Você tem uma casa ou um lar?
Qual a base de uma famÃlia nos tempos atuais? É uma mera união entre duas pessoas, movidas por uma paixão que pode ser apenas passageira? Uma das grandes questões que se deve levar em conta, quando se fala de formação de famÃlias, é qual o alicerce usado. As pessoas talvez estejam construindo muitas casas, porém não lares.
Essa realidade é expressa, infelizmente, através de estatÃsticas. Nos Estados Unidos, paÃs que costuma medir todas as ações de sua sociedade, uma pesquisa demonstrou que 43% dos primeiros casamentos terminam em 15 anos. Isso significa que mais de dois quintos dos primeiros casamentos dos norte-americanos terminam em divórcio ou separação em no máximo 15 anos, de acordo com um estudo conduzido pelo próprio governo. Um de cada três primeiros casamentos norte-americanos se encerra em menos de 10 anos e um em cada cinco se dissolve em cinco anos.
Essa constatação não é gratuita. Acontece porque o casamento e a estruturação de uma famÃlia têm sido tratados com irresponsabilidade. Muitos jovens se unem, cada vez mais, por diversos interesses menos o de constituir um lar. São aspirações financeiras, paixões incontroláveis e motivos até banais que unem um homem e uma mulher. Os filhos surgem posteriormente e cria-se, muitas vezes, um ambiente de aparências onde o divórcio é apenas uma questão de tempo.
Pela BÃblia, é possÃvel perceber que a vida não se desenvolve somente através de aspectos materiais. Ganhar dinheiro, adquirir bens, ter uma boa profissão, concluir uma graduação, mestrado ou doutorado são metas legÃtimas e importantes. O jovem, no entanto, não deve se restringir a essa busca e elevar sua mente a Deus. E esse relacionamento com o Pai Celeste vale, também, em relação à constituição de uma famÃlia.
Valoroso jovem, nos relacionamentos vale a percepção de onde se quer chegar. Ninguém namora sem finalidades especÃficas e, no caso de jovens cristãos, o casamento é um objetivo nobre e que precisa ser tratado com toda a atenção possÃvel. É melhor orar a Deus e pensar bem do que amargar um divórcio depois e engrossar as estatÃsticas de separações precoces.Â
Fonte: www.sexoaberto.com || Felipe Diemer de Lemos trabalha com assessoria de imprensa.
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