blazer” preto e calça cáqui caem superbem.

As camisas devem sempre ser em tons claros. Branco e azul-claro são ótimas alternativas. Uma dica: A camisa deve fazer parte do conjunto. Portanto, não deve aparecer mais do que o figurino.
Cuidado na hora de escolher a gravata. Ela é um instrumento muito importante na composição do visual e um dos poucos acessórios que permitem criatividade na composição da roupa do noivo.

Dê preferência a sapatos de couro preto, meias e cintos da mesma cor.

Uma cor imprópria e um acessório mal escolhido podem trazer constrangimentos para o casal na hora da cerimônia. Uma sugestão é usar do bom senso. No final, tudo sairá como manda o figurino. Então, não custa nada caprichar no visual.

Fonte:  www.bemsex.com || Marcia Possik é diretora da Marriages Assessoria (marriages.com.br), empresa especializada em organização de casamentos. Criadora do Clube das Noivas, maior grupo de discussão com foco em casamento da América Latina.

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Atitude: você pode fazer diferente.

Autor: Darleide Alves & J.Washington
Você pode fazer diferente

Você pode fazer diferente. Faça!

Ser rico, famoso ou poderoso tem sido o objetivo da maioria das pessoas, mas sempre falta algo. Recentemente, ouvi sobre uma nova postura ética de sucesso, que vale a pena resumir aqui, porque na época ninguém noticiou.

Numa reunião no World Economic Forum, em Davos, o local onde o mundo empresarial se reúne uma vez por ano em janeiro, um empresário que acabava de fazer um tremendo negócio foi convidado numa das várias sessões a expor suas idéias.

Primeiro perguntaram como ele se sentia, subitamente um bilionário. Sem pestanejar um único minuto, ele afirmou que o dinheiro não lhe pertencia, e que doaria toda sua fortuna a instituições beneficentes.

Sou simplesmente fruto do acaso, tenho os genes certos e estou no momento certo, no setor certo. É difícil falar em mérito numa situação dessas.

Se eu, o Bill Gates aqui presente, ou então o Warren Buffett, tivéssemos nascido 2.000 anos atrás, nenhum de nós teria tido o porte atlético necessário para se tornar um general do Império Romano, posição de destaque equivalente à nossa, na época. Teríamos sido trucidados na primeira batalha.

Alguns seres humanos sempre estarão momentaneamente mais adequados ao ambiente que os outros e receberão, portanto, melhores salários, apesar do esforço dos demais.

A idéia da meritocracia, tão decantada pela direita conservadora como justificativa para a sua riqueza, cai por terra se levarmos em consideração a nova teoria de que somos todos frutos do acaso genético das interpolações do DNA de nossos pais.

Se nossos genes são mero acaso da variação genética, falar em QI, mérito, proeza atlética e se achar merecedor de 100% dos ganhos que esses atributos nos proporcionam não faz mais muito sentido. O que há de meritocrático em ter os genes certos?

Ninguém está sugerindo o outro extremo de salários iguais para todos, porque toda sociedade precisa incentivar os que se esforçam mais, os que trabalham melhor e especialmente os que assumem riscos e têm a coragem de inovar.

O que essa nova postura sugere delicadamente é uma maior humildade e generosidade daqueles que ganham fortunas por ter uma inteligência superior, um porte atlético avantajado ou um talento excepcional. Por trás de toda fortuna existe um elemento de sorte, muito maior do que os afortunados gostariam de admitir.

Mas a frase que mais tocou a platéia estarrecida foi esta: Mesmo doando toda a minha fortuna, disse o empresário, continuará a existir uma enorme injustiça social no mundo. Eu terei tido um privilégio que muitos não terão. O privilégio de ter feito uma diferença com o meu trabalho e minha vida.

Segundo essa visão, o mundo é dividido entre aqueles que fizeram ou não uma diferença com sua vida, o dinheiro não é o objetivo final. E existem inúmeras maneiras de fazer uma diferença, desde inventar coisas, gerar empregos, criar produtos, até ajudar os outros com o dinheiro obtido.

Aproximadamente 55% dos empresários americanos não pretendem legar sua fortuna aos filhos. Acham que estariam estragando sua vida gerando playboys e um bando de infelizes. Percebem que o divertido na vida é chegar lá, não estar lá. Ser filho de empresário e receber de mão beijada uma BMW, um Rolex e uma supermesada não é o caminho mais curto para a felicidade. Muito pelo contrário, é uma roubada.

Por isso, os ricos de lá criaram instituições como a Fundação Rockfeller, a Fundação Ford, a Fundação Kellogg, a Fundação Hewlett. No Brasil, estamos muito longe de convencer os empresários a fazer o mesmo, razão pela qual sua fortuna provavelmente virará mais um imposto. O imposto sobre herança.

O segredo da felicidade, portanto, não é ganhar dinheiro, que a maioria acabará perdendo de uma forma ou de outra. O segredo é ter feito uma diferença.

Fonte: www.fazbem.com || Stephen Kanitz, é professor e escritor premiado com livros editados tanto no Brasil quanto no exterior, entre outros títulos o “Master in Business Administration pela Harvard University. Escreve a seção Ponto de Vista da Revista Veja.

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Acidente doméstico. O que fazer já!

Autor: Darleide Alves & J.Washington

Nem sempre lar significa segurança. Estudos apontam que cerca de 75% dos acidentes com idosos ocorrem no ambiente doméstico e as quedas são as mais freqüentes. Ferimentos com arma branca (facas de cozinha e ferramentas cortantes) e queimaduras também endossam as estatísticas. As causas, geralmente, são má iluminação, tapetes soltos, superfícies escorregadias e uso de sapatos inadequados, entre outros. Alterações nos sentidos visual e auditivo, osteoporose, além de patologias cardíacas e neurológicas, também são responsáveis por acidentes.

Tudo isso torna o idoso vulnerável tanto dentro quanto fora de casa. Para se ter uma idéia, os atropelamentos correspondem a 10% das mortes na terceira idade.

Diante desse quadro, é importante conversar com um médico sobre as possibilidades de mudança no ambiente doméstico. Abaixo, seguem dicas úteis que podem melhorar a qualidade de vida e evitar possíveis lesões. Lembre-se de que os acidentes também causam depressão, ansiedade, perda de independência, de autonomia, medo e hospitalizações.

Como viver depois dos 60.

A vida na melhor idade.


Como prevenir acidentes domésticos:

- Mantenha-se ativo. A prática regular de exercícios físicos melhora sua auto-estima, seu equilíbrio, sua força, normaliza sua pressão arterial e níveis de colesterol e glicose;

- Não pratique a auto-medicação. Lembre-se de que pessoas idosas são mais sensíveis aos medicamentos e mais suscetíveis aos efeitos colaterais. O remédio que fez bem ao seu vizinho poderá fazer muito mal a você;

- Use sapatos com solado antiderrapante ou tênis. Evite o uso de chinelos ou andar de meias;

- Mantenha sua casa livre de obstáculos nos locais de circulação, principalmente entre o quarto e o banheiro. Caso haja dificuldade visual, disponha de iluminação baixa neste trajeto;

- A iluminação deve ser adequada em todos os cômodos;

- Na presença de escadas em sua casa, esta deve estar sempre bem iluminada, sem objetos no seu caminho, ter piso antiderrapante e corrimões bilaterais;

- Evite tapetes soltos. Observe se ele possui forro antiderrapante ou se há possibilidade de fixá-lo;

- Fixe os fios soltos às paredes;

- Dê preferência a pavimentos antiderrapantes. Caso possua chão de madeira, evite o uso de polimento ou cera;

- Coloque barras de apoio ao lado do vaso sanitário e no chuveiro. Lembre-se de que as lajotas são superfícies extremamente escorregadias. Por isso, utilize tapetes de borracha antiderrapantes nas áreas de uso neste local. Use também uma cadeira no Box para ensaboar-se e enxaguar-se;

- Cuidado extra em locais de pavimentação desconhecida. Calçadas, ruas, praças, ou mesmo no seu quintal e jardim. Locais sem pavimentação sofrem desnivelamento diário por ação dos ventos e das chuvas;

- Se estiver só, não hesite em pedir ajuda para subir / descer de um ônibus ou atravessar a rua;

- Considere o uso de bengala ou andador com indicação de seu médico. Lembre-se que tudo aquilo que lhe deixa mais independente deve ser aceito positivamente;

- Tenha sempre à mão os números de telefone dos serviços de emergência disponíveis em sua cidade. Eles poderão ser úteis um dia;

- Traga sempre junto de seus pertences uma placa de identificação contendo seu nome, endereço, telefone e nome das medicações que você utiliza. Escreva também nome e telefone de algum parente ou amigo próximo que possa ajudar você no caso de um acidente fora de casa;

- Evite levantar-se da cama rapidamente. Faça isso após permanecer alguns minutos em repouso;

- Não use chaves nas portas internas de sua casa;

- Antes de dormir, certifique-se de que o registro do gás está desligado;

- Caso utilize bolsa de água quente, verifique se está bem fechada. Envolva a mesma com uma toalha antes de aplicá-la em seu corpo.

Fonte:
Roberta da Silva é médica em especialização em Geriatria da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS).

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Fazer compras ativa a mesma região do cérebro estimulada pelo sexo.

Autor: Darleide Alves & J.Washington
Comprar e comprar...

Ativa região de prazer sexual.

Encontrar uma pechincha ou esbarrar com uma liquidação na hora das compras proporciona um alto grau de excitação emocional.

A felicidade nessas circunstâncias é tão intensa que se ativa a mesma região do cérebro estimulada pelo sexo, aponta uma pesquisa da Universidade de Westminster, no Reino Unido, publicada na revista especializada em consumo “The Grocer”.

Os pesquisadores britânicos chegaram a conclusão da relação entre compras e satisfação após registrar e medir a atividade cerebral de 50 voluntários divididos em diferentes grupos e propôs diferentes atividades, desde fazer compras até assistir a um filme erótico.

Para a investigação, os pesquisadores tiveram a ajuda de uma equipe de acompanhamento para medir a dilatação da pupila e o movimento dos olhos, num sistema denominado iMotion que avalia as respostas emocionais do corpo humano em uma escala de 1 a 10, e com o qual o tipo de emoção que se sente ao observar imagens eróticas recebe uma pontuação de entre 5 e 7.

Os voluntários que ganharam um audiobook geraram uma pontuação de 5,8, enquanto aqueles que passaram por uma liquidação ou uma oferta, como um simples desconto no leite ou em outro produto do supermercado, também tiveram sensações gratificantes que pontuaram alto na escala do sistema iMotion.

Os especialistas de Westminster concluíram que aqueles participantes que encontraram um cupom ou receberam um brinde ou promocão sentiam tanto entusiasmo como ao ver um filme erótico, já que sua pontuação na escala emocional era idêntica.

O estudo, impulsionado pelo Instituto de Marketing Promocional da Universidade de Westminster, também concluiu que há uma elevada correlação entre a resposta emocional de uma pessoa às promoções comerciais e um aumento das vendas dos produtos.

“A maioria das decisões de compra é tomada nos primeiros dois segundos. Se podemos
captar a atenção das pessoas fazendo com que olhe um produto durante esse breve período, provavelmente vão conquistar o cliente durante mais tempo”, afirmou Jon Ward, analista em marketing, ao comentar o estudo de Westminster.

Fonte: Rocio Gaia

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Tá dificil a relação no trabalho? Veja!

Autor: Darleide Alves & J.Washington

Muita gente não sabe, mas relacionar-se bem com os colegas de trabalho é um dos principais fatores de sucesso. Pois é, de nada adianta você ser um profissional competente se não sabe trabalhar em equipe e criar harmonia no ambiente de trabalho.

Um estudo da Harvard mostra que 2/3 das demissões nas empresas são causadas por dificuldades de relacionamento com os colegas. Isso explica porque pessoas altamente profissionais e competentes no que fazem acabam sendo demitidas de suas empresas e outras – nem tão competentes assim permanecem, atingindo promoções e melhores oportunidades de carreira. Logo, podemos concluir que competência técnica não é tudo e que aquelas pessoas que não têm uma boa habilidade para criar relacionamentos acabam tendo menores chances de sucesso.

Trabalhar com pessoas difícieis.

A tarefa de se relacionar no trabalho.

Existem diversas causas para a dificuldade nos relacionamentos humanos: rabugice, antipatia, arrogância, timidez etc. mas a causa mais comum é o despreparo. A grande maioria das pessoas não sabe que cuidar das relações não é apenas uma questão de sociabilidade, mas de progresso profissional.

As relações humanas são baseadas numa palavrinha: comportamento. Com isso,as pessoas que têm um bom comportamento, automaticamente, cuidam melhor de suas relações humanas. Essa é uma das competências relacionadas à inteligência emocional (QE – Quociente Emocional), que há muito tempo vem sendo valorizada demais nas empresas.

De nada adianta um profissional possuir um QI (Quociente de Inteligência) alto se o seu QE for baixo. Ele estará fadado a ter sérios problemas na carreira e na vida particular.

O marketing interpessoal é uma ótima ferramenta de orientação na busca por um comportamento adequado para o sucesso, sendo desenvolvido tanto para uma melhor produtividade do indivíduo como de toda uma equipe, produzindo, conseqüentemente, melhores resultados para as empresas.

Aqui vão 10 regras básicas para se fazer um bom marketing interpessoal. Utilize-as e sinta a diferença:

1) Respeite os outros, não fazendo com eles o que você não quer que eles façam com você. Isso é ter empatia (colocar-se no lugar do outro).

2) Cultive amizades. Mantenha contato com as pessoas sempre que puder (dentro e fora do ambiente de trabalho) e não somente quando precisar delas. Mostre que você se importa realmente com elas. Faça seu Networking (Rede de Relacionamentos) ficar cada vez maior.

3) Aprenda a ouvir mais do que falar. Não é a toa que temos dois ouvidos e uma boca!

4) Seja sempre educado e evite ser rude. Cumprimente a todos, mesmo aquelas pessoas que você não conhece direito.

5) Faça elogios verdadeiros às pessoas. Aprenda a enxergar os pontos positivos de cada um e enalteça-os. Mas lembre-se que elogiar não é bajular!

6) Não seja teimoso. Saiba mudar sua opinião se outra pessoa lhe mostrar argumentos concretos e críveis.

7) Não entre em choque direto com os outros. Tenha paciência e saiba conduzir uma conversa de forma tranqüila e amigável, mostrando seus argumentos com exemplos práticos. Assim, você conseguirá convencer de maneira simpática e eficiente.

8) Procure sorrir mais e contagiar as pessoas com positivismo. Torne sua presença agradável.

9) Esteja sempre à disposição para ajudar. Evite o isso não é comigo e procure soluções para seus colegas, mesmo quando o assunto não lhe diz respeito.

10) Procure se informar sobre diferentes culturas e seus respectivos tipos de comportamento. Isso demonstra conhecimento e ajuda a evitar gafes desagradáveis.

Fonte:
Nelson Botter Junior é escritor e especialista em marketing de serviços pela FGV e international business pela ILSC – Canadá. Atua como consultor da Botter & Associados, diretor do portal de saúde Brasil medicina e administra os cursos da área de saúde da Manager Online.

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Os noivos devem saber. Veja agora!

Autor: Darleide Alves & J.Washington
Para noivos

Os noivos devem ficar sabendo.

Em breve Sra., com seu lar, filhos afazeres novos, nova maneira de lidar com a agenda de trabalho, emoções, enfim, muita coisa vai mudar. Mas antes que tudo isso venha a acontecer, você deve construir este castelo de fantasias que irá povoar suas lembranças: um bordado em sua vida.

Seu álbum de casamento para exibir para os filhos. Sempre vai acontecer de filho perguntar aborrecido – Por que eu não estou na foto, mamãe? – Prepare-se para a resposta simples, aparentemente. Esse momento mágico da cerimônia de casamento não termina, jamais.

Uma tradição na cerimônia de casamento que acontece fora do Brasil, mas que é muito interessante.

Os melhores amigos que forem escolhidos para padrinhos podem fazer parte do cerimonial. Consiste em os padrinhos receberem os convidados na porta da Igreja e os acompanharem até seus lugares.

É uma delicadeza imensa para com os convidados, ao invés de a equipe do cerimonial cuidar como tarefa. É claro que se pressupõe que esta delicada formalidade só se aplique aos convidados que atenderem ao horário estabelecido. Pois na hora em que a noiva se posicionar para entrar na Igreja, os padrinhos deverão estar em seus lugares.

Outra sugestão é não se preocupar em ser tão atual. Por que não o modelo do vestido da mãe ou da avó. Um toque antigo, foge ao comum dos padrões dos vestidos de noiva. No gênero bordado nos ombros descendo pelas mangas, por exemplo.

As alianças levadas pelos pagens, colocadas em arranjos com uma vela para cada um.

Sugestão para presentes:
Se você não pertence às classes mais abastadas e/ou tem amigos não tão abastados, facilite a vida daqueles que desejam presenteá-la com um presente de valor, mas que não está ao alcance do padrão financeiro.

Escolha o seu serviço de cristal e divida em serviços de seis peças de cada. Assim feito, você poderá distribuir, na relação deixada nas lojas, o mesmo para várias pessoas e terá um serviço de 24 ou mais peças.

O mesmo procedimento servirá para outros. Baixelas de prata e etc.

Feliz Bodas e uma vida conjugal plena de harmonia.

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Não é o que acontece, é como você vê.

Autor: Darleide Alves & J.Washington
A verdade do espelho

Não fuja da verdade sobre você.

Conta a lenda que os alquimistas da Idade Média eram pessoas capazes de transformar o chumbo em ouro: belo trabalho se você conseguir!

De certo modo, todos nós precisamos ser alquimistas para ver além das aparências superficiais. Nosso desafio cotidiano consiste em enfrentar situações que parecem infelizes – perder o avião, acidentes de carro, divórcios, garçons mal-educados – e transformá-las em intervalos felizes.

Isso significa que você deve rezar para quebrar a perna? Não, mas se tal coisa acontecer, trate de encontrar uma oportunidade dentro do “desastre”. Aí você pergunta: “que bem isso pode me fazer?”. E eu respondo: você passa a viajar no ônibus da vida ao invés de empurrá-lo.

À medida que você para de reagir com pavor ante o inesperado, torna-se mais equilibrado e passa para uma posição de poder.

Enquanto você acreditar que alguma coisa em sua vida é um desastre, isso resultará num desastre contínuo. Digamos que você se divorciou recentemente e imagina que sua vida está arruinada. Enquanto acreditar nisso, será assim. Digamos que você é demitido aos 50 anos e chega à conclusão de que o seu tempo já passou. Enquanto acreditar nisso, assim será. Ou seja: enquanto a sua atitude for negativa, você não fará nada para melhorar de vida. Enquanto você enxergar somente o desastre, atrairá mais desastres. Os acontecimentos se darão conforme as suas expectativas. Mas, no minuto que você mudar de crença sobre a situação, seus pensamentos diferentes atrairão pessoas diferentes e novas oportunidades.

A vida deve ser divertida! Os pássaros acordam todos os dias cantando. Os bebês riem sem nenhum motivo. Observe os golfinhos, os cachorros.

Quem disse que a vida não tem graça? O universo é brincalhão. Se você herdou a idéia de que a vida não foi feita para ser divertida, compreenda o que isso significa: é apenas uma crença da qual você pode descrer.

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Fim do casamento e os filhos. Terrível.

Autor: Darleide Alves & J.Washington
Divórcio

Todos sofrem. Os filhos mais.

_Todos os anos, mais de 1 milhão de crianças e adolescentes são envolvidos em casos de divórcio nos Estados Unidos, segundo o censo americano. No Brasil, as estatísticas falam em 120.000 filhos atingidos pela separação dos pais. Contando os casos não oficializados, estima-se que sejam 400.000 crianças por ano. Para o homem e a mulher, o impacto da separação é grande, mas os dois lados conhecem a fundo as razões que sustentam a decisão. ***

_Para as crianças, que são colhidas por uma notícia inesperada, o fim do casamento dos pais representa um dos períodos mais difíceis de suas vidas, mesmo que tenha sido a melhor solução para desavenças incontornáveis. Por um lado, os filhos passam a viver sem a presença constante de um dos pais (normalmente o pai), e a lidar com situações desconhecidas e muitas vezes traumáticas, como ter duas casas para dormir, mudar de bairro, trocar de escola e de amigos. Mas há um segundo motivo. Como agravante, além de perder a companhia de um dos pais, os filhos podem ser submetidos a uma provação: adaptar-se a uma nova família. ***
_Pelas características, as novas famílias são chamadas pelos psicólogos e psiquiatras de famílias-mosaico, ou famílias reconstituídas. O crescimento do número de separações e o aumento desses mosaicos são um grande avanço, pois apontam para uma relação familiar mais honesta. Casais que já não se suportam deixam de se sentir obrigados a viver juntos pelo resto de seus dias, ainda que tenham filhos. As relações se estabelecem a partir da vontade de permanecer juntos, e não apenas das convenções sociais. O que intriga os especialistas é saber até que ponto as famílias-mosaico interferem na formação das crianças. Alguns profissionais observam que a separação é sempre muito arriscada. “Até os 5 anos de idade, a criança pode sofrer com a separação porque ela fica muito dependente e estabelece troca somente com figuras próximas”, diz o psiquiatra infantil Alfredo Castro Neto, do Rio de Janeiro.***
_Outros lembram que as novas uniões podem ser muito úteis para compensar os efeitos da separação. “Nas famílias reconstituídas predomina a solidariedade entre os filhos por causa dos problemas semelhantes vividos e da identidade geracional”, afirma o psiquiatra Antônio Mourão Cavalcante, professor da Universidade Federal do Ceará. ***
_É difícil tirar conclusões definitivas em torno de um tema tão complexo. Um trabalho do psiquiatra Haim Grunspun, da PUC paulista, que acompanhou um grupo de crianças por dois anos após o fim do casamento dos pais, concluiu que a separação, se mal conduzida, pode ter potencial devastador. A pesquisa revela que os bebês até os 2 anos podem desenvolver comportamento mais medroso e apresentar sintomas de regressão. As crianças com 4 e 5 anos tendem a encarar a separação como temporária e acham que podem influir no comportamento dos pais. Em alguns casos, apresentaram desorientação, pouca agressividade e inibição nos jogos. Já os filhos de 5 a 6 anos se sentiam culpados, achando que provocaram a briga entre o casal. Essa interpretação equivocada por parte das crianças provocava abalo da autoconfiança, raiva incontida, sensação de responsabilidade pela reconciliação dos pais e dificuldade em se ligar a novas pessoas que entram para a constelação familiar. ***
_Outra pesquisa, feita pela professora Ana Luísa Vieira de Mattos, da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo, mostra que a separação pode não ser tão ruim assim. Durante cinco anos, ela manteve grupos de discussão com 85 adolescentes de classe média e alta oriundos de famílias originais e reconstituídas. “Concluí que os problemas com drogas, delinqüência e depressão tinham a mesma incidência nos dois grupos”, revela Ana Luísa. “O que determinava se os jovens estavam mais ou menos ajustados era a qualidade do relacionamento que mantiveram com os pais desde pequenos”, afirma a professora. Olhadas em separado, as pesquisas podem parecer antagônicas, mas se complementam. A separação pode até produzir estragos emocionais para os filhos, mas não significa necessariamente que tenha o poder de conduzi-los para o mundo das drogas, da delinqüência e da depressão. ***
_O stress da separação faz com que os primeiros anos das novas famílias sejam os mais conturbados, época em que as crianças podem ficar menos amáveis ou apresentar problemas de ordem emocional e educacional. A resposta que elas darão à nova situação – superando-a ou não – vai depender da qualidade da relação que manterão com os pais e da habilidade que estes terão para lidar com as dificuldades dos filhos. “Os pais precisam transmitir às crianças que o par amoroso se rompeu, mas os dois continuam a dar amor e apoio aos filhos”, diz a psicóloga Terezinha Féres Carneiro, da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Na fase aguda de adaptação, os filhos pequenos podem apresentar distúrbios típicos de sua faixa de idade, como sono interrompido, além de vômito, cólica e inapetência. ***
_O modo de encarar os filhos do divórcio está mudando, o que facilita a vida dos pequenos. Num passado recente, coisa de vinte anos atrás, crianças nessa situação eram discriminadas e havia quem perdesse amigos porque era filho de mãe desquitada. A separação era compreendida como derrota – normalmente da mulher, diga-se, associada a um certo desvio de caráter. Ter a mãe casando novamente, ver o padrasto ir a uma reunião da sua escola, conviver com um meio-irmão eram coisas impensáveis. Hoje, tudo está muito diferente. Nos melhores colégios brasileiros, a presença de alunos com configurações familiares variadas virou rotina. Há casos de salas de aula onde 50% dos alunos são filhos de pais separados. A separação dos pais pode piorar o desempenho escolar? Se a separação deixar traumas, a criança pode perder o interesse pelo estudo, ficar inibida, sofrer de insônia ou muito sono e até perder o apetite. ***

_Por mais consensual que seja a separação, o comprometimento com a saúde psicológica e emocional dos filhos é evidente. Cabe as novos pares repensarem sobre a responsabilidade de constituírem novas famílias e especialmente em suas responsabilidades ao colocarem filhos no mundo. Se é comum hoje ouvirmos os defensores do “filhos não seguram casamento”; deveríamos ao menos considerá-los como parte importante para se investir na qualidade e manutenção da relação. ***
_Fonte: SexoAberto.com || VirgilioNascimento.blogspot.com

Todos os anos, mais de 1 milhão de crianças e adolescentes são envolvidos em casos de divórcio nos Estados Unidos, segundo o censo americano. No Brasil, as estatísticas falam em 120.000 filhos atingidos pela separação dos pais. Contando os casos não oficializados, estima-se que sejam 400.000 crianças por ano. Para o homem e a mulher, o impacto da separação é grande, mas os dois lados conhecem a fundo as razões que sustentam a decisão.

Para as crianças, que são colhidas por uma notícia inesperada, o fim do casamento dos pais representa um dos períodos mais difíceis de suas vidas, mesmo que tenha sido a melhor solução para desavenças incontornáveis. Por um lado, os filhos passam a viver sem a presença constante de um dos pais (normalmente o pai), e a lidar com situações desconhecidas e muitas vezes traumáticas, como ter duas casas para dormir, mudar de bairro, trocar de escola e de amigos. Mas há um segundo motivo. Como agravante, além de perder a companhia de um dos pais, os filhos podem ser submetidos a uma provação: adaptar-se a uma nova família.
Pelas características, as novas famílias são chamadas pelos psicólogos e psiquiatras de famílias-mosaico, ou famílias reconstituídas. O crescimento do número de separações e o aumento desses mosaicos são um grande avanço, pois apontam para uma relação familiar mais honesta. Casais que já não se suportam deixam de se sentir obrigados a viver juntos pelo resto de seus dias, ainda que tenham filhos. As relações se estabelecem a partir da vontade de permanecer juntos, e não apenas das convenções sociais. O que intriga os especialistas é saber até que ponto as famílias-mosaico interferem na formação das crianças. Alguns profissionais observam que a separação é sempre muito arriscada. “Até os 5 anos de idade, a criança pode sofrer com a separação porque ela fica muito dependente e estabelece troca somente com figuras próximas”, diz o psiquiatra infantil Alfredo Castro Neto, do Rio de Janeiro.
Outros lembram que as novas uniões podem ser muito úteis para compensar os efeitos da separação. “Nas famílias reconstituídas predomina a solidariedade entre os filhos por causa dos problemas semelhantes vividos e da identidade geracional”, afirma o psiquiatra Antônio Mourão Cavalcante, professor da Universidade Federal do Ceará.
É difícil tirar conclusões definitivas em torno de um tema tão complexo. Um trabalho do psiquiatra Haim Grunspun, da PUC paulista, que acompanhou um grupo de crianças por dois anos após o fim do casamento dos pais, concluiu que a separação, se mal conduzida, pode ter potencial devastador. A pesquisa revela que os bebês até os 2 anos podem desenvolver comportamento mais medroso e apresentar sintomas de regressão. As crianças com 4 e 5 anos tendem a encarar a separação como temporária e acham que podem influir no comportamento dos pais. Em alguns casos, apresentaram desorientação, pouca agressividade e inibição nos jogos. Já os filhos de 5 a 6 anos se sentiam culpados, achando que provocaram a briga entre o casal. Essa interpretação equivocada por parte das crianças provocava abalo da autoconfiança, raiva incontida, sensação de responsabilidade pela reconciliação dos pais e dificuldade em se ligar a novas pessoas que entram para a constelação familiar.
Outra pesquisa, feita pela professora Ana Luísa Vieira de Mattos, da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo, mostra que a separação pode não ser tão ruim assim. Durante cinco anos, ela manteve grupos de discussão com 85 adolescentes de classe média e alta oriundos de famílias originais e reconstituídas. “Concluí que os problemas com drogas, delinqüência e depressão tinham a mesma incidência nos dois grupos”, revela Ana Luísa. “O que determinava se os jovens estavam mais ou menos ajustados era a qualidade do relacionamento que mantiveram com os pais desde pequenos”, afirma a professora. Olhadas em separado, as pesquisas podem parecer antagônicas, mas se complementam. A separação pode até produzir estragos emocionais para os filhos, mas não significa necessariamente que tenha o poder de conduzi-los para o mundo das drogas, da delinqüência e da depressão.
O stress da separação faz com que os primeiros anos das novas famílias sejam os mais conturbados, época em que as crianças podem ficar menos amáveis ou apresentar problemas de ordem emocional e educacional. A resposta que elas darão à nova situação – superando-a ou não – vai depender da qualidade da relação que manterão com os pais e da habilidade que estes terão para lidar com as dificuldades dos filhos. “Os pais precisam transmitir às crianças que o par amoroso se rompeu, mas os dois continuam a dar amor e apoio aos filhos”, diz a psicóloga Terezinha Féres Carneiro, da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Na fase aguda de adaptação, os filhos pequenos podem apresentar distúrbios típicos de sua faixa de idade, como sono interrompido, além de vômito, cólica e inapetência.
O modo de encarar os filhos do divórcio está mudando, o que facilita a vida dos pequenos. Num passado recente, coisa de vinte anos atrás, crianças nessa situação eram discriminadas e havia quem perdesse amigos porque era filho de mãe desquitada. A separação era compreendida como derrota – normalmente da mulher, diga-se, associada a um certo desvio de caráter. Ter a mãe casando novamente, ver o padrasto ir a uma reunião da sua escola, conviver com um meio-irmão eram coisas impensáveis. Hoje, tudo está muito diferente. Nos melhores colégios brasileiros, a presença de alunos com configurações familiares variadas virou rotina. Há casos de salas de aula onde 50% dos alunos são filhos de pais separados. A separação dos pais pode piorar o desempenho escolar? Se a separação deixar traumas, a criança pode perder o interesse pelo estudo, ficar inibida, sofrer de insônia ou muito sono e até perder o apetite.
Por mais consensual que seja a separação, o comprometimento com a saúde psicológica e emocional dos filhos é evidente. Cabe as novos pares repensarem sobre a responsabilidade de constituírem novas famílias e especialmente em suas responsabilidades ao colocarem filhos no mundo. Se é comum hoje ouvirmos os defensores do “filhos não seguram casamento”; deveríamos ao menos considerá-los como parte importante para se investir na qualidade e manutenção da relação.
Fonte: SexoAberto.com || VirgilioNascimento.blogspot.com
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Casal e as finanças dentro de casa.

Autor: Darleide Alves & J.Washington
Infidelidade financeira

Fidelidade até nas finanças do lar.

Infidelidade financeira. A expressão pode não ser a mais agradável mas conhecê-la e, principalmente, evitá-la, pode impedir que o casamento e a promessa de até que a morte nos separe sejam quebrados antes da hora.

De acordo com especialistas em finanças, o dinheiro está associado a brigas e desacordos e muitos evitam falar sobre esse assunto.

Na riqueza e na pobreza

Segundo pesquisa do Centro de Recursos Humanos da Universidade de Ohio, casais discutem por causa de dinheiro porque eles vêem de forma diferente a renda da família.

De acordo com o estudo, além de não responderem de forma correta quando perguntados sobre quanto o parceiro(a) ganha, enquanto os homens aumentam a renda da família, as mulheres acreditam que o casal tem uma dívida maior do que a reportada pelos seus maridos.

Para o autor do estudo, Jay Zagorsky, “a razão pela qual os casais reportam de maneira extremamente diferente os ganhos da família é porque cada um exagera nos próprios rendimentos e subestima os rendimentos do parceiro.

Prometo ser fiel

Para ter sucesso nas finanças, o casal precisa, em primeiro lugar, entender essa diferença de pensamento. Estimando uma renda maior ou um endividamento acima do real, fica difícil, para ambos, planejar as finanças do casal.

Sinceridade, companheirismo e participação são essenciais nessas horas e o compartilhamento de informações é necessário para que a planilha de orçamento seja a mais verdadeira possível.

De nada adianta estimar um ganho maior se, no final, o salário acabar antes do tempo. Ou ainda evidenciar um débito exagerado que, muitas vezes, pode ser quitado sem grandes sacrifícios.

Por todos os dias de nossas vidas

Para começar a colocar ordem nas finanças do casal, o esperado é que ambos participem desta tarefa, controlando receita e despesa e priorizando objetivos. Portanto, a dica é rever gastos. Cortem da lista o que julgarem supérfluo e dividam as novas despesas, respeitando, é claro, a proporção entre os salários (quem ganha mais, paga mais). 

Com a consciência do quanto é importante gerenciar o uso do dinheiro, o casal se torna mais unido aprende a conversar mais, planejar mais e manifestar suas opiniões.

Fonte: Carlos Correia atua no setor RH e Financeiro e palestrante sobre finanças pessoais.

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